Juros EUA
Visões de 1 gestora em 4 cartas, entre abril de 2025 e agosto de 2025.
Também aparece como curva de juros dos Estados Unidos, EUA, Fed, Federal Reserve (Fed), juros nos EUA
Visão única até o momento
Esta tese aparece em poucas cartas. Voltará a ser plotada aqui quando outras gestoras se manifestarem sobre o tema.
O que dizem as cartas
4 cartasKapitalo +2clareza 0.91“adicionamos uma posição tomada na parte longa da curva de juros dos Estados Unidos.”
Adicionou posição tomada na parte longa da curva de juros dos Estados Unidos, apostando em alta dos yields longos americanos.
Kapitalo -2clareza 0.85“Seguimos com posições aplicadas nos EUA, no México e no Brasil. Adicionamos posição aplicada no Canadá.”
Mantém posição aplicada em juros dos EUA, vendo o país como avançado no ciclo econômico e favorável à queda das taxas.
Kapitalo -2clareza 0.85“Seguimos com posições aplicadas nos EUA, no México e no Brasil. Adicionamos posição aplicada no Canadá.”
Mantém posição aplicada em juros dos EUA, refletindo visão de país mais avançado no ciclo econômico.
Kapitalo -2clareza 0.85“Seguimos com posições aplicadas nos EUA, no México e no juro real de Brasil.”
Mantém posição aplicada em juros nos EUA, apostando em queda das taxas, após redução da alocação diante do recuo da incerteza tarifária.
Kapitalo -2clareza 0.85“Seguimos com posições aplicadas nos EUA, no México e no juro real de Brasil.”
Mantem posicao aplicada em juros nos EUA, apostando em queda das taxas diante da reducao da incerteza tarifaria e menor probabilidade de recessao.
Kapitalo -2clareza 0.72“mantivemos um livro com posições aplicadas em juros e vendidas em commodities, que devem se beneficiar de uma desaceleração da atividade global.”
Mantém posição aplicada em juros nos EUA, apostando em desaceleração da atividade global decorrente do choque tarifário.
Kapitalo -2clareza 0.72“mantivemos um livro com posições aplicadas em juros e vendidas em commodities, que devem se beneficiar de uma desaceleração da atividade global.”
Mantém posição aplicada em juros nos EUA, esperando beneficiar-se da desaceleração da atividade global decorrente do choque tarifário.