AtivoÚltima extração · janeiro de 2026

Ações América Latina

Reportar erro

Item: conceito #853

Conte o que está errado — pode ser bem curto.

Explique o que está errado e qual seria o correto, se souber.

Usado apenas para esclarecimento sobre este reporte.

Visões de 1 gestora em 1 carta, em janeiro de 2026.

Visão única até o momento

Esta tese aparece em poucas cartas. Voltará a ser plotada aqui quando outras gestoras se manifestarem sobre o tema.

O que dizem as cartas

1 carta
  • Quantitas
    +3.0clareza 0.82

    No caso da América Latina, além do efeito positivo do dollar debasement, também entendemos que há uma narrativa construtiva com a região se disseminando nos últimos meses, valendo citar vetores como: (1) boa parte dos países estar ou estar iniciando um ciclo de corte de juros; (2) pelos valuations descontados em relação a outras regiões; (3) pelo que se tem chamado de "opcionalidade eleitoral", na qual eventuais vitórias de candidatos pró-mercado nas eleições presidenciais de países como o Brasil, Colômbia e Peru teriam o potencial de trazer fluxos estrangeiros ainda mais robustos; e (4) pelo potencial de acordos favoráveis com os EUA, considerando os esforços que este tem apresentado para aumentar sua hegemonia na região e diminuir a influência da China, a chamada "Doutrina Monroe".

    Vê narrativa construtiva para ações latino-americanas, sustentada por cortes de juros, valuations descontados, opcionalidade eleitoral pró-mercado e potencial de acordos com os EUA.

    jan/2026Quantitas - Carta mensal (01/2026)