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Atmos Capital

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Cartas processadas
14
Ativos únicos
32
Clareza média
57%
AUM total
R$ 25,78 bi

Atmos Capital é uma gestora de ações fundada em 2009 por Bruno Levacov e Lucas Bielawski, com aproximadamente R$ 10 bi sob gestão. Opera estratégia única long-only focada em renda variável Brasil, com horizonte de longo prazo e filosofia de retorno absoluto.

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Composição declarada à CVM (dado público) — auto-gerado, sem curadoria editorial.

Posições declaradas (CVM)

Do que esta casa é feita

Posições consolidadas de todos os fundos da casa, mês a mês. Em Alocação, o peso de cada categoria/ticker no PL (soma ~100% com “Outros”). Em Exposição, soma os derivativos assinados (comprado acima do zero, vendido abaixo).

Última carteira ≥90% divulgada: nov/2025. Gestores de ações podem divulgar a composição à CVM com defasagem (confidencialidade), em geral de 3 a 6 meses.

Trecho pontilhado = última carteira conhecida, carregada adiante. A CDA da CVM não tem preço ao vivo — pode não refletir a posição atual.

Última carteira divulgada: nov/2025

Séries (3)

Valores no gráfico ao passar o mouse (última carteira ≥90% divulgada à CVM). “Outros” é o residual do PL.

Derivativos

Posicionamento via futuros

Exposição comprada e vendida via contratos futuros, por subjacente. O comprado fica acima do zero, o vendido abaixo, e a linha mostra o líquido.

Total comprado
R$ 4,3 bi
nov/2025
Total vendido
R$ 0
nov/2025
Líquido
R$ 4,3 bi
nov/2025

Exposição assinada: comprado acima do zero, vendido abaixo. Valores em notional de face (R$100k/contrato). Juros: notional de face em R$ — não é DV01/risco de duração.

Trecho pontilhado = última posição conhecida, carregada adiante. A CDA da CVM não tem preço ao vivo — pode não refletir a posição atual.

Renda fixa

Alocação macro em renda fixa

Composição declarada à CVM (dado público)

Total em renda fixa: R$ 615,95 mi em abr/2026 (última carteira ≥90% divulgada à CVM). Trechos sem nova divulgação repetem a última composição conhecida.

Estrutura

Fundos da casa (10)
Atmos Capital – AtmosAçõesR$ 11,26 biR$ 6,96 bi22
Atmos Capital – Atmos InstitucionalAçõesR$ 670,59 miR$ 471,1 mi19
Atmos Capital – AM de MultimercadoR$ 365,47 miR$ 361,67 mi2
Atmos Capital – Atmos Ilíquidos 1AçõesR$ 224,92 miR$ 224,08 mi1
Atmos Capital – Atmos PrevidênciaAçõesR$ 157,96 miR$ 93,57 mi20
Atmos Capital – 403 Venture MultimercadoMultimercadoR$ 131,29 miR$ 289 mil1
Atmos Capital – Atc em Participações MultiestratégiaR$ 126,93 miR$ 3,77 mi1
Atmos Capital – Atmos SolAçõesR$ 62,02 miR$ 25,27 mi1
Atmos Capital – Atmos Institucional BRR$ 41,74 miR$ 35,51 mi21
Atmos Capital – Atmos Terra FI Cia Resp LimitadaR$ 8,74 miR$ 8,57 mi2

Repertório

Ativos recentes

Últimos temas citados pela gestora — ordenados do mais recente para o mais antigo. O score é a nota da última extração.

6

Posição declarada

Ver composição setorial atual

maio/2026 · PL R$ 13,2 bi

Histórico

Cartas processadas

14
  1. Carta

    Junho 2025

    Carta de Junho 2025 · publicada em 24 de nov de 2025

    17 ativos

    Carta Atmos 33 (1H25)

    A Carta Atmos 33 traça um paralelo entre os ciclos históricos de ruptura e anistia da política brasileira e o atual impasse fiscal do país, argumentando que a ausência de um pacto fiscal duradouro aprofunda a concentração de renda e compromete o crescimento. A gestora destaca que a trajetória da dívida bruta — de 72% para cerca de 85% do PIB no mandato atual — representa risco sistêmico crescente, com juros altos penalizando desproporcionalmente a baixa renda. No portfólio, o fundo mantém cerca de 40% em empresas de utilidades públicas como âncora de carrego e defensividade, com posições complementares em líderes setoriais como Nubank, Localiza e Rede D'Or.

    • Trecho compartilhado · 2 ativos

      Elas oferecem carrego elevado em função das altas taxas de juros de longo prazo, um prêmio de equity que raramente se viu e a opcionalidade de serem as poucas companhias capazes de alocar capital produtivo em um país carente de investimento.
    • Mantivemos Nubank pela qualidade estrutural e pela densidade de talento incomum no país, aliada a consistência do produto, aquisição orgânica de clientes, baixo custo de servir e exposição ao pool de lucros mais relevante da região: o crédito, produto de consumo mais cobiçado da economia.
    • Já o Mercado Livre, embora líder consolidado por méritos próprios, negocia a um valor de mercado que tolera poucas surpresas negativas e, por isso, a posição foi reduzida de forma significativa.
  2. Carta

    Dezembro 2024

    Carta de Dezembro 2024 · publicada em jan de 2025 (estimativa)

    10 ativos

    Carta Atmos 32 (2H24)

    A Atmos Capital discute o impacto do poder político sobre a economia brasileira, argumentando que o pensamento econômico do governo Lula perpetua um desequilíbrio fiscal estrutural ao priorizar expansão de gastos sociais em detrimento do controle de despesas obrigatórias. A gestora reconhece avanços microeconômicos e institucionais acumulados desde o Plano Real — reformas trabalhista, previdenciária, marcos regulatórios e independência do Banco Central — como alicerces de um ciclo de investimento predominantemente privado. Diante de valuations historicamente deprimidos, com TIRs reais acima de 12% em empresas reguladas da carteira e prêmio de equity elevado, a gestora enxerga potencial de retorno expressivo para investidores dispostos a sustentar posição em renda variável brasileira ao longo do tempo.

  3. Carta

    Junho 2024

    Carta de Junho 2024 · publicada em jul de 2024 (estimativa)

    6 ativos

    Carta Atmos 31 (1H24)

    A Atmos encerra sua trilogia sobre transição energética tratando o tema como mais um ciclo de disrupção tecnológica e institucional, rejeitando a carga emocional que frequentemente distorce análises e alocações de capital no setor. A gestora questiona a narrativa dominante sobre a superioridade ambiental dos híbridos a etanol frente aos veículos elétricos, apresentando dados atualizados sobre emissões no ciclo de vida das baterias e eficiência comparativa, e analisa os impactos da eletrificação do transporte e da penetração de fontes intermitentes sobre distribuidoras de energia, locadoras de veículos e distribuidoras de combustíveis. No portfólio, destaca Eneva e Compass como beneficiárias estruturais da crescente volatilidade no setor elétrico e da monetização do gás natural, e aponta a Eletrobras como detentora de opcionalidade relevante em energia descontratada num ambiente de maior escassez relativa.

    • A nova fonte de suprimento permitiu destravar outras pontas, estimulando, simultaneamente, novas fontes de demanda e alternativas de oferta. O resultado foi um ciclo virtuoso de geração de valor, com impactos positivos para a companhia e para o setor.
      • +3.0Compass Gás e Energiaativo· cl 35
    • Essas características são vantagens estruturais que fazem da Eneva o agente mais competitivo para ofertar potência e flexibilidade ao sistema elétrico brasileiro. No desenho proposto para contratação desses atributos no país, a Eneva não só se expõe à volatilidade de preços, como ainda recebe uma receita fixa para tal.
    • Por uma contingência histórica, a Eletrobras detém hoje um volume relevante de energia hidrelétrica descontratada e pode se beneficiar dessa nova dinâmica. Nesse cenário, de crescente entropia no setor, a escolha estratégica de manter uma estrutura de capital relativamente conservadora revela-se prudente e alinhada aos interesses de longo prazo da companhia.
  4. Carta

    Dezembro 2023

    Carta de Dezembro 2023 · publicada em jan de 2024 (estimativa)

    5 ativos

    Carta Atmos 30 (2H23)

    A Atmos discute os limites e contradições da transição energética, argumentando que decisões de política energética precisam ser ancoradas no binômio preço e soberania, e não em narrativas ideológicas. A carta analisa em detalhe a energia solar — destacando seu avanço competitivo impulsionado pela China e os desafios crescentes de curtailment, serviços ancilares e distorções do net-metering no Brasil — e o hidrogênio verde, cujas restrições físicas, logísticas e econômicas tornam sua viabilidade comercial em larga escala altamente questionável. Ao fundo, a gestora situa o dilema brasileiro entre consolidar seu protagonismo em renováveis e garantir soberania energética por meio da produção de hidrocarbonetos, tema a ser aprofundado na carta seguinte da trilogia.

    • A energia solar está no campo dos bem sucedidos. Gabarita os dois atributos do binômio preço e soberania. Sua natureza descentralizada garante independência energética e seu baixo custo, competitividade.
      • +3.0Energia Solarsetor· cl 82
    • Mesmo que um expressivo ganho de produtividade industrial reduza o custo de fabricação dos eletrolisadores, a viabilidade comercial do hidrogênio verde a nível da fábrica vai depender de uma redução expressiva no preço da eletricidade, o que naturalmente transformaria a própria eletricidade em um competidor feroz nos mercados disputados pelo hidrogênio.
      • -2.8Hidrogênio Verdesetor· cl 82
    • Embora o óleo e o gás sejam os vilões momentâneos, nossa dependência intrínseca é mais límpida que o sol que alimenta nossas placas fotovoltaicas. E no horizonte já avistamos um declínio na nossa produção a partir de 2030, sem compensação equivalente na demanda.
  5. Carta

    Junho 2023

    Carta de Junho 2023 · publicada em jul de 2023 (estimativa)

    0 ativos

    Carta Atmos 29 (1H23)

    A carta inaugura uma trilogia sobre transição energética, traçando um panorama histórico das transformações nas matrizes energéticas — do fogo ao petróleo, das renováveis ao gás natural — e argumentando que tais mudanças sempre foram guiadas por lógica econômica, não por imperativos morais. A gestora utiliza a Identidade de Kaya para estruturar o debate sobre descarbonização, destacando as limitações do Paradoxo de Jevons e a assimetria do consumo global. O papel da China como protagonista ambíguo da transição — líder em renováveis e, simultaneamente, maior consumidora de carvão — é apontado como exemplo da complexidade que desafia narrativas simplificadas sobre o tema.

  6. Carta

    Junho 2022

    Carta de Junho 2022 · publicada em 05 de jun de 2023

    1 ativo

    Carta Atmos 27 (1H22)

    A carta da Atmos explora as limitações e armadilhas das demonstrações financeiras, argumentando que convenções contábeis — como a amortização de intangíveis, o EBITDA e as provisões para crédito — podem distorcer a percepção da real geração de caixa das empresas. A gestora percorre a história da contabilidade moderna, do sistema de entradas duplas ao IFRS, para ilustrar como padrões surgem de contextos específicos e carregam subjetividade inerente. Como destaque prático, analisa o caso do Nubank, cuja adoção do IFRS amplifica artificialmente as despesas de PDD em razão do crescimento acelerado, e aponta que o mercado brasileiro apresenta dispersão relevante entre lucro contábil e variação da dívida líquida, exigindo leitura criteriosa dos demonstrativos.

    • Caso utilizasse a contabilidade regulatória dos bancos brasileiros estimamos que a despesa seria reduzida para R$4,8 bilhões. Com isso, o lucro antes de impostos seria 10 vezes maior.
  7. Carta

    Dezembro 2022

    Carta de Dezembro 2022 · publicada em 10 de mai de 2023

    3 ativos

    Carta Atmos 28 (2H22)

    A Atmos discute, a partir do conceito de efeito placebo e da teoria da reflexividade, como expectativas moldam a realidade econômica e política, aplicando essa lente ao cenário brasileiro pós-eleição de 2022. A gestora avalia com ceticismo o início do governo Lula, apontando o retorno de um discurso estatizante e intervencionista como fator de risco para o ambiente de negócios, em contraste com a herança fiscal considerada razoável da gestão anterior. Diante desse cenário, a carteira é estruturada em três grupos — empresas de energia com retorno regulatório protegido, companhias de tecnologia com vantagens competitivas e oligopólios resilientes ao ciclo econômico —, com atenção especial ao potencial de reprecificação das ações caso os juros longos recuem.

    • Trecho compartilhado · 2 ativos

      Trata-se de empresas de energia com retorno protegido, do ponto de vista regulatório, acima das NTNBs de duration semelhante, e que contam ainda com a opcionalidade de alocar capital nessa economia em modo de escassez.
    • Assim, pode-se enfim equilibrar a trajetória de endividamento público, conduzindo os juros pagos nos títulos públicos com vencimentos longos – balizador de preço para ativos de duration alta como ações – para um nível inferior ao atual.
  8. Carta

    Junho 2021

    Carta de Junho 2021 · publicada em 25 de mar de 2022

    1 ativo

    Carta Atmos 25 (1H21)

    A carta da Atmos (edição 25, 2021.1) toma o tema ESG como fio condutor para uma reflexão crítica sobre os riscos de simplificação excessiva em assuntos de alta complexidade, alertando para a armadilha de metodologias baseadas em checklists e rankings que confundem correlação com causalidade. A gestora argumenta que fatores ESG são relevantes apenas na medida em que evidenciam desalinhamentos entre a atuação das empresas e as expectativas da sociedade, o que, para uma filosofia genuinamente focada no longo prazo, nunca deveria ser novidade. Como destaque prático, cita o Will Bank — empresa investida pelo fundo — como exemplo de diversidade exercida como mecanismo causal de cultura e gestão, e não como métrica isolada a ser otimizada.

    • O Will Bank, banco digital privado investido pelo fundo, é um excelente exemplo de empresa que entende diversidade como uma poderosa ferramenta de cultura e gestão. Com uma equipe composta 51% por mulheres (36% das lideranças) e 43% por pessoas negras (24% das lideranças), a empresa se torna uma referência nesta caminhada, criando uma marca desejada e única para atrair talentos sub representados.
      • +2.0Will Bankativo· cl 35
  9. Carta

    Junho 2021

    Carta de Junho 2021 · publicada em 25 de mar de 2022

    1 ativo

    Carta Atmos 26 (2H21)

    A carta da Atmos discute a complexidade do debate ESG aplicado ao setor elétrico brasileiro, questionando narrativas simplistas sobre o descomissionamento de térmicas a carvão e apresentando estudo quantitativo — desenvolvido com a consultoria PSR — que aponta um custo sistêmico de até U$192 por tonelada de CO2e evitada em caso de desligamento imediato dessas usinas. A gestora defende que transferências de ativos sem descomissionamento real apenas reposicionam emissões nos relatórios corporativos sem impacto ambiental efetivo, citando casos da BP, Engie e EDP como exemplos de "sujeira varrida para debaixo do tapete". Ao final, a carta argumenta que o Brasil concentra atenção excessiva em temas de menor materialidade climática, enquanto o desmatamento — responsável por 15 vezes mais emissões do que o setor elétrico — e a Amazônia permanecem à margem da construção de uma narrativa estratégica própria do país.

    • Ao invés de pressionar as boas empresas a vender seus ativos a carvão, deveríamos fazer o oposto: pressioná-las para mantê-los, mirando garantir uma rede de proteção funcional caso o sistema venha a escorregar. Afinal de contas, quanto vale a energia, quando ela falta?
  10. Carta

    Junho 2020

    Carta de Junho 2020 · publicada em 01 de abr de 2021

    0 ativos

    Carta Atmos 23 (1H20)

    A Carta Atmos 23 (2020.1) explora a transição de uma economia de átomos para uma economia de bits, discutindo como a lógica de retornos crescentes subverte os modelos clássicos de competição e alocação de capital. Como fio condutor, a gestora contrasta dois casos emblemáticos — a indústria do tabaco, que gerou retornos expressivos ao evitar expansão agressiva em ambiente de baixa competição, e o setor de telecom, que destruiu capital ao perseguir crescimento em mercado altamente disputado. O argumento central é que a estrutura competitiva de um setor, mais do que o crescimento em si, determina a geração de valor no longo prazo.

  11. Carta

    Dezembro 2019

    Carta de Dezembro 2019 · publicada em 02 de jun de 2020

    0 ativos

    Carta Atmos 22 (2H19)

    A Atmos analisa o impacto da pandemia de Covid-19 sobre os mercados globais e o Brasil, reconhecendo que a velocidade da crise impediu qualquer reação tempestiva do portfólio, que estava posicionado de forma construtiva e sem proteções. A gestora destaca que empresas bem capitalizadas tendem a sair fortalecidas de períodos de ruptura, enquanto negócios menores e mal estruturados financeiramente enfrentam risco de perda permanente de capital. Diante da queda expressiva dos ativos, a Atmos realizou uma abertura do fundo, avaliando que ações com horizonte de longo prazo representam a principal alternativa viável de composição de patrimônio no novo cenário de juros reais baixos.

  12. Carta

    Junho 2019

    Carta de Junho 2019 · publicada em jul de 2019 (estimativa)

    0 ativos

    Carta Atmos 21 (1H19)

    A Atmos discute a evolução de sua filosofia de investimento, questionando os limites do falsificacionismo clássico diante de empresas de crescimento exponencial e modelos de negócio ainda embrionários, o que levou a gestora a alocar cerca de 10% do portfólio em companhias da nova economia. A carta também aborda o cenário estrutural brasileiro, destacando o risco do "brain drain" e a armadilha da renda média como fatores que podem comprometer ganhos de produtividade de longo prazo. O tom geral equilibra o reconhecimento das oportunidades do ciclo econômico corrente com um alerta para as fragilidades institucionais persistentes do país.

  13. Carta

    Dezembro 2018

    Carta de Dezembro 2018 · publicada em jan de 2019 (estimativa)

    2 ativos

    Carta Atmos 20 (2H18)

    A carta da Atmos (2018.2) traça um paralelo entre o modelo tecnológico do Vale do Silício e o capitalismo digital chinês, argumentando que a China, por meio de competição feroz, cópia pragmática e coleta massiva de dados via SuperApps, posiciona-se como protagonista da era da Inteligência Artificial. No contexto brasileiro, a gestora observa um ecossistema empreendedor em despertar, mas alerta para os riscos de incumbentes lentos diante da disrupção digital, citando a Cielo como exemplo de destruição de valor acelerada por pressão competitiva. A alocação do fundo reflete postura mais construtiva com o ciclo de recuperação econômica, mantendo portfólio relevante em ações com foco bottom-up, sem abrir mão da cautela diante das incertezas estruturais do país.

    • A Cielo, que por muitos anos foi uma posição importante do fundo e nos rendeu excelentes resultados, iniciou um processo de destruição de valor acelerado com o início recente de um processo competitivo mais ferrenho.
      • -2.0Cieloativo· cl 72
    • Outros setores representativos dentro do índice Ibovespa podem estar na fila.
  14. Carta

    Junho 2018

    Carta de Junho 2018 · publicada em jul de 2018 (estimativa)

    1 ativo

    Carta Atmos 19 (1H18)

    A Atmos reflete sobre os riscos da exuberância irracional alimentada pelo excesso de liquidez e pela narrativa de crescimento exponencial das empresas de tecnologia, questionando métricas como LTV menos CAC e o culto aos empreendedores-celebridade. A gestora descreve a evolução do seu processo analítico em direção a uma abordagem mais coletiva e holística, reconhecendo a necessidade de avaliar incumbentes e disruptores de forma integrada. Como novidade, anuncia a incorporação incipiente de posições vendidas (short) ao portfólio, representando menos de 5% do fundo, em resposta a um ambiente de múltiplos distorcidos e "panic buying".

    • Em certa medida, tem vencido os obstáculos de forma mais competente que os concorrentes teoricamente mais modernos e 100% digitais, convertendo legado em oportunidade.
      • +2.0Magazine Luizaativo· cl 72