JGP Carta Macroeconomica - Agosto 2025
Agosto 2025 · JGP
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Resumo
A carta macroeconômica da JGP referente a agosto de 2025 analisa o cenário externo e doméstico, destacando a revisão baixista do payroll americano e a sinalização do Fed para um corte de 25bps em setembro, com o ciclo projetado encerrando o fed funds em 3,3% em meados de 2026. No Brasil, os ativos financeiros registraram desempenho positivo no período, impulsionados pela desaceleração gradual da atividade econômica, moderação da inflação e movimentações políticas em torno do Governador Tarcísio de Freitas, visto pelo mercado como potencial candidato presidencial em 2026; a gestora projeta início do ciclo de corte de juros pelo BCB em janeiro de 2026, com risco de antecipação para dezembro de 2025.
Conteúdo
Conceitos extraídos
Cada conceito vem com a frase de evidência verbatim. Quando vários conceitos saem do mesmo trecho, agrupamos pela frase.
“Essa evolução do cenário favoreceu as posições aplicadas em taxas de juros e reforçou a convicção de que em um futuro não muito distante o Banco Central do Brasil (BCB) deve iniciar um ciclo de corte de juros. Estamos projetando que esse início do ciclo ocorra em jan/26, com risco de ser antecipado para dez/25.”
Mantém posições aplicadas em juros e projeta início do ciclo de corte pelo BCB em janeiro de 2026, com risco de antecipação para dezembro de 2025.
“Acreditamos que o FED entregará um corte de 25bps na próxima reunião (setembro), e irá implementar mais alguns cortes da mesma magnitude, terminando o ciclo com o "fed funds" em 3,3% no meio de 2026.”
Espera corte de 25bps pelo FED em setembro e cortes adicionais de mesma magnitude, com fed funds encerrando o ciclo em 3,3% no meio de 2026.
“O bom desempenho dos ativos veio no bojo de um cenário global mais favorável, onde o Dólar perdeu valor contra a maioria das moedas, as taxas de juros caíram na parte curta da curva norte-americana e as bolsas de valores tiveram valorização.”
Observa depreciação global do dólar em agosto, que perdeu valor frente à maioria das moedas e favoreceu ativos emergentes, incluindo o Brasil.
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