Renda Fixa Brasil
+0.6Visões de 31 gestoras em 329 cartas, entre dezembro de 2022 e agosto de 2026.
Também aparece como Bacen, Banco Central, BC, CDI, COPOM, juros, juros brasil, juros locais, juros longos, juros nominais, juros nominais brasil, juros nominais Brasil intermediarios, juros nominais brasileiros longos, juros pre longos, juros pre longos brasil, juros prefixados Brasil, LTN, NTN-F, pre-fixados, prefixados longos
Série de consenso
Escala −3 a +3Posições das gestoras
Alocação macro em renda fixa por indexador (Pré / IPCA+ / Selic / Outros), agregada entre os fundos do universo e declarada à CVM.
Total em renda fixa: R$ 15,77 bi em ago/2026 (última carteira ≥90% divulgada à CVM). Trechos sem nova divulgação repetem a última composição conhecida.
O que dizem as cartas
329 cartasGenoa Capital +1.5clareza 0.52“A combinação do aparente estrangulamento do mercado de crédito, somada à política monetária restritiva e à desaceleração do impulso fiscal, deve permitir que o BCB continue o ciclo de cortes de juros.”
Espera continuidade do ciclo de cortes de juros pelo BCB, sustentado pelo estrangulamento do crédito, política monetária restritiva e desaceleração do impulso fiscal.
Dahlia Capital -1.5clareza 0.08“a alta de preços de petróleo manteve as taxas de juros de longo prazo altas no Brasil.”
Observa que a alta do petróleo manteve elevadas as taxas de juros de longo prazo no Brasil em agosto.
Bahia Asset Management 0.0“No Brasil, estamos especialmente atentos: (i) à dinâmica da inflação corrente e das expectativas de inflação; (ii) às discussões fiscais e parafiscais; (iii) à trajetória da atividade e ao comportamento do emprego e salários; e (iv) às discussões e pesquisas referentes às eleições deste ano.”
No Brasil, monitora atentamente a inflação corrente e expectativas, discussões fiscais e parafiscais, trajetória da atividade, emprego, salários e pesquisas eleitorais.
Quantitas -0.5“A manutenção de um cenário de maior dificuldade no crédito manteve o viés de corte de juros de 0,25p.p. na reunião de setembro. No entanto, a piora em alguns indicadores relacionados à inflação deixou o corte de novembro em aberto.”
Espera corte de 0,25 p.p. na Selic em setembro devido ao crédito restritivo, mas vê o corte de novembro em aberto pela piora inflacionária.
Legacy Capital +1.5clareza 0.52“A despeito do cenário global menos benigno para países emergentes, o acirramento da disputa eleitoral combinada a uma dinâmica técnica mais construtiva nos mercados locais tornou, em nosso entendimento, mais favorável a relação risco-retorno dos ativos brasileiros.”
Vê relação risco-retorno mais favorável para ativos brasileiros, apoiada pelo acirramento eleitoral e dinâmica técnica local construtiva, apesar do cenário global adverso a emergentes.
Occam Brasil -1.5clareza 0.72“A pressão entre o nível das taxas longas de juros globais e as intervenções do Tesouro americano visando conter a abertura da parte longa da curva, combinada com o ambiente de atividade mais fraca no Brasil, nos levou a aplicar a parte curta da curva doméstica contra uma posição tomada nos vértices mais longos.”
Na renda fixa Brasil, aplica a parte curta da curva doméstica contra posição tomada nos vértices longos, refletindo atividade fraca e pressão global nos juros longos.
Kinea Investimentos +2.0clareza 0.52“Para o próximo ano, esperamos menor impulso fiscal, após a forte expansão promovida neste ano eleitoral, e desaceleração da atividade mais acentuada que o mercado. Esse cenário deve permitir que o Banco Central retome os cortes quando a incerteza eleitoral diminuir e o novo orçamento estiver definido. A sequência é conhecida: a atividade perde força, a inflação cede e os juros acompanham.”
Projeta retomada dos cortes de juros pelo Banco Central em 2025, com desaceleração da atividade mais forte que o mercado e menor impulso fiscal.
Kinea Investimentos -1.5clareza 0.15“No Brasil, o governo cavalga a bomba fiscal rumo a outubro; nos Estados Unidos, Warsh busca construir credibilidade no combate à inflação.”
Vê o governo brasileiro adiando o ajuste fiscal rumo a outubro, mantendo risco elevado para a renda fixa doméstica até o desarme em 2027.
Galapagos Capital +1.5clareza 0.72“Assim, mantivemos a revisão que tínhamos feito do nosso cenário de Selic antes da reunião de agosto. A Selic terminal, anteriormente de 14,00% a.a., com pausa prolongada a partir de agosto, passou para 13,75% a.a., incorporando um corte adicional de 25 pb na reunião de setembro.”
Projeta Selic terminal em 13,75% com corte adicional de 25 pb em setembro, caracterizando recalibração e não ciclo de flexibilização rumo ao neutro.
Versa Asset +2.0clareza 0.72“Acreditamos que a economia e a inflação devem continuar desacelerando nos próximos meses, abrindo a porta para mais cortes de juros: esperamos que a Selic encerre o ano em 13,25%.”
Espera continuidade da desaceleração da economia e inflação, abrindo espaço para mais cortes de juros e Selic encerrando o ano em 13,25%.
jul/2026Carta Mensal Versa Asset - Agosto 2026 (Resultado Mensal (Julho/26) - Versa)Genoa Capital 0.0“As posições nos juros local também contribuíram positivamente.”
Reporta contribuição positiva das posições em juros locais para a rentabilidade do mês, em contexto de expectativa de continuidade dos cortes da Selic.
AZ Quest +2.5clareza 0.72“Para agosto, mantemos uma postura construtiva em relação aos juros locais. Iniciamos o mês com posições aplicadas em juros nominais e pretendemos ampliar essa exposição de forma gradual, à medida que surjam oportunidades com relação favorável entre risco e retorno.”
Mantém postura construtiva com juros locais, iniciando agosto aplicado em juros nominais e pretendendo ampliar a exposição gradualmente conforme surjam oportunidades de risco-retorno favorável.
Verde Asset 0.0“os juros tiveram correção importante por conta de dados de inflação mais bem comportados.”
Observa correção relevante nos juros locais impulsionada por dados de inflação mais benignos, mas zerou a posição aplicada em juros nominais.
Verde Asset 0.0“Vimos uma alta relevante dos juros de 10 anos no Brasil (+14 bps no mês), tanto pela guerra quanto pela postura do FED nos EUA.”
Observa alta relevante dos juros de 10 anos no Brasil no mês (+14 bps), pressionados pela guerra e pela postura do Fed nos EUA.
Verde Asset 0.0“Na renda fixa local não temos posições direcionais.”
Não mantém posições direcionais em renda fixa local, aguardando maior clareza em meio à volatilidade esperada com a temporada eleitoral.
Itaú Artax +2.0clareza 0.62“Com a melhora do cenário doméstico descrita acima e o real apreciado, o mercado agora precifica, com altíssima probabilidade, que o BC fará ao menos um corte adicional de 0,25 ponto percentual. Por sua vez, a comunicação dos diretores do Copom segue compatível com a continuidade do ciclo de cortes.”
Espera ao menos mais um corte de 0,25 p.p. na Selic, com espaço limitado às próximas reuniões e risco em depreciação cambial.
Neo Investimentos -0.8clareza 0.12“a manutenção da cotação do dólar ao redor de R$5,0 abriu espaço para o mercado precificar mais um corte marginal (0,25pp) na reunião do Copom de agosto.”
Vê espaço para corte marginal de 0,25pp na Selic em agosto, favorecido pelo dólar estável em R$5,0, mas alerta que eleição indefinida pode fechar essa janela.
jul/2026Carta Mensal Neo Investimentos - Agosto 2026 (cartas-do-gestor-julho-2026)Armor Capital 0.0“Na curva de juros, a despeito de surpresas baixistas relevantes na inflação corrente, o alívio ficou restrito aos vértices mais curtos da curva, com um fechamento em torno de 15bps, ao passo que a ponta longa acompanhou a inclinação das curvas de juros globais e abriu mais de 30 bps no mês.”
Observa alívio da curva de juros restrito aos vértices curtos, com fechamento de 15bps, enquanto a ponta longa abriu mais de 30bps acompanhando juros globais.
Kapitalo +1.5clareza 0.55“Aumentamos marginalmente as nossas posições aplicadas na parte curta da curva de juros do Brasil.”
O gestor ampliou marginalmente as posições aplicadas na parte curta da curva de juros do Brasil, apostando na continuidade do ciclo de recalibragem monetária.
Legacy Capital 0.0“Diante desse cenário de fundamentos domésticos mais benignos na margem, o BCB tende a ganhar confiança de que prosseguir com a calibração do grau de aperto monetário na economia é a estratégia correta, mesmo com o retorno das incertezas relativas aos potenciais efeitos secundários de um prolongamento do conflito no Oriente Médio. Seguimos com a leitura de que o BCB seguirá nessa estratégia de ajustes de 25 bps ao longo das próximas reuniões, a não ser que observemos uma mudança relevante no cenário global.”
Espera que o BCB mantenha cortes graduais de 25 bps nas próximas reuniões, apoiado por atividade mais fraca e inflação surpreendendo positivamente.