Resumo
A Carta Dynamo 126 examina o papel das empresas de aconselhamento de voto por procuração (PAFs), como ISS e Glass Lewis, no mercado de capitais, contrapondo argumentos de defensores e críticos acumulados ao longo de décadas nos Estados Unidos. O episódio da Eletrobras — em que a ISS recomendou candidatos dissidentes sem análise aprofundada das peculiaridades da assembleia — serve de ilustração central para a gestora argumentar que, no Brasil, a atuação das PAFs tem sido marcada por abordagens genéricas, falta de diálogo com investidores e companhias locais e descuido com especificidades de cada caso. A carta conclui com sugestões de aprimoramento do arranjo de governança, incluindo maior escuta ativa pelas PAFs, antecipação do cronograma de interações, mais transparência nas justificativas de voto e maior participação dos investidores institucionais locais nas assembleias.
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Ativos extraídos
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