Carta Brasil Capital 1T25
Março 2025 · Brasil Capital
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Resumo
Na carta do 1º trimestre de 2025, a Brasil Capital relata alta de 8,6% do BC FIA e 8,5% do BC 30 FIA, superando o Ibovespa (+8,3%), em um período marcado pela rotação global de capital para fora dos Estados Unidos e pelo alívio nas taxas de juros longas no Brasil. A gestora destaca que, mesmo após a valorização do trimestre, mantém projeção de TIR superior a 35% ao ano para os próximos três anos, sustentada por valuation historicamente descontado, mercado tecnicamente leve e nível recorde de recompra de ações pelas companhias. As maiores contribuições positivas vieram de Equatorial, Track & Field e Serena, enquanto Suzano, Cosan e Jalles foram as principais detratoras, afetadas pela valorização do real, alavancagem elevada e condições climáticas adversas, respectivamente.
Conteúdo
Conceitos extraídos
Cada conceito vem com a frase de evidência verbatim. Quando vários conceitos saem do mesmo trecho, agrupamos pela frase.
“Seguimos com posição relevante na empresa, confiantes na excelência operacional do grupo, suas perspectivas de crescimento e alocação de capital.”
Mantém posição relevante na empresa, com confiança na excelência operacional, perspectivas de crescimento e alocação de capital do grupo.
“A combinação de boas expectativas com relação à performance operacional para o ano (tanto em vendas como em margens), suportada pelo resultado do 4º trimestre, junto a um valuation bastante descontado, fizeram com que as ações reagissem e a Track & Field fosse uma de nossas principais contribuições no trimestre.”
Mantém posição e vê potencial na empresa, sustentado por boas expectativas operacionais em vendas e margens para o ano e valuation descontado.
“Diante do aumento de produção e da redução de capex, e sem perspectivas de novas alocações de capital relevantes conforme reiterado pelo management no Suzano Day no final do ano passado, vemos a companhia com um forte perfil de geração de caixa, mesmo sensibilizando cenários mais conservadores de câmbio e de preços de celulose.”
Vê Suzano com forte geração de caixa após aumento de produção e queda do capex, sustentando desalavancagem e abrindo espaço para dividendos ou recompras.
“Seguimos com nossa posição em Cosan, considerando que a companhia possui ativos relevantes em seu portfólio que podem ser utilizados como alavancas para a redução da alavancagem, e que tal movimento seria um importante trigger para a performance da ação.”
Mantem posicao em Cosan, vendo ativos do portfolio como alavancas para reducao da alavancagem, movimento considerado trigger relevante para a acao.
“Seguimos com uma posição pequena no portfólio dada a limitação de liquidez que o ativo possui e enxergamos um valuation atrativo em níveis absolutos e relativos, com 17,5% de TIR real.”
Mantém posição pequena devido à baixa liquidez, mas enxerga valuation atrativo em termos absolutos e relativos, com TIR real de 17,5%.
“Com isso, além do crescimento dos resultados, a expectativa é de uma geração de caixa superior à dos últimos anos.”
Espera para Jalles Machado crescimento dos resultados e geração de caixa superior à dos últimos anos, apoiada por chuvas normalizadas, fim do capex de expansão e fábrica de açúcar de Santa Vitória operando integralmente.
“A companhia reportou fortes resultados no 4T24 alinhados ao consenso, já mostrando sua capacidade de corte de custos (destaque para a linha de pessoal) e aumento potencial de investimentos (mais do que o dobro tri contra tri).”
Ve Sabesp executando turnaround com corte de custos e aumento de investimentos, com resultados fortes no 4T24 alinhados ao consenso.
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