Carta Atmos 27 (1H22)
Junho 2022 · Atmos Capital
Coletada em 14 de mai. de 2026 · histórico · ⓘ
- Ativos extraídos
- 1
- Publicada em
- 05 de jun de 2023
- Trechos únicos
- 1
Carta sobre junho/22 publicada 11 meses depois em junho/23.
Resumo
A carta da Atmos explora as limitações e armadilhas das demonstrações financeiras, argumentando que convenções contábeis — como a amortização de intangíveis, o EBITDA e as provisões para crédito — podem distorcer a percepção da real geração de caixa das empresas. A gestora percorre a história da contabilidade moderna, do sistema de entradas duplas ao IFRS, para ilustrar como padrões surgem de contextos específicos e carregam subjetividade inerente. Como destaque prático, analisa o caso do Nubank, cuja adoção do IFRS amplifica artificialmente as despesas de PDD em razão do crescimento acelerado, e aponta que o mercado brasileiro apresenta dispersão relevante entre lucro contábil e variação da dívida líquida, exigindo leitura criteriosa dos demonstrativos.
Conteúdo
Ativos extraídos
Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.
“Caso utilizasse a contabilidade regulatória dos bancos brasileiros estimamos que a despesa seria reduzida para R$4,8 bilhões. Com isso, o lucro antes de impostos seria 10 vezes maior.”
Estima que, sob contabilidade regulatória brasileira, a PDD do Nubank cairia para R$4,8 bilhões e o lucro antes de impostos seria dez vezes maior.
Mais de Atmos Capital