Dahlia — Mudanca de foco (Novembro 2025)
Novembro 2025 · Dahlia Capital
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Resumo
A Dahlia Capital discute a evolução da agenda ESG no contexto atual, apoiando-se em reflexões de Bill Gates para argumentar que o sucesso climático deve ser medido pelo impacto no bem-estar humano, não apenas pela redução de emissões. A gestora destaca que o "Green Premium" tornou-se negativo em diversas tecnologias limpas, reforçando sua tese de investimento em metais da transição energética, fontes alternativas de geração e armazenamento de energia. No posicionamento dos fundos, mantém alocação acima do neutro em ativos brasileiros, com ênfase em ações dos setores de bancos, energia elétrica e cíclicos domésticos.
Conteúdo
Conceitos extraídos
Cada conceito vem com a frase de evidência verbatim. Quando vários conceitos saem do mesmo trecho, agrupamos pela frase.
“Dahlia Ações: Seguimos 95% comprados em ações no Brasil, em linha com o mandato do fundo. Seguimos posicionados principalmente em bancos, utilities e cíclicos domésticos.”
Mantém exposição de 95% comprada em ações brasileiras, com preferência por bancos, utilities e cíclicos domésticos.
Trecho compartilhado · 2 conceitos
“Mantemos posições ativas em bolsa, especialmente nos setores de bancos, energia elétrica e cíclicos domésticos.”
Bancos ·Mantém posições ativas em bancos na bolsa brasileira, como um dos setores preferidos junto a energia elétrica e cíclicos domésticos.
Energia Elétrica ·Mantém posições ativas em ações do setor de energia elétrica no Brasil, ao lado de bancos e cíclicos domésticos.
“Seguimos comprados em ações dos Estados Unidos e de países emergentes, incluindo Brasil e China.”
Mantém posição comprada em ações dos Estados Unidos, ao lado de exposição a emergentes como Brasil e China, no fundo macro global.
“Dahlia Macro Global: Seguimos comprados em ações dos Estados Unidos e de países emergentes, incluindo Brasil e China.”
Mantém posição comprada em ações da China, dentro da alocação em emergentes no fundo macro global.
“Seguimos posições aplicadas em juros em emergentes, mas com uma exposição limitada em moedas.”
Mantém posições aplicadas em juros de países emergentes, porém com exposição limitada em moedas desses mercados.
“Seguimos investindo em teses relacionadas a esses temas como: fontes contínuas de geração de energia (como hidrelétrica), gás natural como sendo parte da transição energética (mais limpa que outros combustíveis fósseis) e metais que reduzem emissões em processos produtivos.”
Mantém investimento em gás natural como tese de transição energética, por ser combustível fóssil menos poluente e alinhado à descarbonização global.
“Já investimos, por exemplo, em: - metais ligados à transição energética (cobre, lítio, vanádio) - fontes alternativas de geração de energia (gás, urânio) - tecnologias de armazenamento de energia (baterias).”
Mantém exposição a urânio como fonte alternativa de geração de energia, dentro da tese de transição energética e descarbonização global.
“Esse cenário, combinado com atividade doméstica mais forte, pode atrasar o início do ciclo de corte de juros no Brasil. Alguns economistas projetam o primeiro corte apenas para janeiro ou março.”
Vê possível adiamento do início do ciclo de corte de juros no Brasil para janeiro ou março, devido à atividade doméstica mais forte e ao cenário externo.
Trecho compartilhado · 3 conceitos
“Já investimos, por exemplo, em: - metais ligados à transição energética (cobre, lítio, vanádio)”
Lítio ·Mantém exposição ao lítio como parte de teses em metais ligados à transição energética, apostando na continuidade da descarbonização global.
Cobre ·Mantem exposicao a cobre como metal ligado a transicao energetica, dentro de tese estrutural de descarbonizacao global que considera duradoura.
Vanádio ·Mantém exposição a vanádio como parte da tese de metais ligados à transição energética, dentro do tema estrutural de descarbonização global.
“A grande surpresa positiva de 2025 tem sido o desempenho mais fraco do dólar globalmente. Contudo, notamos maior estabilidade recente, sustentada por fundamentos melhores da economia americana e pela redução do risco geopolítico, como a possibilidade de um acordo tarifário entre EUA e China.”
Vê o dólar com desempenho global mais fraco em 2025, mas nota estabilização recente apoiada em fundamentos americanos melhores e menor risco geopolítico.
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