JGP
Antes de virar preço, vira texto.
- Cartas processadas
- 19
- Ativos únicos
- 25
- Clareza média
- 47%
- AUM total
- R$ 8,99 bi
JGP é uma gestora multimercado fundada em 1998 por André Jakurski (ex-cofundador do Banco Pactual). É uma das casas mais tradicionais do mercado brasileiro e opera multimercado, ações, crédito privado, fundos imobiliários e previdência.
Composição declarada à CVM (dado público) — auto-gerado, sem curadoria editorial.
Posições declaradas (CVM)
Do que esta casa é feita
Posições consolidadas de todos os fundos da casa, mês a mês. Em Alocação, o peso de cada categoria/ticker no PL (soma ~100% com “Outros”). Em Exposição, soma os derivativos assinados (comprado acima do zero, vendido abaixo).
Última carteira ≥90% divulgada: mai/2026. Gestores de ações podem divulgar a composição à CVM com defasagem (confidencialidade), em geral de 3 a 6 meses.
Trecho pontilhado = última carteira conhecida, carregada adiante. A CDA da CVM não tem preço ao vivo — pode não refletir a posição atual.
Última carteira divulgada: mai/2026
Valores no gráfico ao passar o mouse (última carteira ≥90% divulgada à CVM). “Outros” é o residual do PL.
Derivativos
Posicionamento via futuros
Exposição comprada e vendida via contratos futuros, por subjacente. O comprado fica acima do zero, o vendido abaixo, e a linha mostra o líquido.
Exposição assinada: comprado acima do zero, vendido abaixo. Valores em notional de face (R$100k/contrato). Juros: notional de face em R$ — não é DV01/risco de duração.
Trecho pontilhado = última posição conhecida, carregada adiante. A CDA da CVM não tem preço ao vivo — pode não refletir a posição atual.
Renda fixa
Alocação macro em renda fixa
Composição declarada à CVM (dado público)
Total em renda fixa: R$ 14,36 mi em mai/2026 (última carteira ≥90% divulgada à CVM). Trechos sem nova divulgação repetem a última composição conhecida.
Estrutura
Fundos da casa (22)▾
| JGP – Jgp Strategy MultimercadoMultimercado | R$ 2,42 bi | R$ 1,74 bi | 5 |
| JGP – Jgp Max MultimercadoMultimercado | R$ 380,04 mi | R$ 325,62 mi | 5 |
| JGP Equities – Santa Cristina FIAções | R$ 344,34 mi | R$ 198 mi | 18 |
| JGP – Jgp Brasilprev Fife Multimercado Previdenciário FIMultimercado | R$ 339,66 mi | R$ 292,76 mi | 5 |
| JGP – Jgp Magnum MultimercadoMultimercado | R$ 299,54 mi | R$ 184,03 mi | 5 |
| JGP – Jgp Sulamérica Previdenciário Fife Multimercado Créd Priv Resp LimitadaMultimercado | R$ 295,5 mi | R$ 243,48 mi | 3 |
| JGP Equities – Jgp EquityAções | R$ 238,8 mi | R$ 6,82 mi | 1 |
| JGP Equities – Jgp Compounders FIAções | R$ 177,49 mi | R$ 127,48 mi | 17 |
| JGP – Jgp Previdenciário Red MultimercadoMultimercado | R$ 123,59 mi | R$ 101,65 mi | 5 |
| JGP – Jgp Renda Fixa Ativa Longo PrazoMultimercado | R$ 114,67 mi | R$ 93,96 mi | 2 |
| JGP Equities – Jgp Equity | R$ 98,74 mi | R$ 60,53 mi | 16 |
| JGP Equities – Jgp Equity Hedge MultimercadoMultimercado | R$ 93,78 mi | R$ 6,04 mi | 1 |
| JGP – Jgp Multimercado Previdenciário Advisory XP Seguros FIMultimercado | R$ 69,08 mi | R$ 59,5 mi | 5 |
| JGP – Jgp Hedge MultimercadoMultimercado | R$ 67,5 mi | R$ 58,54 mi | 5 |
| JGP – Jgp Multi PV FI MultimercadoMultimercado | R$ 67,17 mi | R$ 12,84 mi | 2 |
| JGP – Jgp Equinox MultimercadoMultimercado | R$ 48,75 mi | R$ 18,84 mi | 5 |
| JGP – Jgp LS Strategy MultimercadoMultimercado | R$ 48,37 mi | R$ 3,02 mi | 1 |
| JGP Equities – Jgp em RespAções | R$ 46,25 mi | R$ 23,83 mi | 13 |
| JGP – Jgp Strategy Previdenciario Multimercado RespMultimercado | R$ 39,51 mi | R$ 27,48 mi | 5 |
| JGP Equities – Fcopel IAções | R$ 39,38 mi | R$ 33,53 mi | 20 |
| JGP – Jgp Multimercado Previdenciário IcatuMultimercado | R$ 25,56 mi | R$ 21,87 mi | 4 |
| JGP REAL Estate – Jgp Real Estate Multiestrategia Multimercado Crédito PrivadoMultimercado | R$ 2,6 mi | R$ 2,18 mi | 10 |
Repertório
Ativos recentes
Últimos temas citados pela gestora — ordenados do mais recente para o mais antigo. O score é a nota da última extração.
Histórico
Cartas processadas
Carta
Junho 2026Carta de Junho 2026 · publicada em 08 de jul de 2026
8 ativos
JGP - Comentario mensal (06/2026)A carta macroeconômica da JGP referente a junho de 2026 tem como tema central os impactos da forte queda do petróleo (Brent -20% no mês) e da mudança de postura do Fed sob Kevin Warsh, que sinalizou maior rigor no combate à inflação, elevando as taxas curtas dos Treasuries e fortalecendo o dólar globalmente. No Brasil, a gestora destaca a deterioração das expectativas de inflação no Focus, a resiliência da atividade econômica e o corte de 0,25 p.p. na Selic pelo BCB — para 14,25% —, com a JGP projetando mais um corte em agosto, seguido de pausa dependente da estabilização das expectativas inflacionárias.
“O novo presidente do Fed, Kevin Warsh, mudou a forma de comunicação, com um texto mais conciso e mais genérico, sem "forward guidance". Na entrevista que se seguiu à reunião, Warsh fez questão de afirmar que não irá tolerar mais desvios em relação à meta de inflação, o que já vem acontecendo há vários anos. Com isso, passou a impressão de que uma alta de juros pode estar a caminho.”
“Em relação aos ativos financeiros, houve desvalorização de 2,6% do Real no mês, que pode ser creditada ao movimento global de fortalecimento do Dólar.”
“o Euro perdeu 2,1% e a moeda da China perdeu 0,30% frente ao Dólar, interrompendo um ciclo de valorização que já vinha durando alguns meses.”
Carta
Maio 2026Carta de Maio 2026 · publicada em 08 de jun de 2026
9 ativos
JGP - Comentario mensal (05/2026)A carta macroeconômica da JGP de maio de 2026 tem como tema central o impacto do conflito no Oriente Médio sobre a inflação global e os mercados financeiros. Nos EUA, a persistência da inflação elevada e a estabilização do payroll pressionaram as Treasuries para cima, colocando em xeque o viés de corte do Fed. No Brasil, o Ibovespa recuou 7,2% no mês, a curva de juros inclinou com abertura na ponta longa e as expectativas de inflação se deslocaram para cima, dificultando a continuidade do ciclo de calibração do Copom, enquanto a deterioração fiscal e a proximidade das eleições adicionam complexidade ao cenário.
“Não se pode descartar, no entanto, um cenário de alta de juros nos EUA, bem como na Europa e em outras regiões.”
“Por enquanto, não há retomada do fluxo normal dos navios na região, de modo que toda a cadeia de petróleo e derivados segue com os preços elevados.”
“Na China, o Yuan seguiu em leve valorização contra o Dólar, mas os dados de atividade mostraram acomodação na margem.”
Carta
Abril 2026Carta de Abril 2026 · publicada em 08 de mai de 2026
4 ativos
JGP Carta Macroeconomica - Abril 2026A carta de abril de 2026 da JGP tem como tema central o impacto do conflito entre EUA e Irã sobre os mercados globais, com destaque para a pressão nas commodities e nos juros diante da ausência de reabertura do Estreito de Hormuz. No Brasil, o Real registrou forte apreciação e o Banco Central cortou a Selic para 14,50%, enquanto as expectativas de inflação seguiram se deteriorando, reduzindo as apostas no tamanho do ciclo de cortes. A gestora ressalta o bom momento do setor de tecnologia americano e aponta prêmios expressivos nas partes intermediária e longa da curva de juros brasileira, condicionados à dissipação do choque de energia e ao maior clareza do cenário político.
“Continuamos acreditando no bom momento do setor de tecnologia nos EUA. As revisões nos ganhos das empresas têm sido marcantes e consistentes e o salto tecnológico trazido pela inteligência artificial vai ser muito significativo.”
“Apesar das incertezas políticas com as eleições, o fluxo tem sido forte no ano e o principal beneficiário tem sido o Real e as bolsas de valores.”
“As partes intermediária e longa da curva têm mantido prêmios expressivos que podem vir a ser capturados quando se dissipar o choque de oferta de energia e clarear o cenário político.”
Carta
Março 2026Carta de Março 2026 · publicada em 08 de abr de 2026
5 ativos
JGP Carta Macroeconomica - Março 2026A carta macroeconômica da JGP de março de 2026 analisa os impactos do choque de oferta de energia provocado pela guerra no Irã, que elevou os preços do petróleo a níveis historicamente inéditos e pressionou a inflação global. No Brasil, a gestora destaca a abertura expressiva da curva de juros — com o DI Jan28 subindo 115 bps — e avalia que o Copom deverá interromper o ciclo de afrouxamento monetário iniciado em março diante do risco de desancoragem das expectativas inflacionárias. O cenário doméstico é descrito como de efeito fortemente inflacionário e marginalmente recessivo, agravado pelo mercado de trabalho aquecido e por crescentes dificuldades de rolagem de dívidas no setor corporativo.
“Dados os efeitos inflacionários que já se fizeram sentir e tendo em vista que o choque de oferta de combustíveis está pegando a economia brasileira em um estado relativamente aquecido, com taxa de desemprego na mínima histórica, tem-se uma combinação perigosa para as expectativas de inflação. O risco de haver uma desancoragem importante nas expectativas de inflação nesse contexto é bastante elevado.”
- +2.8Inflação Brasilmacro· cl 82
“Porém, o mesmo não pode ser dito para a Europa, onde o nosso cenário base é de início de um ciclo de aperto monetário em junho.”
“Sendo assim, acreditamos que o Copom não terá condições de seguir cortando os juros, a não ser que a guerra acabe no curto prazo e os preços dos combustíveis voltem rapidamente para os patamares pré-guerra, o que nos parece improvável, dado o tamanho do estrago que já foi feito na produção e na logística de distribuição do petróleo.”
Carta
Fevereiro 2026Carta de Fevereiro 2026 · publicada em 09 de mar de 2026
4 ativos
JGP Carta Macroeconomica - Fevereiro 2026A carta da JGP referente a fevereiro de 2026 analisa o ambiente macroeconômico marcado pela eclosão do conflito no Irã, que interrompeu o bom desempenho dos ativos brasileiros — Ibovespa em alta de 4,1% e Real apreciado 2,6% no bimestre — e elevou a aversão ao risco global com reflexos no petróleo e nas moedas emergentes. No cenário doméstico, a gestora destaca a surpresa negativa do IPCA-15 de fevereiro e a posição técnica desfavorável no mercado de juros, com risco de reversão abrupta caso o fluxo de saída se intensifique. Diante desse quadro, a JGP afirma adotar posicionamento tático e cauteloso, monitorando a duração do conflito e seus possíveis impactos sobre inflação e fluxo de capitais estrangeiros para o Brasil.
“Existe uma posição técnica desfavorável nos mercados, principalmente de juros, onde a maioria dos "players" está aplicada em taxas, posição esta que fica agravada pelo fato de o Tesouro Nacional fazer leilões semanais de colocação de papéis. Esses novos papéis precisam ser absorvidos em um momento que os investidores estão perdendo dinheiro. Pode ser que o Tesouro faça uma pausa nos leilões, mas a experiência mostra que ciclos de forte posicionamento no mercado de juros brasileiro podem se reverter de maneira abrupta, quando há um fato novo e a porta de saída fica estreita.”
“a volatilidade causada pela guerra do golfo, que repercutiu em maiores preços do petróleo e aumento da aversão a risco pode interromper esse bom momento.”
Trecho compartilhado · 2 ativos
“Os ativos brasileiros, em fevereiro, apresentaram boa performance, com o índice Ibovespa subindo 4,1% e o Real se apreciando 2,6% contra o Dólar.”
Carta
Janeiro 2026Carta de Janeiro 2026 · publicada em 04 de fev de 2026
4 ativos
JGP Carta Macroeconomica - Janeiro 2026A JGP avalia que o ambiente externo segue favorável a ativos de risco, com o Fed pausando o ciclo de cortes após 75bps de redução e dados econômicos americanos na "temperatura certa", enquanto o enfraquecimento do dólar impulsionou fluxos para emergentes, metais e bolsas. No Brasil, a gestora projeta crescimento do PIB em torno de 2% a.a. em 2026, sustentado por estímulos parafiscais como a isenção de IR até R$ 5 mil/mês, e antecipa um ciclo moderado de cortes de juros pelo Banco Central da ordem de 250bps, com início em março e ritmo de 50bps por reunião até setembro. O cenário eleitoral, com provável polarização entre Lula e Flávio Bolsonaro, é apontado como fator de incerteza para a continuidade do ciclo monetário a partir do resultado do pleito.
“O resultado da combinação destes fatos foi o enfraquecimento do Dólar frente a praticamente todas as moedas, com destaque para as moedas emergentes.”
“O Banco Central anunciou que vai começar a cortar a taxa de juros em março, mas com "serenidade". Esperamos um ritmo de 50 bps por reunião até setembro, véspera da eleição. Por ora, o que é possível enxergar, é um ciclo moderado de cortes de juros (250 bps) que, junto com o estímulo fiscal, deverá deixar a economia girando próxima do crescimento potencial (2,0% a.a.).”
Trecho compartilhado · 2 ativos
“O fluxo de capitais para ativos não americanos se intensificou, gerando fortes altas em metais como ouro e prata, e em ações de empresas de países emergentes.”
Carta
Janeiro 2026Carta de Janeiro 2026 · publicada em 22 de jan de 2026
11 ativos
JGP Asset Carta Gestao Acoes 2026A JGP dedica sua carta de janeiro de 2026 ao tema da alocação de capital como principal fator microeconômico de geração de valor, analisando os ciclos de ROIC de 83 empresas domésticas não financeiras nos últimos 15 anos e concluindo que o período 2021–2023 registrou retornos operacionais comparáveis aos da recessão de 2015–2016, apesar do crescimento econômico robusto. A gestora apresenta um "Índice de Disciplina" construído via NLP a partir de mais de 50 mil páginas de conference calls, que aponta reversão do discurso corporativo em direção a maior conservadorismo após a euforia pós-pandemia. Como pano de fundo para 2026, a JGP observa valuations menos descontados do que no início de 2025, ciclo operacional em recuperação e ambiente eleitoral como principal fonte de incerteza, mantendo concentração em utilities e setor financeiro.
“Hoje vemos a Vibra mais focada no seu negócio principal, revisando seu portfólio e se desfazendo das participações na Zeg e na Evolua. Em paralelo, já manifestou publicamente que a venda da Comerc é uma possibilidade. Somando isso ao combate à ilegalidade, ao foco operacional na eficiência e na proposta de valor ao cliente, ficamos bastante mais otimistas com a trajetória futura da companhia.”
“Naquele momento, víamos um viés claro da gestão em focar no core business, um cenário de mercado favorável para geradores térmicos (necessários para regular uma matriz que crescera muito nos últimos anos em cima de recursos intermitentes), além de uma assimetria de preço bastante favorável. Entendíamos ali que os leilões de capacidade seriam uma constante no setor elétrico e a Eneva estava numa posição muito privilegiada para capturar esse crescimento.”
“Tendo nosso Fundo Long Only como referência, começamos o ano ainda bastante concentrados em utilities (35%) e no setor financeiro (31%), mas com uma alocação em Brasil abaixo da média de 2025 – fruto dos menores retornos esperados e de um cenário mais incerto.”
Carta
Dezembro 2025Carta de Dezembro 2025 · publicada em 13 de jan de 2026
0 ativos
JGP Carta Macroeconomica - Dezembro 2025A carta macroeconômica de dezembro de 2025 da JGP avalia o cenário externo e doméstico, destacando a continuidade do ciclo de cortes do Federal Reserve em meio a dados mistos e distorções nas estatísticas de inflação americana. No Brasil, a gestora descreve um ano de elevada volatilidade, no qual o aperto monetário promovido pelo BCB e uma postura fiscal menos expansionista contribuíram para a reversão da desvalorização do Real e para o encerramento do IPCA próximo a 4,3%. Para 2026, a JGP aponta desafios como o mercado de trabalho aquecido, estímulos fiscais em curso e o ambiente eleitoral, mantendo como cenário base a continuidade da desaceleração da atividade e a possibilidade de início do ciclo de queda da Selic em janeiro, com probabilidade reconhecidamente reduzida.
Carta
Novembro 2025Carta de Novembro 2025 · publicada em 09 de dez de 2025
1 ativo
JGP Carta Macroeconomica - Novembro 2025A carta macroeconômica de novembro de 2025 da JGP analisa o cenário externo e doméstico, destacando o impacto do shutdown americano sobre o PIB dos EUA e os sinais mistos do mercado de trabalho, com o Fed sinalizando corte de 25 bps em dezembro apesar de divisão interna no FOMC. No Brasil, a gestora aponta desaceleração da atividade econômica — com PIB praticamente estagnado na segunda metade do ano — e projeta início do ciclo de cortes de juros pelo Copom em janeiro de 2026, condicionado à evolução das expectativas de inflação e ao cenário eleitoral, que deve trazer volatilidade aos ativos brasileiros em 2026.
“Por ora, seguimos projetando início do corte de juros em janeiro de 2026. Acreditamos que a evolução do cenário, com novos dados de inflação e atividade, irão seguir na direção favorável.”
Carta
Outubro 2025Carta de Outubro 2025 · publicada em 17 de nov de 2025
3 ativos
JGP Carta Macroeconomica - Outubro 2025A carta macroeconômica de outubro de 2025 da JGP analisa o cenário externo e doméstico, destacando o shutdown prolongado nos EUA como fator de estagnação do PIB norte-americano no 4º trimestre e a possibilidade de novo corte de juros pelo Fed em dezembro. No Brasil, a gestora aponta arrefecimento da atividade e da inflação, com o Banco Central mantendo a Selic em 15%, mas com ata considerada mais dovish, o que elevou a probabilidade de corte de 50 bps em janeiro de 2026. Os ativos brasileiros tiveram desempenho positivo em outubro, com alta do Ibovespa, apreciação do Real e fechamento da curva de juros, sustentados pelo elevado diferencial de juros e pela liquidez global favorável.
“Seguimos com call de corte de 50 bps em janeiro, pois achamos que os dados até lá vão seguir mostrando melhora, tanto da inflação, quanto da atividade.”
“Desde que o Federal Reserve (Fed) voltou a cortar a taxa de juros norte-americana, a tendência de apreciação das moedas de países emergentes se acentuou. A iminência de um ciclo de relaxamento monetário no Brasil adiciona interesse em posições aplicadas, apesar de a curva de juros já apreçar um corte de tamanho razoável. Por fim, há alguma preocupação sobre o fluxo cambial no fim do ano, dado que em dez/24 ocorreu uma conjunção desfavorável de fatores, mas, por ora, o mercado cambial segue tranquilo, com tendência de apreciação do Real.”
“Os ativos financeiros tiveram bom desempenho no mês de outubro, com alta do Ibovespa, apreciação do Real e leve fechamento da curva de juros.”
Carta
Setembro 2025Carta de Setembro 2025 · publicada em 09 de out de 2025
4 ativos
JGP Carta Macroeconomica - Setembro 2025A carta macroeconômica da JGP de setembro de 2025 aborda o cenário externo marcado por sinais contraditórios na economia americana, com o Fed retomando o ciclo de cortes de juros diante da fragilidade do mercado de trabalho, o que impulsionou ativos de risco globalmente. No Brasil, a gestora destaca o enfraquecimento da atividade econômica, com PIB do 3º trimestre projetado negativo na margem, enquanto a inflação de serviços persistente mantém o Banco Central inclinado a preservar a Selic elevada por período prolongado. No campo político, a carta registra a recuperação de popularidade de Lula e a desorganização da oposição de direita, em um cenário eleitoral ainda considerado distante e indefinido pelos participantes do mercado.
“A evolução dos dados ainda não é suficiente para dar conforto ao Banco Central (BC) para iniciar uma trajetória de corte de juros. Por este motivo, o BC tem optado por comunicar que pretende manter a taxa Selic inalterada por muito tempo.”
Trecho compartilhado · 2 ativos
“O índice Ibovespa subiu 3,4% no mês, enquanto o Real teve ganho de 2,1% frente ao Dólar e a curva de juros ficou relativamente estável.”
“Esta atuação preventiva, em meio a um crescimento ainda razoável da economia, reforçou o ambiente já favorável para ativos de risco, com bolsas globais e moedas emergentes registrando uma das melhores performances de 2025.”
Carta
Agosto 2025Carta de Agosto 2025 · publicada em 08 de set de 2025
3 ativos
JGP Carta Macroeconomica - Agosto 2025A carta macroeconômica da JGP referente a agosto de 2025 analisa o cenário externo e doméstico, destacando a revisão baixista do payroll americano e a sinalização do Fed para um corte de 25bps em setembro, com o ciclo projetado encerrando o fed funds em 3,3% em meados de 2026. No Brasil, os ativos financeiros registraram desempenho positivo no período, impulsionados pela desaceleração gradual da atividade econômica, moderação da inflação e movimentações políticas em torno do Governador Tarcísio de Freitas, visto pelo mercado como potencial candidato presidencial em 2026; a gestora projeta início do ciclo de corte de juros pelo BCB em janeiro de 2026, com risco de antecipação para dezembro de 2025.
“Essa evolução do cenário favoreceu as posições aplicadas em taxas de juros e reforçou a convicção de que em um futuro não muito distante o Banco Central do Brasil (BCB) deve iniciar um ciclo de corte de juros. Estamos projetando que esse início do ciclo ocorra em jan/26, com risco de ser antecipado para dez/25.”
“Acreditamos que o FED entregará um corte de 25bps na próxima reunião (setembro), e irá implementar mais alguns cortes da mesma magnitude, terminando o ciclo com o "fed funds" em 3,3% no meio de 2026.”
“O bom desempenho dos ativos veio no bojo de um cenário global mais favorável, onde o Dólar perdeu valor contra a maioria das moedas, as taxas de juros caíram na parte curta da curva norte-americana e as bolsas de valores tiveram valorização.”
Carta
Julho 2025Carta de Julho 2025 · publicada em 07 de ago de 2025
3 ativos
JGP Carta Macroeconomica - Julho 2025A carta da JGP referente a julho de 2025 aborda o cenário macroeconômico global e doméstico, com destaque para a deterioração das relações comerciais entre Brasil e Estados Unidos após o anúncio de tarifas americanas de 50% sobre produtos brasileiros, motivadas por razões políticas, o que provocou queda do Ibovespa, desvalorização do real e abertura das taxas de juros. Nos EUA, o S&P 500 registrou o terceiro mês consecutivo de alta, enquanto o Fed manteve os juros inalterados diante de sinais mistos entre inflação persistente e enfraquecimento do mercado de trabalho. No Brasil, o cenário eleitoral de 2026 emerge como fator crescente de influência sobre os ativos financeiros, com os desdobramentos políticos recentes adicionando incerteza ao ambiente já desafiador.
“as taxas de juros abriram 26 bps no vértice de Jan/27 e 50 bps no Jan/29, apesar de os dados indicarem recuo da inflação e moderação do nível de atividade econômica.”
Trecho compartilhado · 2 ativos
“O índice Ibovespa caiu 4,2% no mês, o Real desvalorizou 3,1% frente ao Dólar e as taxas de juros abriram 26 bps no vértice de Jan/27 e 50 bps no Jan/29, apesar de os dados indicarem recuo da inflação e moderação do nível de atividade econômica.”
Carta
Junho 2025Carta de Junho 2025 · publicada em 10 de jul de 2025
4 ativos
JGP Carta Macroeconomica - Junho 2025A carta macroeconômica de junho de 2025 da JGP analisa o cenário global e doméstico, destacando a forte performance dos ativos de risco nos EUA — com o S&P 500 acumulando alta de 11% em dois meses — em meio a incertezas fiscais, tarifárias e geopolíticas persistentes. No Brasil, o Real se valorizou frente ao Dólar, a curva de juros apresentou fechamento relevante na parte longa e os ativos locais se beneficiaram do movimento global de diversificação para fora dos EUA. A gestora aponta melhora nos indicadores de inflação doméstica e projeta o início de um novo ciclo de corte da Selic para o primeiro trimestre de 2026, após o Banco Central sinalizar manutenção da taxa em 15% por período prolongado.
“Acreditamos que a dinâmica mais favorável dos indicadores econômicos irá possibilitar uma revisão para baixo na expectativa de inflação para 2026 em diante e que o próximo ciclo de corte de juros deverá ter início no primeiro trimestre do ano que vem.”
“O índice Ibovespa teve um pequeno ganho de 1,3% no mês. Os ativos brasileiros vêm se beneficiando do ambiente global de busca por diversificação de ativos para fora dos EUA e do carrego de juros atrativo.”
“Nos Estados Unidos, junho foi o segundo mês consecutivo de forte performance em ativos de risco, com o S&P 500 subindo 5% no mês, na sequência de uma alta de 6% em maio. Essa boa performance aconteceu a despeito de um ambiente onde permanecem as preocupações com inflação, tarifas de importação, relações comerciais, política fiscal e riscos geopolíticos.”
Carta
Maio 2025Carta de Maio 2025 · publicada em 10 de jun de 2025
0 ativos
JGP Carta Macroeconomica - Maio 2025A carta macroeconômica da JGP referente a maio de 2025 analisa o ambiente de menor volatilidade global marcado pela desescalada tarifária entre EUA e China, com recuperação parcial dos ativos de risco, enquanto o Fed manteve postura cautelosa diante de incertezas fiscais e comerciais. No Brasil, a gestora destaca que nunca enxergou risco deflacionário relevante oriundo das tarifas, dado o caráter fechado da economia brasileira, e avalia como baixa a probabilidade de corte de juros em 2025, sustentada por atividade robusta, mercado de trabalho aquecido, inflação elevada e expectativas desancoradas. O Real permaneceu em faixa estreita de variação, pressionado por saídas nas contas-correntes e remessas de lucros, enquanto o cenário fiscal deve seguir dentro do arcabouço vigente, sem grandes mudanças esperadas para o ano.
Carta
Abril 2025Carta de Abril 2025 · publicada em 12 de mai de 2025
2 ativos
JGP Carta Macroeconomica - Abril 2025A carta da JGP referente a abril de 2025 analisa o impacto das tarifas de importação anunciadas pelo governo Trump — batizadas de "Dia da Libertação" — sobre os mercados financeiros globais, destacando a elevada volatilidade e a desvalorização do dólar frente a moedas desenvolvidas e asiáticas. No Brasil, o cenário tarifário foi interpretado como desinflacionário, com o Real se valorizando levemente e o Ibovespa registrando alta de 3,7% no mês. A gestora avalia que o Banco Central brasileiro deve interromper o ciclo de aperto monetário, mas mantendo juros elevados por período prolongado diante da inflação ainda desancorada e da desaceleração gradual da economia.
“acreditamos que o Banco Central deve interromper o ciclo de aperto monetário, mas deverá sinalizar que as taxas de juros permanecerão elevadas enquanto não houver uma convergência consistente da inflação — o que, ao nosso ver, ainda deve levar bastante tempo.”
“No Brasil, o Real fechou o mês a 5,67, abaixo do patamar de 5,71 do fim de março.”
Carta
Março 2025Carta de Março 2025 · publicada em 14 de abr de 2025
0 ativos
JGP Carta Macroeconomica - Março 2025A carta macroeconômica de março de 2025 da JGP analisa o impacto do "Liberation Day" americano — o anúncio das tarifas recíprocas em 2 de abril —, destacando a fórmula considerada arbitrária adotada pelo governo Trump e a forte reação negativa dos mercados globais, com o S&P recuando quase 15% em seu pior momento. No Brasil, o mês de março registrou desempenho positivo dos ativos — com o real se apreciando 3% e o Ibovespa subindo 6,1% —, mas esse movimento se reverteu no início de abril, com a gestora apontando que a fragilidade fiscal estrutural do país amplifica sua vulnerabilidade a choques externos, ainda que a economia relativamente fechada limite os efeitos recessivos diretos das tarifas.
Carta
Fevereiro 2025Carta de Fevereiro 2025 · publicada em 24 de mar de 2025
0 ativos
JGP Carta Macroeconomica - Fevereiro 2025A carta macroeconômica de fevereiro de 2025 da JGP analisa o cenário global marcado pela incerteza gerada pelas políticas tarifárias do governo Trump, que elevaram a volatilidade nos mercados e podem provocar desaceleração mais intensa da economia americana, mantendo o Fed em postura cautelosa com possíveis cortes de juros apenas no segundo semestre. No Brasil, a gestora destaca uma pausa no estresse financeiro do fim de 2024, com os ativos domésticos se beneficiando das elevadas taxas de juros e do bom comportamento do Real, enquanto o Banco Central elevou a Selic em 100 bps em março e sinalizou ajuste de menor magnitude em maio, permanecendo dependente dos dados a partir daí.
Carta
Janeiro 2025Carta de Janeiro 2025 · publicada em 11 de fev de 2025
0 ativos
JGP Carta Macroeconomica - Janeiro 2025A carta macroeconômica da JGP de janeiro de 2025 analisa o cenário global e doméstico, destacando a resiliência da economia americana — com mercado de trabalho aquecido e Fed mantendo juros entre 4,25% e 4,50% — e as incertezas geradas pelas políticas tarifárias do governo Trump. No Brasil, a gestora aponta a recuperação dos ativos após o turbulento dezembro, mas ressalta que o quadro permanece desafiador: deterioração das expectativas de inflação, dinâmica desfavorável da dívida/PIB e ausência de sinalização de novo ajuste fiscal pelo governo, o que mantém a visão pouco otimista para os ativos brasileiros.