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Indie Capital - Comentario mensal (02/2025)

Fevereiro 2025 · Indie Capital

Carta de Fevereiro 2025· publicada em 07 de mar de 2025

Coletada em 30 de mai. de 2026 · histórico ·

Ativos extraídos
6
Publicada em
07 de mar de 2025
Trechos únicos
4

Carta sobre fevereiro/25 publicada 34 dias depois em março/25.

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Resumo

A carta da Indie Capital referente a fevereiro de 2025 aborda um mês de desempenho negativo para o Indie FIC FIA (-5,4%), em contexto de queda do Ibovespa (-2,6%) e do S&P 500 (-1,4%), pressionados por preocupações fiscais domésticas, recuo nos preços de petróleo e minério de ferro, e tensões tarifárias nos EUA. No período, a gestora zerou posições em B3 e Copel após performance positiva e adicionou Petrobras ao portfólio, destacando o dividend yield de aproximadamente 15% e a opcionalidade ligada ao cenário eleitoral de 2026. As principais exposições setoriais ao fim do mês concentravam-se em utilidades públicas, logística e consumo, com 2,2% de caixa.

Conteúdo

Ativos extraídos

Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.

6
  1. Trecho compartilhado · 2 ativos

    reduzimos exposição aos setores de serviços financeiros e utilidades públicas, com as zeragens de B3 e Copel, após a performance positiva de ambas as ações.

    Copel ·Zerou a posição em Copel após performance positiva da ação, reduzindo exposição ao setor de utilidades públicas.

    B3 ·Zerou a posição em B3 após performance positiva da ação, reduzindo exposição ao setor de serviços financeiros.

  2. Vemos a Petrobras com um bom carrego (aproximadamente 15% de dividend yield em uma empresa dolarizada, mas com a opcionalidade de capturar uma eventual melhora no cenário eleitoral para 2026, com a possibilidade de uma mudança política no Governo Federal.

    Petróleo e Gás ·Vê Petrobras com bom carrego via dividend yield de cerca de 15% em empresa dolarizada, com opcionalidade de mudança política nas eleições de 2026.

    Petrobras ·Vê Petrobras com bom carrego, dividend yield próximo de 15% e dolarização, somado à opcionalidade de mudança política nas eleições de 2026.

  3. A adição de Petrobras soma-se a posição em Prio, que reduzimos marginalmente como funding.

    Mantém posição em Prio, reduzida marginalmente para servir de funding à entrada de Petrobras no portfólio.

  4. Durante o mês, aumentamos exposição aos setores de logística, com aumentos marginais em posições existentes, e energia, com a adição de Petrobras ao portfólio.

    O gestor aumentou exposição ao setor de logística no mês, via acréscimos marginais em posições já existentes no portfólio.

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