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Indie Capital

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Cartas processadas
15
Ativos únicos
53
Clareza média
61%
AUM total
R$ 478,4 mi

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Composição declarada à CVM (dado público) — auto-gerado, sem curadoria editorial.

Posições declaradas (CVM)

Do que esta casa é feita

Posições consolidadas de todos os fundos da casa, mês a mês. Em Alocação, o peso de cada categoria/ticker no PL (soma ~100% com “Outros”). Em Exposição, soma os derivativos assinados (comprado acima do zero, vendido abaixo).

Última carteira ≥90% divulgada: jan/2026. Gestores de ações podem divulgar a composição à CVM com defasagem (confidencialidade), em geral de 3 a 6 meses.

Trecho pontilhado = última carteira conhecida, carregada adiante. A CDA da CVM não tem preço ao vivo — pode não refletir a posição atual.

Última carteira divulgada: jan/2026

Séries (6)

Valores no gráfico ao passar o mouse (última carteira ≥90% divulgada à CVM). “Outros” é o residual do PL.

Derivativos

Posicionamento via futuros

Exposição comprada e vendida via contratos futuros, por subjacente. O comprado fica acima do zero, o vendido abaixo, e a linha mostra o líquido.

Total comprado
R$ 0
mai/2026
Total vendido
-R$ 3,08 mi
mai/2026
Líquido
-R$ 3,08 mi
mai/2026

Exposição assinada: comprado acima do zero, vendido abaixo. Valores em notional de mercado.

Trecho pontilhado = última posição conhecida, carregada adiante. A CDA da CVM não tem preço ao vivo — pode não refletir a posição atual.

Renda fixa

Alocação macro em renda fixa

Composição declarada à CVM (dado público)

Total em renda fixa: R$ 0 em ago/2026 (última carteira ≥90% divulgada à CVM). Trechos sem nova divulgação repetem a última composição conhecida.

Estrutura

Fundos da casa (8)▾
Indie Capital Investimentos – IndieAçõesR$ 153,62 miR$ 128,39 mi22
Indie Capital Investimentos – Indie TeoremaAçõesR$ 137,81 miR$ 134,51 mi16
Indie Capital Investimentos – FP Indie Total Return FI Cia Resp LimitadaR$ 104,71 miR$ 93,23 mi22
Indie Capital Investimentos – Indie Platinum FI Cia Resp LimitadaR$ 63,55 miR$ 49,34 mi16
Indie Capital Investimentos – Indie Teorema GlobalAçõesR$ 51,97 miR$ 40,84 mi12
Indie Capital Investimentos – Indie FocusAçõesR$ 15,85 miR$ 13,27 mi22
Indie Capital Investimentos – Indie Lotus Total ReturnAçõesR$ 7,98 miR$ 4,58 mi12
Indie Capital Investimentos – Indie Pipe IIR$ 1,05 miR$ 905,1 mil22

Repertório

Ativos recentes

Últimos temas citados pela gestora — ordenados do mais recente para o mais antigo. O score é a nota da última extração.

6

Histórico

Cartas processadas

15
  1. Carta

    Setembro 2026

    Carta de Setembro 2026 · publicada em 21 de out de 2026

    8 ativos

    Indie Capital - Comentario mensal (09/2026)

    A carta do Indie FIC FIA referente a setembro aborda um mês de recuperação da bolsa brasileira, com o Ibovespa avançando 5,0% impulsionado pelo retorno do fluxo estrangeiro e pela continuidade do ciclo de flexibilização monetária, com a Selic reduzida a 13,75%. O fundo registrou retorno de +3,44%, com destaques positivos em utilidades públicas (Equatorial e Eneva) e logística (Localiza), enquanto os setores imobiliário e de materiais foram os principais detratores. No período, a gestora realocou exposição em serviços financeiros, reduzindo B3, iniciando posições em Bradesco, Banco Inter e Iguatemi, e zerando Gerdau para financiar maior exposição a ativos domésticos.

    • “Também iniciamos posição em Iguatemi, diante da combinação de um portfólio de shoppings de qualidade e valuation atrativo.”
    • Trecho compartilhado · 2 ativos

      “Ao longo do mês, realocamos parte da exposição em serviços financeiros, reduzindo a posição em B3 após a forte valorização das ações e iniciando uma nova posição em Bradesco, além de aumentar Banco Inter. Mantemos uma visão positiva sobre B3, mas entendemos que a relação entre risco e retorno passou a ser mais atrativa em outros ativos do setor.”
    • “Ao longo do mês, realocamos parte da exposição em serviços financeiros, reduzindo a posição em B3 após a forte valorização das ações e iniciando uma nova posição em Bradesco, além de aumentar Banco Inter.”
  2. Carta

    Agosto 2026

    Carta de Agosto 2026 · publicada em 08 de set de 2026

    6 ativos

    Indie Capital - Comentario mensal (08/2026)

    A carta do Indie FIC FIA referente a agosto de 2026 descreve um mês de forte volatilidade no mercado doméstico, com o Ibovespa praticamente estável (-0,3%), pressionado por saída de capital estrangeiro, juros elevados e incertezas fiscal e eleitoral, enquanto o fundo registrou retorno de +1,13% contra -0,20% do IBX. Os principais destaques positivos vieram dos setores imobiliário (Cury e Tenda) e serviços financeiros (B3), ao passo que consumo (Smart Fit e C&A) e logística (Localiza e Movida) foram os maiores detratores. No período, a gestora zerou posições em Nubank e Bradesco, iniciou posição relevante em B3 pelo valuation atrativo e ampliou a exposição a utilidades públicas, encerrando o mês com 2,9% de caixa.

    • “iniciando uma posição relevante em B3, diante de um valuation atrativo, com dividend yield próximo a 10%, e evitando a exposição ao cenário de crédito para pessoa física no segundo semestre.”
      • +2.5B3ativo· cl 82
    • “Também aumentamos a exposição a utilidades públicas, setor que combina menor exposição à dinâmica de consumo doméstico com valuations em níveis atrativos.”
    • “Os principais destaques positivos foram os setores imobiliário (+1,26 p.p.), com Cury e Tenda, e serviços financeiros (+0,98 p.p.), puxado por B3.”
  3. Carta

    Maio 2026

    Carta de Maio 2026 · publicada em 03 de jun de 2026

    17 ativos

    Indie Capital - Comentario mensal (05/2026)

    Em maio de 2026, o Indie FIC FIA registrou retorno de -6,6%, em um mês marcado pelo pior desempenho dos ativos brasileiros desde o início de 2023, com o Ibovespa recuando 7,2% sob pressão de saída de capital estrangeiro, revisão do ciclo da Selic e incerteza eleitoral. A gestora reduziu de forma relevante a exposição a serviços financeiros — zerando Nubank e reduzindo Banco Pine — diante de uma leitura mais cautelosa sobre o ciclo de crédito para pessoa física, com inadimplência em alta e endividamento das famílias em patamar historicamente elevado. Em contrapartida, ampliou alocações em utilidades públicas e bens de capital, destacando a recuperação das construtoras de baixa renda Tenda e Cury como os principais contribuidores positivos do mês.

  4. Carta

    Fevereiro 2026

    Carta de Fevereiro 2026 · publicada em 11 de mar de 2026

    5 ativos

    Indie Capital - Comentario mensal (02/2026)

    A carta de fevereiro de 2026 da Indie Capital descreve um mês favorável para o mercado brasileiro, com o Ibovespa avançando 4,1% impulsionado por forte entrada de fluxo estrangeiro (R$ 15 bilhões em mercados emergentes), enquanto o Indie FIC FIA registrou retorno de 2,5%. Os principais destaques positivos vieram do setor de utilidades públicas (+3,0 p.p.) e das posições em Três Tentos e Intelbras, ao passo que Nubank foi o maior detrator, penalizado por resultado abaixo das expectativas e orçamento de investimentos mais agressivo. Ao longo do mês, a gestora aumentou exposição em rodovias, agronegócio e saúde, iniciando posição em Três Tentos, e encerrou o período com 7,2% de caixa.

  5. Carta

    Janeiro 2026

    Carta de Janeiro 2026 · publicada em 04 de fev de 2026

    8 ativos

    Indie Capital - Comentario mensal (01/2026)

    Em janeiro de 2026, o Indie FIC FIA registrou retorno de 10,0%, em um mês marcado pelo forte desempenho dos ativos brasileiros, impulsionado pelo enfraquecimento do dólar, rotação global de portfólios em direção a emergentes e fluxo de R$ 26 bilhões de investidores estrangeiros, que levou o Ibovespa a avançar 12,6%. Os destaques positivos do fundo vieram dos setores de energia, utilidades públicas e shoppings, enquanto a gestora aumentou posição em Bradesco e BTG Pactual, iniciou posição em Axia e retomou investimento em Intelbras, encerrando o mês com 8,7% de caixa.

  6. Carta

    Dezembro 2025

    Carta de Dezembro 2025 · publicada em 06 de jan de 2026

    5 ativos

    Indie Capital - Comentario mensal (12/2025)

    A carta da Indie Capital referente a dezembro de 2025 aborda o desempenho anual do Indie FIC FIA, que encerrou o ano com retorno de 23,9% contra 33,5% do IBX, em um ano positivo para a renda variável brasileira impulsionado pelo fluxo de investidores estrangeiros e pelo enfraquecimento global do dólar. Os principais destaques positivos do ano foram os setores de utilidades públicas, logística e energia, com contribuições individuais relevantes de Eneva, Equatorial e Localiza. O principal detrator foi o setor de saúde, representado por Hapvida, cuja posição foi encerrada após resultado do terceiro trimestre que interrompeu a trajetória de melhoria operacional da companhia.

    • “Eneva com o risco crescente de potência no leilão de reserva de capacidade que será realizado em 2026 .”
    • “Encerramos a posição após o resultado do 3º trimestre, que interrompeu”
    • “individuais para Eneva, Localiza”
  7. Carta

    Novembro 2025

    Carta de Novembro 2025 · publicada em 01 de dez de 2025

    1 ativo

    Indie Capital - Comentario mensal (11/2025)

    A carta da Indie Capital referente a novembro de 2025 aborda o desempenho do Indie FIC FIA, que registrou retorno de 1,6% no mês contra 6,4% do IBX, com destaque positivo para os setores de utilidades públicas, logística e imobiliário. O principal detrator foi Hapvida, cujos resultados interromperam a trajetória de melhoria e trouxeram questionamentos sobre a qualidade da gestão e a viabilidade do modelo de negócios. Ao longo do mês, a gestora aumentou a exposição ao setor de logística, com adições em Localiza e Motiva, e realizou uma troca entre ações do setor financeiro, encerrando o portfólio com 5,2% de caixa.

    • “O resultado veio de Hapvida . O resultado mostrou um certo nível de descontrole gerencial que traz imprevisibilidade resultados futuros, além de colocar em questionamento assimetria para os próximos períodos .”
  8. Carta

    Outubro 2025

    Carta de Outubro 2025 · publicada em 04 de nov de 2025

    2 ativos

    Indie Capital - Comentario mensal (10/2025)

    A carta da Indie Capital referente a outubro de 2025 aborda o desempenho do Indie FIC FIA, que registrou retorno de -2,9% no mês frente a 2,1% do IBX, acumulando alta de 26,1% no ano contra 23,9% do índice. Os principais detratores foram os setores de consumo, saúde e imobiliário, com destaque negativo para Hapvida, Plano & Plano e Grupo Mateus. O gestor descreve ainda a abertura de nova posição na Motiva (antiga CCR), empresa líder em concessões de rodovias e transporte sobre trilhos, cuja TIR real implícita é apontada em 11,5%, e o encerramento da posição em Copel após boa performance ao longo do ano.

    • “a Motiva tem um portfólio bastante defensivo, composto por ativos premium, com posição de integral em todas as concessões cerca de 40%, segue mais de metade de seu resultado contra riscos de demanda.”
    • “reduzimos da posição em Copel, após uma boa performance”
  9. Carta

    Setembro 2025

    Carta de Setembro 2025 · publicada em 03 de out de 2025

    5 ativos

    Indie Capital - Comentario mensal (09/2025)

    A carta da Indie Capital referente a setembro de 2025 reporta retorno de 3,6% no mês para o Indie FIC FIA, superando o IBX (3,5%), com acumulado no ano de 29,8% contra 21,4% do índice. Os destaques positivos vieram dos setores imobiliário e de utilidades públicas, com a adição de Energisa e Sanepar ao portfólio, enquanto o setor de saúde foi o principal detrator. A gestora também comunicou a venda integral da posição em Suzano, atribuindo a decisão ao impacto negativo da valorização do real sobre os resultados da companhia, cuja receita é majoritariamente em dólares.

    • “Já na Sanepar, vemos um bom carrego, com TIR real atrativa, possibilidade de captura de um valor acima das expectativas no tratamento regulatório sobre os precatórios recebidos e a opcionalidade de eventual privatização.”
      • +2.5Saneparativo· cl 88
    • “No caso da Energisa, enxergamos retornos prospectivos atrativos com baixo risco nos fluxos de caixa projetados.”
    • “A principal redução do período foi a venda da posição de Suzano. Apesar da tese para o preço da celulose estar evoluindo conforme o esperado, com anúncios recentes de aumentos para agosto, setembro e outubro, a desvalorização do dólar frente ao Real tem impacto relevante nos resultados, já que cerca de 80% da receita da companhia é em dólares, enquanto a maior parte de seus custos está em reais.”
  10. Carta

    Agosto 2025

    Carta de Agosto 2025 · publicada em 02 de set de 2025

    12 ativos

    Indie Capital - Comentario mensal (08/2025)

    A carta da Indie Capital referente a agosto de 2025 descreve um mês positivo para os ativos domésticos, impulsionado pelo arrefecimento das preocupações tarifárias dos EUA e pela sinalização de corte de juros pelo Federal Reserve, contexto no qual o Indie FIC FIA avançou 7,7%, superando os 6,2% do IBX e acumulando alta de 25,3% no ano contra 17,3% do índice. Os principais destaques positivos vieram dos setores de consumo, utilidades públicas e saúde, com resultados acima do esperado de empresas como Smart Fit, Hapvida, GPS e Ultra, enquanto a Prio figurou como destaque negativo, pressionada pela queda no preço do petróleo e pela paralisação no campo de Peregrino. No campo de movimentações, a gestora ampliou exposição em Equatorial e Ultra, e substituiu Tenda por Plano & Plano e Direcional, mantendo alocação em construtoras de baixa renda.

    • “aumentamos a exposição em Equatorial, onde enxergamos assimetria atrativa com TIR implícita acima de IPCA + 11,0% e boas oportunidades de alocação de capital”
    • Trecho compartilhado · 4 ativos

      “Entre as reduções, destacamos a saída de Tenda, substituída pelo aumento de posição em Plano & Plano e uma nova posição em Direcional, mantendo nossa exposição às construtoras de baixa renda.”
    • “aumentamos a exposição em Ultra, diante de uma dinâmica setorial mais favorável no mercado de combustíveis e perspectivas positivas para o 3º trimestre.”
  11. Carta

    Julho 2025

    Carta de Julho 2025 · publicada em 05 de ago de 2025

    5 ativos

    Indie Capital - Comentario mensal (07/2025)

    A carta da Indie Capital referente a julho de 2025 aborda o impacto do anúncio de tarifas de importação adicionais pelos EUA sobre ativos brasileiros, que reverteu a tendência positiva da bolsa e resultou em saída líquida de R$ 6,3 bilhões por investidores estrangeiros no mês. O Indie FIC FIA registrou rentabilidade de -7,4% no período, contra -4,2% do IBX, com os setores de consumo, imobiliário e shopping como principais detratores — movimento atribuído pela gestora a fatores técnicos de fluxo, sem alteração nas teses fundamentais do portfólio. Durante o mês, a gestora elevou exposição a saúde, consumo e materiais, ao mesmo tempo em que reduziu posições em logística, distribuição de combustíveis e serviços.

    • Trecho compartilhado · 3 ativos

      “Durante o mês, aumentamos a exposição aos setores de saúde, consumo e materiais.”
    • Trecho compartilhado · 2 ativos

      “reduzimos a exposição aos setores de logística, distribuição de combustíveis (dentro do setor de energia) e serviços.”
  12. Carta

    Junho 2025

    Carta de Junho 2025 · publicada em 03 de jul de 2025

    8 ativos

    Indie Capital - Comentario mensal (06/2025)

    A carta da Indie Capital referente a junho de 2025 reporta rentabilidade de 3,3% do Indie FIC FIA no mês, superando o IBX (1,4%) e o Ibovespa (1,3%), com acumulado de 25,7% no ano. Os principais destaques positivos foram Prio, Intelbras e Vibra Energia, enquanto a gestora detalha a tese da Intelbras — recém-adicionada ao portfólio — como empresa de crescimento com alto retorno sobre capital e valuation considerado atrativo. O fundo encerrou o mês com 3,7% de caixa, após movimentos de aumento marginal em logística, saúde e TI/mídia e redução em utilidades públicas, setor que ainda representa a maior exposição setorial.

    • Trecho compartilhado · 2 ativos

      “A empresa combina crescimento, resultado da atuação nos mercados de segurança e comunicação, que passam por constantes evoluções tecnológicas, e alto retorno sobre o capital empregado, fruto de sua dominância de mercado, sustentada por um modelo de distribuição e vendas diferenciado.”
      • +2.5Intelbrasativo· cl 82
      • +2.0TI/Mídiasetor· cl 72
    • Trecho compartilhado · 2 ativos

      “As principais posições contribuidoras de performance foram Prio, Intelbras e Vibra Energia.”
    • “reduzimos a exposição ao setor de utilidades públicas, que continua sendo a maior posição setorial do portfólio, seguido por consumo e energia.”
  13. Carta

    Abril 2025

    Carta de Abril 2025 · publicada em 05 de mai de 2025

    9 ativos

    Indie Capital - Comentario mensal (04/2025)

    A carta da Indie Capital referente a abril de 2025 destaca a forte performance do Indie FIC FIA, com rentabilidade de 11,7% no mês e 16,7% no acumulado do ano, superando com expressiva margem o IBX e o Ibovespa. O gestor descreve movimentações relevantes no portfólio, com zeragem da posição em Petrobras, aumento da exposição em Prio e Vibra — esta última vista como negociando a valuation atrativo — e redução parcial das alocações em imobiliário de baixa renda e Localiza após valorização recente. Os setores de logística, utilidades públicas e consumo foram os principais contribuidores de performance no período.

    • Trecho compartilhado · 2 ativos

      “Reduzimos a exposição ao setor como um todo, mas compensamos parcialmente com o aumento da posição em PRIO, por enxergarmos valuation mais atrativo e maior resiliência da empresa a cenários adversos de preço de petróleo.”
    • “Enxergamos a Vibra negociando a um valuation atrativo, mesmo com premissas conservadoras de rentabilidade, em um ano ainda marcado por juros elevados. A empresa carrega opcionalidades de melhorias de rentabilidade e volume com o avanço das iniciativas públicas de combate à ilegalidade no setor.”
    • “No segmento de exploração e produção de petróleo, acreditamos que os preços atuais do petróleo (abaixo de US$ 65/bbl) limitam a capacidade da Petrobras de realizar pagamentos extraordinários de dividendos – um aspecto relevante na tese de investimento.”
  14. Carta

    Março 2025

    Carta de Março 2025 · publicada em 03 de abr de 2025

    2 ativos

    Indie Capital - Comentario mensal (03/2025)

    A carta da Indie Capital referente a março de 2025 aborda o desempenho positivo do mercado acionário brasileiro no período, com o Ibovespa subindo 6,1% e fluxo estrangeiro superior a R$ 5,5 bilhões, em contraste com a queda de 5,7% do S&P 500 diante das incertezas tarifárias nos EUA. O Indie FIC FIA registrou rentabilidade de 5,0%, com destaques positivos em logística, consumo e shoppings — especialmente Localiza, Grupo Mateus e Allos. A gestora descreveu a inclusão de Vibra no portfólio, justificada por valuation considerado atrativo e ambiente competitivo favorável, e o aumento da posição em Smart Fit, com maior conforto na alocação de capital marginal da companhia.

    • “No caso de Vibra, investimento que já tínhamos no passado, enxergamos a ação negociando a um valuation atrativo, mesmo com nível de alavancagem e patamar de juros ainda subótimos, ao mesmo tempo que observamos um ambiente competitivo favorável, com concorrentes mostrando racionalidade, favorecendo os patamares de rentabilidade da indústria.”
    • “No caso da Smart Fit, aumentamos a posição à medida que ganhamos mais conforto com o espaço e retorno da alocação de capital marginal da companhia.”
  15. Carta

    Fevereiro 2025

    Carta de Fevereiro 2025 · publicada em 07 de mar de 2025

    6 ativos

    Indie Capital - Comentario mensal (02/2025)

    A carta da Indie Capital referente a fevereiro de 2025 aborda um mês de desempenho negativo para o Indie FIC FIA (-5,4%), em contexto de queda do Ibovespa (-2,6%) e do S&P 500 (-1,4%), pressionados por preocupações fiscais domésticas, recuo nos preços de petróleo e minério de ferro, e tensões tarifárias nos EUA. No período, a gestora zerou posições em B3 e Copel após performance positiva e adicionou Petrobras ao portfólio, destacando o dividend yield de aproximadamente 15% e a opcionalidade ligada ao cenário eleitoral de 2026. As principais exposições setoriais ao fim do mês concentravam-se em utilidades públicas, logística e consumo, com 2,2% de caixa.

    • Trecho compartilhado · 2 ativos

      “reduzimos exposição aos setores de serviços financeiros e utilidades públicas, com as zeragens de B3 e Copel, após a performance positiva de ambas as ações.”
    • Trecho compartilhado · 2 ativos

      “Vemos a Petrobras com um bom carrego (aproximadamente 15% de dividend yield em uma empresa dolarizada, mas com a opcionalidade de capturar uma eventual melhora no cenário eleitoral para 2026, com a possibilidade de uma mudança política no Governo Federal.”
    • “A adição de Petrobras soma-se a posição em Prio, que reduzimos marginalmente como funding.”