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Junho 2026 · Guepardo Investimentos
Coletada em 23 de set. de 2026 · ⓘ
- Ativos extraídos
- 9
- Publicada em
- 22 de set de 2026
- Trechos únicos
- 9
Carta sobre junho/26 publicada 3 meses depois em setembro/26.
Resumo
A carta da Guepardo Investimentos do 2º trimestre de 2026 tem como tema central a vantagem estatística de longo prazo, ilustrada pela analogia com Roger Federer: assim como o tenista venceu apenas 54% dos pontos mas converteu essa margem em mais de 80% das partidas, a gestora superou o Ibovespa em 54,3% dos meses com alpha médio positivo de 4,20% contra perdas relativas de 3,22%, assimetria que se amplifica quanto maior o horizonte de análise. No campo das empresas, os destaques do trimestre foram a Ultrapar — beneficiada por margens favoráveis na distribuição de combustíveis e pela redução da concorrência irregular — e a estreia da Copasa na carteira, justificada pelo ciclo de expansão pós-privatização, pela base regulatória crescente e pelo WACC real de 13,7% estabelecido no contrato de concessão; a gestora também comunicou o desinvestimento no Fleury, realocando capital para oportunidades com relação risco-retorno considerada mais favorável.
Conteúdo
Ativos extraídos
Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.
“A combinação desses fatores nos parece particularmente poderosa: a universalização deve sustentar um crescimento expressivo de volumes, os investimentos necessários para viabilizá-la devem ampliar aceleradamente a base regulatória, e a remuneração elevada dessa base deve se traduzir em expansão significativa dos resultados.”
Vê combinação poderosa na Copasa entre universalização, expansão acelerada da base regulatória e WACC elevado de 13,7%, sustentando crescimento expressivo dos resultados.
- +2.5VulcabrasATIVOcl82
“Seguimos confiantes na tese de investimento da Vulcabras. A combinação entre o fortalecimento contínuo de Olympikus, Mizuno e Under Armour, a expansão estrutural do mercado de calçados esportivos, a operação verticalizada e o histórico consistente de execução continuam diferenciando a companhia dentro do setor.”
Mantém confiança na tese da Vulcabras, sustentada pelo fortalecimento de Olympikus, Mizuno e Under Armour, expansão do mercado esportivo, verticalização e execução consistente.
“Seguimos confiantes na tese de investimento da Gerdau. A companhia combina uma posição competitiva diferenciada na América do Norte, que se tornou seu principal motor de rentabilidade, com sinais de recuperação gradual das operações brasileiras e uma estrutura financeira extremamente sólida.”
Mantém confiança na tese da Gerdau, destacando liderança rentável na América do Norte, recuperação gradual do Brasil e estrutura financeira sólida.
“Mantemos uma perspectiva positiva para a Ultrapar. No curto prazo, a companhia deve continuar se beneficiando das oportunidades presentes no mercado de combustíveis, enquanto, no longo prazo, enxergamos uma perspectiva ainda mais favorável com a transformação estrutural do setor e a redução da concorrência desleal.”
Mantém perspectiva positiva para Ultrapar, com benefícios de curto prazo no mercado de combustíveis e visão ainda mais favorável no longo prazo via transformação estrutural do setor.
- +2.5KlabinATIVOcl72
“A combinação entre uma base florestal competitiva, um portfólio diversificado e integrado e a capacidade de direcionar sua produção para os mercados de maior rentabilidade continua diferenciando a companhia dentro do setor. A crescente relevância de produtos de maior valor agregado, como fibra longa e fluff, aliada à evolução dos negócios de papéis e embalagens e à disciplina financeira, reforça a resiliência do modelo de negócios. Acreditamos que a capacidade de geração de caixa dos ativos e a otimização gradual da estrutura de capital deverão ampliar a geração de valor aos acionistas nos próximos anos.”
Mantém confiança na tese da Klabin, esperando que base florestal, portfólio integrado, avanço em fibra longa e fluff e disciplina financeira ampliem geração de valor.
“A combinação entre qualidade dos ativos, crescimento das receitas de mídia e desenvolvimento imobiliário, redução de despesas e elevada remuneração aos acionistas continua sustentando nossa confiança na tese de investimento da companhia.”
Mantém confiança na tese de Allos, sustentada pela qualidade dos ativos, crescimento de receitas de mídia e imobiliário, corte de despesas e alta remuneração aos acionistas.
“A combinação entre crescimento de volumes, potencial de recuperação tarifária, ganhos de produtividade e uma postura mais disciplinada na alocação de capital cria condições favoráveis para a evolução dos resultados e para a geração de retorno aos acionistas nos próximos anos.”
Mantém perspectiva positiva para a Rumo, apoiada em crescimento de volumes, recuperação tarifária, ganhos de produtividade e maior disciplina na alocação de capital.
“Após um longo ciclo de expansão, o Grupo Mateus parece estar entrando em uma fase em que a prioridade passa a ser capturar as eficiências da estrutura construída, melhorar a rentabilidade do Novo Atacarejo, reduzir a intensidade de capital e transformar a maturação da base em maior geração de caixa.”
Mantém visão construtiva sobre o Grupo Mateus, vendo-o entrar em fase de captura de eficiências, maior rentabilidade do Novo Atacarejo, menor intensidade de capital e mais geração de caixa.
- 0.0FleuryATIVO
“Considerando as novas oportunidades que encontramos no mercado, com uma relação de retorno mais favorável e na nossa consideração, risco semelhante ao Fleury, optamos em desinvestir do Fleury nesse momento. A empresa é excelente e certamente será um futuro investimento da gestora em algum momento.”
Desinvestiu do Fleury por encontrar oportunidades com melhor relação retorno-risco, apesar de considerar a empresa excelente e candidata a futuro reinvestimento.
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