Resumo
A carta da ASA Asset Management referente a abril de 2025 aborda o impacto da escalada da guerra comercial americana — com tarifas de até 145% sobre a China — sobre os mercados globais e o desempenho negativo do ASA Hedge no mês (-1,58%), com as maiores perdas concentradas nas estratégias de juros Brasil, moedas e commodities. A gestora destaca a quebra da correlação histórica dos Treasuries com o ambiente de aversão a risco e questiona a precificação da curva longa americana, identificando nesse contexto uma oportunidade de posicionamento tomado em juros nominais e comprado em inflação implícita de longo prazo nos EUA. No Brasil, a gestora encerrou posições aplicadas em juros reais e não mantém alocação direcional no país, citando o cenário inflacionário pressionado e as comunicações ambíguas do Banco Central como fatores de cautela.
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Conceitos extraídos
Cada conceito vem com a frase de evidência verbatim. Quando vários conceitos saem do mesmo trecho, agrupamos pela frase.
“Encerramos o mês com duas novas alocações voltadas a esse tema: uma pequena posição tomada em juros nominais e uma posição comprada em inflação implícita de longo prazo.”
Mantém posição comprada em inflação implícita de longo prazo nos EUA, apostando na abertura das taxas longas diante de riscos inflacionários e fiscais.
“Acreditamos que há uma oportunidade de investimento interessante apostando na abertura das taxas mais longas da curva americana e já começamos a nos posicionar nessa direção.”
Vê oportunidade na abertura das taxas longas americanas e já iniciou posicionamento via juros nominais tomados e inflação implícita longa comprada.
“Mantemos também uma exposição comprada em volatilidade de bolsa (VIX), como proteção para a parte cíclica desse trade.”
Mantém exposição comprada em VIX como proteção para a parte cíclica do trade de abertura da curva longa americana.
“Também encerramos a posição comprada em petróleo e derivados, após a surpreendente decisão da OPEP de antecipar o aumento da produção, mesmo diante do contexto de guerra comercial e das revisões negativas das projeções de crescimento global.”
Encerrou a posição comprada em petróleo e derivados após a OPEP antecipar aumento da produção em meio à guerra comercial e revisões negativas de crescimento global.
“Adicionalmente, fechamos a posição comprada em dólar contra a moeda chinesa.”
Encerrou a posição comprada em dólar contra o yuan, removendo a aposta em desvalorização da moeda chinesa.
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