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Quantitas

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Cartas processadas
13
Ativos únicos
76
Clareza média
52%
AUM total
R$ 4,93 bi

Quantitas é uma gestora independente fundada em 2011 em Porto Alegre por Rogério Braga (que geria mais de R$ 9 bi em fundos do Sicredi) e Wagner Salaverry. Opera renda fixa, multimercado e ações; o multimercado Quantitas Mallorca tem meta de CDI + 4% e nunca terminou um ano abaixo do CDI.

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Composição declarada à CVM (dado público) — auto-gerado, sem curadoria editorial.

Posições declaradas (CVM)

Do que esta casa é feita

Posições consolidadas de todos os fundos da casa, mês a mês. Em Alocação, o peso de cada categoria/ticker no PL (soma ~100% com “Outros”). Em Exposição, soma os derivativos assinados (comprado acima do zero, vendido abaixo).

Última carteira ≥90% divulgada: fev/2026. Gestores de ações podem divulgar a composição à CVM com defasagem (confidencialidade), em geral de 3 a 6 meses.

Trecho pontilhado = última carteira conhecida, carregada adiante. A CDA da CVM não tem preço ao vivo — pode não refletir a posição atual.

Última carteira divulgada: fev/2026

Séries (5)

Valores no gráfico ao passar o mouse (última carteira ≥90% divulgada à CVM). “Outros” é o residual do PL.

Derivativos

Posicionamento via futuros

Exposição comprada e vendida via contratos futuros, por subjacente. O comprado fica acima do zero, o vendido abaixo, e a linha mostra o líquido.

Total comprado
R$ 17,99 bi
mar/2026
Total vendido
-R$ 18,41 bi
mar/2026
Líquido
-R$ 414 mi
mar/2026

Exposição assinada: comprado acima do zero, vendido abaixo. Valores em notional de face (R$100k/contrato). Juros: notional de face em R$ — não é DV01/risco de duração.

Trecho pontilhado = última posição conhecida, carregada adiante. A CDA da CVM não tem preço ao vivo — pode não refletir a posição atual.

Renda fixa

Alocação macro em renda fixa

Composição declarada à CVM (dado público)

Total em renda fixa: R$ 549,64 mi em mar/2026 (última carteira ≥90% divulgada à CVM). Trechos sem nova divulgação repetem a última composição conhecida.

Estrutura

Fundos da casa (6)
Quantitas – Quantitas MultimercadoMultimercadoR$ 842,62 miR$ 32,39 mi1
Quantitas – Quantitas Multimercado Capri Prev Fife Resp LimitadaMultimercadoR$ 159,21 miR$ 60,31 mi1
Quantitas – Quantitas em Montecristo Resp LimitadaAçõesR$ 133,96 miR$ 100,83 mi16
Quantitas – EvcAçõesR$ 122,21 miR$ 6,21 mi9
Quantitas – Quantitas Sistemático Naxos MultimercadoMultimercadoR$ 33,38 miR$ 16,05 mi1
Quantitas – Quantitas Multimercado Maldivas Long ShortMultimercadoR$ 14 miR$ 8,29 mi1

Repertório

Ativos recentes

Últimos temas citados pela gestora — ordenados do mais recente para o mais antigo. O score é a nota da última extração.

6

Histórico

Cartas processadas

13
  1. Carta

    Junho 2026

    Carta de Junho 2026 · publicada em 03 de jul de 2026

    18 ativos

    Quantitas - Carta mensal (06/2026)

    A carta da Quantitas referente a junho de 2026 tem como tema central o impacto do cessar-fogo entre EUA e Irã sobre os preços do petróleo e a política monetária global, com destaque para a postura mais hawkish do novo chairman do Fed, Kevin Warsh, e para a comunicação considerada ambígua do Copom, que sinalizou abertura para um corte adicional da Selic até 14% ao explorar projeções de inflação ajustadas para 2028. No posicionamento dos fundos, a gestora manteve exposição neutra em bolsa local, reduziu posições vendidas em juros nominais curtos após a confirmação do corte de 0,25 p.p., e seguiu aplicada em juros reais no trecho médio/longo, atraída pelo nível de IPCA+8,4% e pela perspectiva de recompra de NTN-Bs pelo Tesouro.

    • usamos parte desse caixa para reforçar a posição de Hypera, maior ativo do fundo
      • +3.0Hyperaativo· cl 72
    • Trecho compartilhado · 4 ativos

      As principais posições vendidas do fundo são Tupy, Ambev, Vivo e Tenda.
    • Em juros reais direcionais, seguimos aplicados no trecho médio/longo da curva, pois, além no nível atrativo (IPCA + 8,4%), manifestações públicas sinalizam que aumentou a probabilidade de recompra de NTN-Bs pelo Tesouro.
  2. Carta

    Maio 2026

    Carta de Maio 2026 · publicada em 03 de jun de 2026

    16 ativos

    Quantitas - Carta mensal (05/2026)

    A carta da Quantitas referente a maio de 2026 tem como tema central o aumento da restrição monetária global, impulsionado pelos efeitos secundários da guerra EUA-Irã e pela resiliência econômica, que levou o Fed a sinalizar possível alta de juros e reduziu o espaço para cortes pelo Banco Central brasileiro. No cenário doméstico, destaque para o evento "Dark Horse" envolvendo Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro, que alterou temporariamente o quadro eleitoral, e para a deterioração das expectativas de inflação em meio a uma política fiscal em modo eleitoral. Nos fundos, o Fiji Crédito Privado entregou 135,6% do CDI com contribuição positiva de Hapvida e Cosan, enquanto os multimercados concentraram atuação em valor relativo na curva de juros nominais.

    • conservamos posições vendidas no trecho curto da curva de juros nominais, onde seguimos enxergando boa assimetria nos níveis atuais.
    • Trecho compartilhado · 2 ativos

      Os destaques positivos foram entre as posições vendidas em SLC e TIM.
    • Do ponto de vista de movimentações, o destaque foi justamente para a aquisição de títulos curtos de Hapvida, seguindo a divulgação de resultados do 1T26, que identificamos como um evento que teria o potencial para levar ao fechamento de spreads de crédito - o que de fato ocorreu.
  3. Carta

    Abril 2026

    Carta de Abril 2026 · publicada em 06 de mai de 2026

    18 ativos

    Quantitas - Carta mensal (04/2026)

    A carta de abril de 2026 da Quantitas tem como tema central os impactos da extensão do conflito no Oriente Médio sobre a política monetária global e brasileira, com destaque para a piora das expectativas de inflação no Brasil — a projeção Focus para 2028 avançou de 3,5% para 3,64% — e o consequente enxugamento do espaço para cortes de juros, com a gestora projetando Selic terminal em 13% com viés altista. No posicionamento, os fundos multimercados mantiveram dinâmica tática, com estruturas vendidas no trecho curto de juros nominais e posições aplicadas em juros reais no médio/longo prazo, enquanto o fundo de crédito privado registrou reversão de spreads na segunda quinzena após abertura no início do mês, com Hapvida como destaque positivo e Tupi Energia, Cosan e Brasil Tecpar como contribuições negativas.

  4. Carta

    Março 2026

    Carta de Março 2026 · publicada em 06 de abr de 2026

    13 ativos

    Quantitas - Carta mensal (03/2026)

    A carta de março de 2026 da Quantitas tem como tema central o impacto do conflito entre EUA, Irã e Israel sobre o cenário macroeconômico global e doméstico, condicionando perspectivas de inflação, atividade e política monetária. No Brasil, o choque de oferta gerado pela guerra levou o Banco Central a adotar postura mais conservadora, optando por corte de 0,25% na Selic e revisando o cenário de juro terminal de 11% para 11,5% ao fim do ciclo. No campo eleitoral, a gestora mantém avaliação de disputa equilibrada, com 50% de chance para cada candidato, enquanto nos portfólios os fundos simplificaram posições, reduzindo estratégias que já atingiram seus alvos e ampliando exposições táticas em mercados com melhores assimetrias.

    • Quanto aos efeitos indiretos, como a inflação mais elevada e as taxas de juros mais altas, aumentamos a exposição vendida em bens de capital, um setor muito sensível aos juros.
    • A guerra tenha reduzido o espaço que o BC tinha para cortar juros, e revisamos o cenário de 11% para 11,5% ao final do ciclo.
    • destaque negativo para a marcação a mercado das debêntures da Hapvida, que embutem um prêmio de crédito significativo devido às incertezas operacionais da empresa. Desta vez, diferentemente do mês passado, quando optamos por vender os papéis da siderúrgica CSN, mantivemos os papéis em carteira para capturar esse prêmio, pois vemos um descolamento entre os fundamentos e o preço de mercado.
  5. Carta

    Fevereiro 2026

    Carta de Fevereiro 2026 · publicada em 04 de mar de 2026

    21 ativos

    Quantitas - Carta mensal (02/2026)

    A carta de fevereiro de 2026 da Quantitas é dominada pelo início do conflito militar entre EUA/Israel e Irã, cujos efeitos imediatos — alta expressiva do petróleo e do dólar — introduziram incerteza relevante sobre a trajetória da política monetária brasileira, elevando o modelo de inflação do Banco Central para o patamar de 3,3–3,4%, distante da meta de 3%. No cenário doméstico, a gestora destaca o aquecimento do debate eleitoral, com pesquisas refletindo deterioração da imagem do governo, e a possibilidade de o Copom iniciar o ciclo de corte de juros de forma mais gradual, com o debate entre -0,25% e -0,50% ganhando força até a reunião de março. Nos fundos, os multimercados registraram desempenho positivo impulsionado por posições em juros e bolsa local, enquanto o fundo de crédito privado (Fiji) apresentou rentabilidade abaixo do benchmark em razão de abertura de spreads ligada a ruídos envolvendo a Raízen.

  6. Carta

    Janeiro 2026

    Carta de Janeiro 2026 · publicada em 04 de fev de 2026

    20 ativos

    Quantitas - Carta mensal (01/2026)

    A carta de janeiro de 2026 da Quantitas tem como tema central o fenômeno do "dollar debasement" — a desvalorização global do dólar acompanhada por valorização de metais preciosos e ativos de países emergentes, com destaque para a América Latina, que recebeu fluxos relevantes de capital estrangeiro. No Brasil, o Copom manteve a Selic em 15,00% a.a., mas sinalizou início de ciclo de cortes em março, com a gestora projetando queda até 11,00% a.a. ao longo de oito reuniões. Nos fundos, os books de juros foram os principais destaques positivos, enquanto bolsa local e commodities pesaram negativamente em diversas estratégias.

    • No caso da América Latina, além do efeito positivo do dollar debasement, também entendemos que há uma narrativa construtiva com a região se disseminando nos últimos meses, valendo citar vetores como: (1) boa parte dos países estar ou estar iniciando um ciclo de corte de juros; (2) pelos valuations descontados em relação a outras regiões; (3) pelo que se tem chamado de "opcionalidade eleitoral", na qual eventuais vitórias de candidatos pró-mercado nas eleições presidenciais de países como o Brasil, Colômbia e Peru teriam o potencial de trazer fluxos estrangeiros ainda mais robustos; e (4) pelo potencial de acordos favoráveis com os EUA, considerando os esforços que este tem apresentado para aumentar sua hegemonia na região e diminuir a influência da China, a chamada "Doutrina Monroe".
      • +2.5Ações América Latinaativo· cl 72
    • Trecho compartilhado · 3 ativos

      Aumentamos principalmente as posições de Equatorial, Hypera e Suzano – estamos consolidando as duas novas empresas que recentemente ingressaram no fundo.
    • o objetivo disseminado entre países de se garantir a disponibilidade de ativos reais estratégicos (e.g. terras raras, commodities metálicas, ouro – este último especialmente por BCs, em um esforço de diversificar reservas e diminuir a exposição ao dólar).
  7. Carta

    Dezembro 2025

    Carta de Dezembro 2025 · publicada em 07 de jan de 2026

    16 ativos

    Quantitas - Carta mensal (12/2025)

    A carta da Quantitas referente a dezembro de 2025 aborda dois eixos centrais: no plano global, a prisão de Nicolás Maduro em operação militar americana e seus desdobramentos geopolíticos para a América Latina; no Brasil, a indicação de Flávio Bolsonaro como candidato à presidência, evento que surpreendeu o mercado e gerou elevação do prêmio de risco com desvalorização cambial e abertura das taxas de juros. Nos fundos multimercados, os destaques positivos do mês foram as posições em bolsa local e o book quantitativo long-short, enquanto a abertura na curva de juros reais pesou negativamente sobre os resultados.

    • Trecho compartilhado · 2 ativos

      Aumentamos, principalmente, as posições de Hypera, Alupare Randon, além de adicionarmos uma nova posição no fundo.
      • +2.5Hyperaativo· cl 35
      • +2.0Randonativo· cl 35
    • Em juros reais direcional mantivemos a posição aplicada na curva longa.
    • Em juros reais direcional mantivemos a posição aplicada na curva longa. Em juros reais valor relativo, começamos a encerrar posições que atingiram nosso target de resultado e abrir novas posições que consideramos atrativas para 2026.
  8. Carta

    Novembro 2025

    Carta de Novembro 2025 · publicada em 03 de dez de 2025

    12 ativos

    Quantitas - Carta mensal (11/2025)

    A Quantitas avalia novembro de 2025 como um mês de contornos positivos no cenário global, marcado pelo fim do shutdown americano, consolidação do corte de juros pelo Fed em dezembro e avanços no acordo comercial EUA-China, enquanto no Brasil prevaleceu ruído político sem mudanças concretas e sem avanços na perspectiva de retomada do ciclo de corte de juros, com o início desse ciclo projetado para março de 2026. No campo dos fundos, os multimercados entregaram resultados acima do CDI, com destaque para o Galápagos (+1,93%) e o Arbitragem (+1,76%), impulsionados principalmente por posições em juros reais; o fundo Long-Short Maldivas registrou seu pior mês em 80 meses (-2,97%), explicado pela queda de 44% da Hapvida após resultado adverso no 3T25 e pela performance do setor elétrico nas posições vendidas.

    • continuamos vendidos em empresas elétricas que oferecem rentabilidade muito próximo aos títulos públicos federais.
    • Mudamos a carteira do fundo de maneira significativa: deixamos de ter uma posição líquida comprada em empresas petróleo, aumentamos a posição comprada em empresas intensivas em bens de capital, em um cenário de juros menores e melhores perspectivas para 4T25 e continuamos vendidos em empresas elétricas que oferecem rentabilidade muito próximo aos títulos públicos federais.
    • De forma pragmática, nossa percepção é que a reação do mercado foi muito pior do que os resultados apresentados pela companhia, e que o atual valor em bolsa oferece uma oportunidade boa de investimento, com uma assimetria mais do que razoável.
  9. Carta

    Outubro 2025

    Carta de Outubro 2025 · publicada em 05 de nov de 2025

    20 ativos

    Quantitas - Carta mensal (10/2025)

    A Quantitas aborda em sua carta de outubro de 2025 o cenário de incerteza gerado pelo shutdown do governo americano, que priva o Fed de dados econômicos relevantes para calibrar a política monetária, levando o presidente da instituição a admitir estar "dirigindo em meio à neblina" quanto ao corte de dezembro. No Brasil, a gestora destaca movimentações políticas ligadas à segurança pública como potencial vetor de reconfiguração eleitoral, enquanto mantém o BCB em postura contracionista com perspectiva de início de corte de juros apenas a partir de março de 2026. Nos fundos, o principal detrator do mês foi o book de bolsa local, ao passo que os books de arbitragem de juros e moedas figuraram como destaques positivos.

    • Trecho compartilhado · 3 ativos

      Continuamos ampliando a posição em Randon, mas também em Hapvida, Alupar e Mater Dei.
    • Trecho compartilhado · 2 ativos

      Apesar do preço do petróleo ainda não contribuir para o desempenho, acreditamos que o resultado operacional de Brava pode atuar como um importante catalisador para as ações, motivo pelo qual mantemos a posição comprada.
    • Continuamos ampliando a posição em Randon, mas também em Hapvida, Alupar e MaterDei.
      • +2.0Aluparativo· cl 62
  10. Carta

    Setembro 2025

    Carta de Setembro 2025 · publicada em 03 de out de 2025

    10 ativos

    Quantitas - Carta mensal (09/2025)

    A carta da Quantitas referente a setembro de 2025 aborda o cenário macroeconômico marcado pela retomada dos cortes de juros pelo Fed nos EUA e pela manutenção da Selic em 15% pelo Copom, com comunicação hawkish que afastou expectativas de afrouxamento no curto prazo no Brasil. No âmbito político doméstico, a gestora destaca a popularidade em alta do presidente Lula, atribuída a fatores como o embate com os EUA, a queda da inflação de alimentos e a aprovação de projetos de apelo popular. Nos fundos, os destaques de resultado positivo ficaram com os books de juros valor relativo e títulos públicos/privados, enquanto juros reais e bolsa local pesaram negativamente na maioria das carteiras.

    • Dentre os aumentos, citamos Randon e uma nova posição, que futuramente informaremos.
      • +2.0Randonativo· cl 45
    • Ainda que a moeda brasileira tenha tido uma boa performance, saindo do nível de R$5,45 para R$5,30, o fato é que os outros componentes relevantes para a política monetária não evoluíram o suficiente.
    • Em setembro, nossa maior posição – Eletrobras – puxou o retorno do portfólio e compensou o retorno negativo registrado em metade das posições no mês.
  11. Carta

    Agosto 2025

    Carta de Agosto 2025 · publicada em 03 de set de 2025

    17 ativos

    Quantitas - Carta mensal (08/2025)

    A carta da Quantitas referente a agosto de 2025 tem como tema central a mudança de percepção sobre o ciclo de juros nos Estados Unidos, impulsionada pela divulgação de um payroll significativamente abaixo do esperado e por revisões expressivas do BLS, o que elevou a probabilidade de corte pelo Fed em setembro a um consenso de mercado — posição reforçada pelo discurso de Jerome Powell em Jackson Hole. No Brasil, a gestora avalia que o cenário político-econômico permaneceu sem grandes novidades disruptivas, com o PIB do 2º trimestre saudável consolidando a expectativa de início do ciclo de afrouxamento monetário apenas em janeiro ou março de 2026, enquanto a discussão eleitoral em torno de Tarcísio e o julgamento de Bolsonaro adicionam incerteza ao horizonte.

    • Nós continuamos acreditando que o ciclo começará um pouco depois (março), mas que ele terá sustentabilidade para ir além do que a maior parte dos analistas acredita. Nosso cenário é que a taxa Selic caia até 10% pelo menos.
    • Câmbio: Voltamos a aumentar a posição comprada taticamente em USDBRL.
    • Trecho compartilhado · 3 ativos

      Do lado negativo, posições vendidas em bancos, telecomunicações e saneamento surpreenderam com desempenho acima do esperado.
  12. Carta

    Julho 2025

    Carta de Julho 2025 · publicada em 05 de ago de 2025

    11 ativos

    Quantitas - Carta mensal (07/2025)

    A carta de julho de 2025 da Quantitas tem como tema central o impacto das tarifas comerciais de 50% anunciadas pelos EUA sobre o Brasil e a surpresa negativa nos dados do mercado de trabalho americano, que elevou a probabilidade de corte de juros pelo Fed em setembro de 40% para 90%. No cenário doméstico, o Copom manteve postura cautelosa, sem sinalizar início do ciclo de afrouxamento monetário, com o modelo de inflação ainda distante da meta e o balanço de riscos inalterado, levando a gestora a projetar o início dos cortes apenas para abril de 2026. Entre os fundos, os resultados do mês foram mistos, com destaque negativo para o book de juros reais nos multimercados e desempenho positivo no fundo long-short Maldivas (+2,08%), beneficiado pela neutralidade da carteira e por operações táticas em Embraer.

    • Iniciamos o mês com uma posição vendida, que zeramos (capturando ganhos relevantes) com o anúncio de tarifas de 50% dos EUA sobre produtos brasileiros. Na sequência, identificamos que produtos aeronáuticos poderiam ser excluídos da lista de itens tarifados e revertemos nossa visão, montando uma posição comprada na empresa.
    • Mantivemos a exposição net comprada em bolsa local estável (7% PL), composições de valor relativo entre uma carteira de ações vs Ibovespa.
    • Trecho compartilhado · 5 ativos

      Com parte do caixa e com os recursos da venda total de uma posição em varejo, aumentamos de forma contida a exposição em Eletrobras, Hapvida, Randon, SBF e Suzano, além de adicionarmos uma nova empresa na carteira.
  13. Carta

    Junho 2025

    Carta de Junho 2025 · publicada em 02 de jul de 2025

    12 ativos

    Quantitas - Carta mensal (06/2025)

    A carta da Quantitas referente a junho de 2025 aborda o cenário macroeconômico marcado pelo debate fiscal nos EUA com a Big Beautiful Bill, pelo encerramento do ciclo de aperto monetário no Brasil com a Selic em 15%, e pela derrota do governo federal na derrubada do decreto do IOF no Congresso. No campo dos fundos, o Mallorca entregou 1,70% no mês, com destaque positivo para os books de bolsa local e inflação implícita, enquanto o Montecristo recuou 0,49%, mas acumula alta de 28,5% em 2025, acima do Ibovespa. A gestora mantém cenário de corte da Selic apenas no segundo trimestre de 2026, diante da persistente desancoragem das expectativas de inflação associada à política fiscal.

    • O principal destaque em termos de geração de alfa foi uma posição vendida em Braskem, diante de uma divergência relevante entre a forma como credores e acionistas minoritários estão avaliando a empresa.
    • Aumentamos a exposição comprada em bolsa local (7% do PL), através de posicionamento tático comprado em índice (com racional da proximidade do fim do ciclo de alta da Selic), e mantivemos as posições de valor relativo entre uma carteira de ações vs Ibovespa.
    • Trecho compartilhado · 2 ativos

      Observamos que bancos e shoppings, de modo geral, estão bem precificados.