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AZ Quest Carta Mensal - Março 2025

Março 2025 · AZ Quest

Carta de Março 2025· publicada em 14 de abr de 2025

Coletada em 17 de mai. de 2026 · histórico ·

Ativos extraídos
11
Publicada em
14 de abr de 2025
Trechos únicos
6

Carta sobre março/25 publicada 44 dias depois em abril/25.

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Resumo

A carta da AZ Quest referente a março de 2025 aborda o cenário econômico global marcado pela aceleração das medidas tarifárias do governo Trump, que elevou a volatilidade dos ativos americanos e reconfigurou fluxos de capital em direção a mercados emergentes, beneficiando o Brasil com valorização do Real e alta do Ibovespa de 6,08% no mês. No âmbito doméstico, a gestora projeta Selic terminal em 15% e destaca a questão fiscal como principal variável de risco para os ativos brasileiros, apontando que a credibilidade da política monetária ganhou tração com a queda das inflações implícitas. Entre as estratégias, o crédito privado se destacou positivamente com compressão generalizada de spreads, enquanto os fundos de renda variável apresentaram desempenho misto, com o AZ Quest Total Return recuando 1,00% e o AZ Quest Small Mid Caps avançando 2,42% no período.

Conteúdo

Ativos extraídos

Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.

11
  1. Trecho compartilhado · 4 ativos

    No mercado de câmbio, mantemos uma posição comprada em Dólar Canadense (CAD), Dólar Australiano (AUD) e Dólar Neozelandês (NZD), além de uma posição vendida em Yuan (CNH).

    Yuan ·Mantém posição vendida em Yuan (CNH) no book de câmbio, buscando capturar movimentos relativos entre moedas sem exposição direcional ao dólar americano.

    Dólar Neozelandês ·Mantém posição comprada em Dólar Neozelandês como parte de estratégia de valor relativo entre moedas, sem exposição direcional ao Dólar Americano.

    Dólar Canadense ·Mantém posição comprada em Dólar Canadense como parte de estratégia de valor relativo entre moedas, sem exposição direcional ao Dólar Americano.

    Dólar Australiano ·Mantém posição comprada em Dólar Australiano como parte de estratégia de valor relativo entre moedas, sem exposição direcional ao Dólar Americano.

  2. Seguimos considerando como cenário mais provável que a Selic atinja 15% ao final do ciclo de aperto. A manutenção desse patamar por período prolongado deve ser suficiente para levar a menor pressão sob os preços, mesmo considerando fatores que possam contribuir positivamente para expansão da atividade em 2025 e 2026 (novas fontes de financiamento, expansão de setores menos sensíveis à taxa de juros e aceleração do ritmo de crescimento de gastos por parte de entes subnacionais), além da desancoragem das expectativas de inflação.

    Projeta Selic terminal em 15%, com manutenção prolongada nesse patamar considerada suficiente para arrefecer pressões de preços, condicionada à conformidade fiscal-monetária.

  3. Em juros internacionais, seguimos sem posições relevantes nos Estados Unidos, enquanto na Europa optamos por uma alocação tomada na inclinação da curva alemã entre os vencimentos de 5 e 10 anos.

    Mantém posição tomada na inclinação da curva alemã entre os vencimentos de 5 e 10 anos, apostando em maior steepening.

  4. Trecho compartilhado · 3 ativos

    Na parcela de renda variável, nossa alocação inclui posições compradas nos índices S&P 500, MSCI China e MSCI Emerging Markets.

    MSCI Emerging Markets ·Mantém posição comprada no índice MSCI Emerging Markets na parcela de renda variável dos fundos multimercado macro.

    Bolsa americana ·Mantém posição comprada no S&P 500 como parte da alocação em renda variável internacional do portfólio.

    MSCI China ·Mantém posição comprada no índice MSCI China na parcela de renda variável da carteira.

  5. Por outro lado, o book de bolsa local se destacou positivamente, impulsionado pela posição comprada em Ibovespa.

    Mantém posição comprada em Ibovespa, que contribuiu positivamente para o desempenho do book de bolsa local no mês.

  6. Vimos uma valorização do Real ante o Dólar, devolvendo dois terços da desvalorização verificada no último trimestre do ano passado. Esse comportamento refletiu tanto fatores globais já descritos quanto fatores locais: consideramos que houve alguma diminuição de temores relacionados à economia brasileira estar se aproximando de um estado de dominância fiscal.

    Atribui a valorização do Real frente ao Dólar a fatores globais e à diminuição de temores de dominância fiscal na economia brasileira.

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