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Indie Capital

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Cartas processadas
13
Ativos únicos
50
Clareza média
62%
AUM total
R$ 542,15 mi

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Composição declarada à CVM (dado público) — auto-gerado, sem curadoria editorial.

Posições declaradas (CVM)

Do que esta casa é feita

Posições consolidadas de todos os fundos da casa, mês a mês. Em Alocação, o peso de cada categoria/ticker no PL (soma ~100% com “Outros”). Em Exposição, soma os derivativos assinados (comprado acima do zero, vendido abaixo).

Última carteira ≥90% divulgada: jun/2025. Gestores de ações podem divulgar a composição à CVM com defasagem (confidencialidade), em geral de 3 a 6 meses.

Trecho pontilhado = última carteira conhecida, carregada adiante. A CDA da CVM não tem preço ao vivo — pode não refletir a posição atual.

Última carteira divulgada: jun/2025

Séries (6)

Valores no gráfico ao passar o mouse (última carteira ≥90% divulgada à CVM). “Outros” é o residual do PL.

Derivativos

Posicionamento via futuros

Exposição comprada e vendida via contratos futuros, por subjacente. O comprado fica acima do zero, o vendido abaixo, e a linha mostra o líquido.

Total comprado
R$ 0
mai/2026
Total vendido
-R$ 3,08 mi
mai/2026
Líquido
-R$ 3,08 mi
mai/2026

Exposição assinada: comprado acima do zero, vendido abaixo. Valores em notional de mercado.

Trecho pontilhado = última posição conhecida, carregada adiante. A CDA da CVM não tem preço ao vivo — pode não refletir a posição atual.

Renda fixa

Alocação macro em renda fixa

Composição declarada à CVM (dado público)

Total em renda fixa: R$ 0 em mai/2026 (última carteira ≥90% divulgada à CVM). Trechos sem nova divulgação repetem a última composição conhecida.

Estrutura

Fundos da casa (8)
Indie Capital Investimentos – IndieAçõesR$ 190,99 miR$ 157,45 mi20
Indie Capital Investimentos – Indie TeoremaAçõesR$ 126,29 miR$ 123,38 mi15
Indie Capital Investimentos – FP Indie Total Return FI Cia Resp LimitadaR$ 104,71 miR$ 93,23 mi22
Indie Capital Investimentos – Indie Platinum FI Cia Resp LimitadaR$ 58,53 miR$ 46,41 mi15
Indie Capital Investimentos – Indie Teorema GlobalAçõesR$ 49,56 miR$ 41,99 mi12
Indie Capital Investimentos – Indie FocusAçõesR$ 25,61 miR$ 21,13 mi19
Indie Capital Investimentos – Indie Lotus Total ReturnAçõesR$ 8,18 miR$ 7,21 mi6
Indie Capital Investimentos – Indie Pipe IIR$ 1 miR$ 810,9 mil18

Repertório

Ativos recentes

Últimos temas citados pela gestora — ordenados do mais recente para o mais antigo. O score é a nota da última extração.

6

Histórico

Cartas processadas

13
  1. Carta

    Maio 2026

    Carta de Maio 2026 · publicada em 03 de jun de 2026

    17 ativos

    Indie Capital - Comentario mensal (05/2026)

    Em maio de 2026, o Indie FIC FIA registrou retorno de -6,6%, em um mês marcado pelo pior desempenho dos ativos brasileiros desde o início de 2023, com o Ibovespa recuando 7,2% sob pressão de saída de capital estrangeiro, revisão do ciclo da Selic e incerteza eleitoral. A gestora reduziu de forma relevante a exposição a serviços financeiros — zerando Nubank e reduzindo Banco Pine — diante de uma leitura mais cautelosa sobre o ciclo de crédito para pessoa física, com inadimplência em alta e endividamento das famílias em patamar historicamente elevado. Em contrapartida, ampliou alocações em utilidades públicas e bens de capital, destacando a recuperação das construtoras de baixa renda Tenda e Cury como os principais contribuidores positivos do mês.

  2. Carta

    Fevereiro 2026

    Carta de Fevereiro 2026 · publicada em 11 de mar de 2026

    7 ativos

    Indie Capital - Comentario mensal (02/2026)

    A carta de fevereiro de 2026 da Indie Capital descreve um mês favorável para o mercado brasileiro, com o Ibovespa avançando 4,1% impulsionado por forte entrada de fluxo estrangeiro (R$ 15 bilhões em mercados emergentes), enquanto o Indie FIC FIA registrou retorno de 2,5%. Os principais destaques positivos vieram do setor de utilidades públicas (+3,0 p.p.) e das posições em Três Tentos e Intelbras, ao passo que Nubank foi o maior detrator, penalizado por resultado abaixo das expectativas e orçamento de investimentos mais agressivo. Ao longo do mês, a gestora aumentou exposição em rodovias, agronegócio e saúde, iniciando posição em Três Tentos, e encerrou o período com 7,2% de caixa.

    • (+ 3,0 p.p) e das posições em Três Tentos
      • +2.03tentosativo· cl 35
    • portfólio estão nos setores de utilidades públicas, consumo e serviços financeiros.
    • As principais posições do portfólio estão nos setores de utilidades públicas, consumo e serviços financeiros.
  3. Carta

    Janeiro 2026

    Carta de Janeiro 2026 · publicada em 04 de fev de 2026

    9 ativos

    Indie Capital - Comentario mensal (01/2026)

    Em janeiro de 2026, o Indie FIC FIA registrou retorno de 10,0%, em um mês marcado pelo forte desempenho dos ativos brasileiros, impulsionado pelo enfraquecimento do dólar, rotação global de portfólios em direção a emergentes e fluxo de R$ 26 bilhões de investidores estrangeiros, que levou o Ibovespa a avançar 12,6%. Os destaques positivos do fundo vieram dos setores de energia, utilidades públicas e shoppings, enquanto a gestora aumentou posição em Bradesco e BTG Pactual, iniciou posição em Axia e retomou investimento em Intelbras, encerrando o mês com 8,7% de caixa.

    • Iniciamos nova posição em Axia, dada a
      • +2.0Axiaativo· cl 72
    • voltamos a investir em Intelbras .
      • +2.0Intelbrasativo· cl 35
    • Ao longo do mês, reduzimos a exposição aos setores públicas, financeiros.
  4. Carta

    Dezembro 2025

    Carta de Dezembro 2025 · publicada em 06 de jan de 2026

    5 ativos

    Indie Capital - Comentario mensal (12/2025)

    A carta da Indie Capital referente a dezembro de 2025 aborda o desempenho anual do Indie FIC FIA, que encerrou o ano com retorno de 23,9% contra 33,5% do IBX, em um ano positivo para a renda variável brasileira impulsionado pelo fluxo de investidores estrangeiros e pelo enfraquecimento global do dólar. Os principais destaques positivos do ano foram os setores de utilidades públicas, logística e energia, com contribuições individuais relevantes de Eneva, Equatorial e Localiza. O principal detrator foi o setor de saúde, representado por Hapvida, cuja posição foi encerrada após resultado do terceiro trimestre que interrompeu a trajetória de melhoria operacional da companhia.

    • Eneva com o risco crescente de potência no leilão de reserva de capacidade que será realizado em 2026 .
    • Encerramos a posição após o resultado do 3º trimestre, que interrompeu
    • individuais para Eneva, Localiza
  5. Carta

    Novembro 2025

    Carta de Novembro 2025 · publicada em 01 de dez de 2025

    1 ativo

    Indie Capital - Comentario mensal (11/2025)

    A carta da Indie Capital referente a novembro de 2025 aborda o desempenho do Indie FIC FIA, que registrou retorno de 1,6% no mês contra 6,4% do IBX, com destaque positivo para os setores de utilidades públicas, logística e imobiliário. O principal detrator foi Hapvida, cujos resultados interromperam a trajetória de melhoria e trouxeram questionamentos sobre a qualidade da gestão e a viabilidade do modelo de negócios. Ao longo do mês, a gestora aumentou a exposição ao setor de logística, com adições em Localiza e Motiva, e realizou uma troca entre ações do setor financeiro, encerrando o portfólio com 5,2% de caixa.

    • O resultado veio de Hapvida . O resultado mostrou um certo nível de descontrole gerencial que traz imprevisibilidade resultados futuros, além de colocar em questionamento assimetria para os próximos períodos .
  6. Carta

    Outubro 2025

    Carta de Outubro 2025 · publicada em 04 de nov de 2025

    2 ativos

    Indie Capital - Comentario mensal (10/2025)

    A carta da Indie Capital referente a outubro de 2025 aborda o desempenho do Indie FIC FIA, que registrou retorno de -2,9% no mês frente a 2,1% do IBX, acumulando alta de 26,1% no ano contra 23,9% do índice. Os principais detratores foram os setores de consumo, saúde e imobiliário, com destaque negativo para Hapvida, Plano & Plano e Grupo Mateus. O gestor descreve ainda a abertura de nova posição na Motiva (antiga CCR), empresa líder em concessões de rodovias e transporte sobre trilhos, cuja TIR real implícita é apontada em 11,5%, e o encerramento da posição em Copel após boa performance ao longo do ano.

    • a Motiva tem um portfólio bastante defensivo, composto por ativos premium, com posição de integral em todas as concessões cerca de 40%, segue mais de metade de seu resultado contra riscos de demanda.
      • +2.5Motivaativo· cl 62
    • reduzimos da posição em Copel, após uma boa performance
  7. Carta

    Setembro 2025

    Carta de Setembro 2025 · publicada em 03 de out de 2025

    5 ativos

    Indie Capital - Comentario mensal (09/2025)

    A carta da Indie Capital referente a setembro de 2025 reporta retorno de 3,6% no mês para o Indie FIC FIA, superando o IBX (3,5%), com acumulado no ano de 29,8% contra 21,4% do índice. Os destaques positivos vieram dos setores imobiliário e de utilidades públicas, com a adição de Energisa e Sanepar ao portfólio, enquanto o setor de saúde foi o principal detrator. A gestora também comunicou a venda integral da posição em Suzano, atribuindo a decisão ao impacto negativo da valorização do real sobre os resultados da companhia, cuja receita é majoritariamente em dólares.

    • Já na Sanepar, vemos um bom carrego, com TIR real atrativa, possibilidade de captura de um valor acima das expectativas no tratamento regulatório sobre os precatórios recebidos e a opcionalidade de eventual privatização.
      • +2.5Saneparativo· cl 88
    • No caso da Energisa, enxergamos retornos prospectivos atrativos com baixo risco nos fluxos de caixa projetados.
    • A principal redução do período foi a venda da posição de Suzano. Apesar da tese para o preço da celulose estar evoluindo conforme o esperado, com anúncios recentes de aumentos para agosto, setembro e outubro, a desvalorização do dólar frente ao Real tem impacto relevante nos resultados, já que cerca de 80% da receita da companhia é em dólares, enquanto a maior parte de seus custos está em reais.
  8. Carta

    Agosto 2025

    Carta de Agosto 2025 · publicada em 02 de set de 2025

    14 ativos

    Indie Capital - Comentario mensal (08/2025)

    A carta da Indie Capital referente a agosto de 2025 descreve um mês positivo para os ativos domésticos, impulsionado pelo arrefecimento das preocupações tarifárias dos EUA e pela sinalização de corte de juros pelo Federal Reserve, contexto no qual o Indie FIC FIA avançou 7,7%, superando os 6,2% do IBX e acumulando alta de 25,3% no ano contra 17,3% do índice. Os principais destaques positivos vieram dos setores de consumo, utilidades públicas e saúde, com resultados acima do esperado de empresas como Smart Fit, Hapvida, GPS e Ultra, enquanto a Prio figurou como destaque negativo, pressionada pela queda no preço do petróleo e pela paralisação no campo de Peregrino. No campo de movimentações, a gestora ampliou exposição em Equatorial e Ultra, e substituiu Tenda por Plano & Plano e Direcional, mantendo alocação em construtoras de baixa renda.

    • aumentamos a exposição em Equatorial, onde enxergamos assimetria atrativa com TIR implícita acima de IPCA + 11,0% e boas oportunidades de alocação de capital
    • Trecho compartilhado · 4 ativos

      Entre as reduções, destacamos a saída de Tenda, substituída pelo aumento de posição em Plano & Plano e uma nova posição em Direcional, mantendo nossa exposição às construtoras de baixa renda.
    • aumentamos a exposição em Ultra, diante de uma dinâmica setorial mais favorável no mercado de combustíveis e perspectivas positivas para o 3º trimestre.
  9. Carta

    Julho 2025

    Carta de Julho 2025 · publicada em 05 de ago de 2025

    5 ativos

    Indie Capital - Comentario mensal (07/2025)

    A carta da Indie Capital referente a julho de 2025 aborda o impacto do anúncio de tarifas de importação adicionais pelos EUA sobre ativos brasileiros, que reverteu a tendência positiva da bolsa e resultou em saída líquida de R$ 6,3 bilhões por investidores estrangeiros no mês. O Indie FIC FIA registrou rentabilidade de -7,4% no período, contra -4,2% do IBX, com os setores de consumo, imobiliário e shopping como principais detratores — movimento atribuído pela gestora a fatores técnicos de fluxo, sem alteração nas teses fundamentais do portfólio. Durante o mês, a gestora elevou exposição a saúde, consumo e materiais, ao mesmo tempo em que reduziu posições em logística, distribuição de combustíveis e serviços.

    • Trecho compartilhado · 3 ativos

      Durante o mês, aumentamos a exposição aos setores de saúde, consumo e materiais.
    • Trecho compartilhado · 2 ativos

      reduzimos a exposição aos setores de logística, distribuição de combustíveis (dentro do setor de energia) e serviços.
  10. Carta

    Junho 2025

    Carta de Junho 2025 · publicada em 03 de jul de 2025

    8 ativos

    Indie Capital - Comentario mensal (06/2025)

    A carta da Indie Capital referente a junho de 2025 reporta rentabilidade de 3,3% do Indie FIC FIA no mês, superando o IBX (1,4%) e o Ibovespa (1,3%), com acumulado de 25,7% no ano. Os principais destaques positivos foram Prio, Intelbras e Vibra Energia, enquanto a gestora detalha a tese da Intelbras — recém-adicionada ao portfólio — como empresa de crescimento com alto retorno sobre capital e valuation considerado atrativo. O fundo encerrou o mês com 3,7% de caixa, após movimentos de aumento marginal em logística, saúde e TI/mídia e redução em utilidades públicas, setor que ainda representa a maior exposição setorial.

    • Trecho compartilhado · 2 ativos

      A empresa combina crescimento, resultado da atuação nos mercados de segurança e comunicação, que passam por constantes evoluções tecnológicas, e alto retorno sobre o capital empregado, fruto de sua dominância de mercado, sustentada por um modelo de distribuição e vendas diferenciado.
      • +2.5Intelbrasativo· cl 82
      • +2.0TI/Mídiasetor· cl 72
    • Trecho compartilhado · 2 ativos

      As principais posições contribuidoras de performance foram Prio, Intelbras e Vibra Energia.
    • reduzimos a exposição ao setor de utilidades públicas, que continua sendo a maior posição setorial do portfólio, seguido por consumo e energia.
  11. Carta

    Abril 2025

    Carta de Abril 2025 · publicada em 05 de mai de 2025

    9 ativos

    Indie Capital - Comentario mensal (04/2025)

    A carta da Indie Capital referente a abril de 2025 destaca a forte performance do Indie FIC FIA, com rentabilidade de 11,7% no mês e 16,7% no acumulado do ano, superando com expressiva margem o IBX e o Ibovespa. O gestor descreve movimentações relevantes no portfólio, com zeragem da posição em Petrobras, aumento da exposição em Prio e Vibra — esta última vista como negociando a valuation atrativo — e redução parcial das alocações em imobiliário de baixa renda e Localiza após valorização recente. Os setores de logística, utilidades públicas e consumo foram os principais contribuidores de performance no período.

    • Enxergamos a Vibra negociando a um valuation atrativo, mesmo com premissas conservadoras de rentabilidade, em um ano ainda marcado por juros elevados. A empresa carrega opcionalidades de melhorias de rentabilidade e volume com o avanço das iniciativas públicas de combate à ilegalidade no setor.
    • Trecho compartilhado · 2 ativos

      Reduzimos a exposição ao setor como um todo, mas compensamos parcialmente com o aumento da posição em PRIO, por enxergarmos valuation mais atrativo e maior resiliência da empresa a cenários adversos de preço de petróleo.
    • No segmento de exploração e produção de petróleo, acreditamos que os preços atuais do petróleo (abaixo de US$ 65/bbl) limitam a capacidade da Petrobras de realizar pagamentos extraordinários de dividendos – um aspecto relevante na tese de investimento.
  12. Carta

    Março 2025

    Carta de Março 2025 · publicada em 03 de abr de 2025

    2 ativos

    Indie Capital - Comentario mensal (03/2025)

    A carta da Indie Capital referente a março de 2025 aborda o desempenho positivo do mercado acionário brasileiro no período, com o Ibovespa subindo 6,1% e fluxo estrangeiro superior a R$ 5,5 bilhões, em contraste com a queda de 5,7% do S&P 500 diante das incertezas tarifárias nos EUA. O Indie FIC FIA registrou rentabilidade de 5,0%, com destaques positivos em logística, consumo e shoppings — especialmente Localiza, Grupo Mateus e Allos. A gestora descreveu a inclusão de Vibra no portfólio, justificada por valuation considerado atrativo e ambiente competitivo favorável, e o aumento da posição em Smart Fit, com maior conforto na alocação de capital marginal da companhia.

    • No caso de Vibra, investimento que já tínhamos no passado, enxergamos a ação negociando a um valuation atrativo, mesmo com nível de alavancagem e patamar de juros ainda subótimos, ao mesmo tempo que observamos um ambiente competitivo favorável, com concorrentes mostrando racionalidade, favorecendo os patamares de rentabilidade da indústria.
    • No caso da Smart Fit, aumentamos a posição à medida que ganhamos mais conforto com o espaço e retorno da alocação de capital marginal da companhia.
  13. Carta

    Fevereiro 2025

    Carta de Fevereiro 2025 · publicada em 07 de mar de 2025

    6 ativos

    Indie Capital - Comentario mensal (02/2025)

    A carta da Indie Capital referente a fevereiro de 2025 aborda um mês de desempenho negativo para o Indie FIC FIA (-5,4%), em contexto de queda do Ibovespa (-2,6%) e do S&P 500 (-1,4%), pressionados por preocupações fiscais domésticas, recuo nos preços de petróleo e minério de ferro, e tensões tarifárias nos EUA. No período, a gestora zerou posições em B3 e Copel após performance positiva e adicionou Petrobras ao portfólio, destacando o dividend yield de aproximadamente 15% e a opcionalidade ligada ao cenário eleitoral de 2026. As principais exposições setoriais ao fim do mês concentravam-se em utilidades públicas, logística e consumo, com 2,2% de caixa.

    • Trecho compartilhado · 2 ativos

      reduzimos exposição aos setores de serviços financeiros e utilidades públicas, com as zeragens de B3 e Copel, após a performance positiva de ambas as ações.
    • Trecho compartilhado · 2 ativos

      Vemos a Petrobras com um bom carrego (aproximadamente 15% de dividend yield em uma empresa dolarizada, mas com a opcionalidade de capturar uma eventual melhora no cenário eleitoral para 2026, com a possibilidade de uma mudança política no Governo Federal.
    • Durante o mês, aumentamos exposição aos setores de logística, com aumentos marginais em posições existentes, e energia, com a adição de Petrobras ao portfólio.