Dahlia — What's the story? Morning Glory (Dezembro 2025)
Dezembro 2025 · Dahlia Capital
Coletada em 17 de mai. de 2026 · histórico · ⓘ
- Ativos extraídos
- 6
- Publicada em
- 04 de dez de 2025
- Trechos únicos
- 5
Resumo
A Dahlia Capital discute o conceito de "mundo em K" — disparidades simultâneas entre dados econômicos positivos e negativos — como tema central da carta de dezembro de 2025. A gestora destaca a forte performance do Ibovespa (mais de 30% até novembro), impulsionada pelo enfraquecimento do dólar, e aponta que, apesar dos sinais conflituosos no Brasil, nos EUA e na China, a combinação de desinflação global, avanços em inteligência artificial e juros em queda tende a ser favorável às bolsas. No posicionamento, os fundos seguem com alocação acima do neutro em ações brasileiras, com ênfase em bancos, energia elétrica e cíclicos domésticos.
Conteúdo
Ativos extraídos
Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.
Trecho compartilhado · 2 ativos
“Mantemos posições ativas em bolsa, especialmente nos setores de bancos, energia elétrica e cíclicos domésticos.”
Bancos ·Mantém posição ativa sobreponderada em bancos na bolsa brasileira, ao lado de energia elétrica e cíclicos domésticos.
Energia Elétrica ·Mantém posição ativa comprada em energia elétrica na bolsa brasileira, como um dos setores preferidos junto a bancos e cíclicos domésticos.
“Mesmo com o desempenho positivo da bolsa no Brasil, não percebemos um forte fluxo para o mercado. A queda da SELIC poderia ser um catalisador para esse movimento. Os investidores não deveriam olhar para trás com raiva de ter perdido o movimento, uma vez que ainda vemos um potencial alto de valorização dos ativos locais.”
Vê potencial alto de valorização para o Ibovespa, com queda da Selic como catalisador de fluxo, apesar do forte desempenho já acumulado.
- +2.0Renda Fixa EmergentesMACROcl78
“Seguimos posições aplicadas em juros em emergentes, mas com uma exposição limitada em moedas.”
Mantém posições aplicadas em juros de países emergentes, porém com exposição limitada em moedas desses mercados.
“ainda acreditamos que o contínuo desenvolvimento e a maior adoção da inteligência artificial sustentará o crescimento de lucro da bolsa americana e dos preços das ações.”
Espera que o avanço e a maior adoção da inteligência artificial sustentem o crescimento de lucros e a valorização das ações na bolsa americana.
“Acreditamos que os avanços e aplicações da inteligência artificial continuarão, a China se manterá como uma grande exportadora de deflação e os preços de petróleo seguirão baixos (podemos falar do K de commodities em outras cartas). Essa combinação tende a ser baixista para inflação permitindo que bancos centrais comecem ou continuem o processo de cortar juros, o que tende a ser positivo para os mercados de ações globais.”
Vê a China seguindo como grande exportadora de deflação, contribuindo para inflação baixa global e abrindo espaço para cortes de juros favoráveis a ações.
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