Resumo
A carta macroeconômica de junho de 2025 da JGP analisa o cenário global e doméstico, destacando a forte performance dos ativos de risco nos EUA — com o S&P 500 acumulando alta de 11% em dois meses — em meio a incertezas fiscais, tarifárias e geopolíticas persistentes. No Brasil, o Real se valorizou frente ao Dólar, a curva de juros apresentou fechamento relevante na parte longa e os ativos locais se beneficiaram do movimento global de diversificação para fora dos EUA. A gestora aponta melhora nos indicadores de inflação doméstica e projeta o início de um novo ciclo de corte da Selic para o primeiro trimestre de 2026, após o Banco Central sinalizar manutenção da taxa em 15% por período prolongado.
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Ativos extraídos
Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.
“Acreditamos que a dinâmica mais favorável dos indicadores econômicos irá possibilitar uma revisão para baixo na expectativa de inflação para 2026 em diante e que o próximo ciclo de corte de juros deverá ter início no primeiro trimestre do ano que vem.”
Espera início do próximo ciclo de corte de juros no primeiro trimestre de 2026, apoiado por revisão para baixo das expectativas de inflação.
“O índice Ibovespa teve um pequeno ganho de 1,3% no mês. Os ativos brasileiros vêm se beneficiando do ambiente global de busca por diversificação de ativos para fora dos EUA e do carrego de juros atrativo.”
Vê o Ibovespa com leve alta no mês, beneficiado pela diversificação global para fora dos EUA e pelo carrego de juros atrativo.
“No Brasil, houve uma grande valorização do Real frente ao Dólar, que passou de 5,72 para 5,43, e um "flattening" da curva de juros, com a parte curta (jan 27) fechando 4 bps e a parte mais longa (jan 29 e jan 31) fechando 52 bps e 55 bps, respectivamente. Os ativos brasileiros vêm se beneficiando do ambiente global de busca por diversificação de ativos para fora dos EUA e do carrego de juros atrativo.”
Observa forte valorização do Real frente ao Dólar, sustentada pela busca global por diversificação fora dos EUA e pelo carrego de juros atrativo.
“Nos Estados Unidos, junho foi o segundo mês consecutivo de forte performance em ativos de risco, com o S&P 500 subindo 5% no mês, na sequência de uma alta de 6% em maio. Essa boa performance aconteceu a despeito de um ambiente onde permanecem as preocupações com inflação, tarifas de importação, relações comerciais, política fiscal e riscos geopolíticos.”
Observa forte performance do S&P 500, com alta de 5% em junho após 6% em maio, apesar de preocupações com inflação, tarifas e riscos geopolíticos.
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