Dahlia Capital
Antes de virar preço, vira texto.
- Cartas processadas
- 14
- Ativos únicos
- 22
- Clareza média
- 69%
- AUM total
- R$ 5,09 bi
Dahlia Capital é uma gestora independente fundada em 2018, focada nos mercados acionário e de dívida corporativa de Brasil e América Latina. A equipe vem majoritariamente de Santander, Bank of America Merrill Lynch, CSFB Garantia e Hedging-Griffo, com mais de 15 anos de mercado.
Composição declarada à CVM (dado público) — auto-gerado, sem curadoria editorial.
Posições declaradas (CVM)
Do que esta casa é feita
Posições consolidadas de todos os fundos da casa, mês a mês. Em Alocação, o peso de cada categoria/ticker no PL (soma ~100% com “Outros”). Em Exposição, soma os derivativos assinados (comprado acima do zero, vendido abaixo).
Última carteira ≥90% divulgada: nov/2025. Gestores de ações podem divulgar a composição à CVM com defasagem (confidencialidade), em geral de 3 a 6 meses.
Trecho pontilhado = última carteira conhecida, carregada adiante. A CDA da CVM não tem preço ao vivo — pode não refletir a posição atual.
Última carteira divulgada: nov/2025
Valores no gráfico ao passar o mouse (última carteira ≥90% divulgada à CVM). “Outros” é o residual do PL.
Derivativos
Posicionamento via futuros
Exposição comprada e vendida via contratos futuros, por subjacente. O comprado fica acima do zero, o vendido abaixo, e a linha mostra o líquido.
Exposição assinada: comprado acima do zero, vendido abaixo. Valores em notional de mercado.
Trecho pontilhado = última posição conhecida, carregada adiante. A CDA da CVM não tem preço ao vivo — pode não refletir a posição atual.
Renda fixa
Alocação macro em renda fixa
Composição declarada à CVM (dado público)
Total em renda fixa: R$ 166,25 mi em abr/2026 (última carteira ≥90% divulgada à CVM). Trechos sem nova divulgação repetem a última composição conhecida.
Estrutura
Fundos da casa (11)▾
| Dahlia Capital – Dahlia Total Return MultimercadoMultimercado | R$ 1,37 bi | R$ 410,64 mi | 11 |
| Dahlia Capital – Dahlia Equity Hedge MultimercadoMultimercado | R$ 221,09 mi | R$ 84,36 mi | 11 |
| Dahlia Capital – DahliaAções | R$ 177,24 mi | R$ 139,71 mi | 17 |
| Dahlia Capital – Dahlia Global 50 Fife Previdência MultimercadoMultimercado | R$ 152,18 mi | R$ 91,75 mi | 2 |
| Dahlia Capital – Dahlia 97 MultimercadoMultimercado | R$ 143,76 mi | R$ 49,16 mi | 2 |
| Dahlia Capital – Dahlia Total ReturnAções | R$ 115,62 mi | R$ 60,93 mi | 9 |
| Dahlia Capital – Dahlia PrevidenciárioAções | R$ 91,87 mi | R$ 2,58 mi | 2 |
| Dahlia Capital – Dahlia 100 Fife Previdência MultimercadoMultimercado | R$ 68,13 mi | R$ 30,45 mi | 9 |
| Dahlia Capital – Dahlia Prev Total Return 70 Fife MultimercadoMultimercado | R$ 49,42 mi | R$ 26 mi | 7 |
| Dahlia Capital – Dahlia Pax Global EquitiesAções | R$ 27,45 mi | R$ 26,71 mi | 17 |
| Dahlia Capital – Dahlia Total Return Previdenciário Fife Mult Resp LimitadaMultimercado | R$ 22,03 mi | R$ 9,61 mi | 8 |
Repertório
Ativos recentes
Últimos temas citados pela gestora — ordenados do mais recente para o mais antigo. O score é a nota da última extração.
Histórico
Cartas processadas
Carta
Maio 2026Carta de Maio 2026 · publicada em 09 de jun de 2026
7 ativos
Carta Mensal Dahlia Capital - Junho 2026 (Choques e exageros)A Dahlia Capital discute, na carta de maio de 2026, o ambiente de elevada volatilidade nos ativos brasileiros e globais, atribuído à sobreposição de choques como a escalada do conflito no Oriente Médio — com impacto direto nos preços de petróleo e nas expectativas de inflação —, ruídos políticos domésticos e revisões expressivas nas expectativas de juros. A gestora destaca que as taxas SELIC implícitas pela curva de juros futuros subiram cerca de 200 pontos base em pouco mais de um mês, com impacto estimado de 10,7% nos lucros das empresas listadas no Brasil. Diante desse cenário, a Dahlia reduziu a exposição a risco em ações brasileiras no fundo Total Return, elevou a posição em caixa no fundo Ações e manteve alocação em tecnologia americana, adotando postura mais cautelosa enquanto monitora a evolução dos vetores de incerteza.
“Seguimos comprados em ações dos Estados Unidos e de países emergentes. Nos EUA, nosso foco continua no setor de tecnologia.”
Trecho compartilhado · 2 ativos
“Seguimos posicionados principalmente em bancos, energia elétrica, commodities e cíclicos domésticos.”
“Ataques e respostas recíprocas vem mantendo uma forte alta nos preços do petróleo, com repercussões imediatas sobre as expectativas de inflação e custo de produção nas empresas. Choques energéticos desta natureza ocupam posição particular na análise macroeconômica, pois acreditamos que preços de petróleo são a causa raiz de choques de inflação.”
Carta
Abril 2026Carta de Abril 2026 · publicada em 08 de mai de 2026
8 ativos
Dahlia — Improbabilidade Infinita (Maio 2026)A carta da Dahlia Capital de abril de 2026 tem como tema central a aparente improbabilidade dos mercados globais, explorando por que a bolsa brasileira superou até mesmo o ouro em performance desde o início de 2025 e por que as bolsas mundiais operam próximas às máximas mesmo em contexto de guerra e choque de petróleo. A gestora atribui o bom desempenho dos ativos brasileiros ao dólar fraco, à diversificação para fora dos Estados Unidos e à atratividade de ativos não disruptáveis pela inteligência artificial. Para o cenário à frente, a Dahlia trabalha com três trajetórias para o preço do petróleo — desescalada, impasse prolongado e escalada —, mantendo postura otimista com ativos brasileiros ancorada nos níveis de preço considerados atrativos.
Trecho compartilhado · 2 ativos
“Seguimos posicionados principalmente em bancos, energia elétrica, commodities (petróleo principalmente) e cíclicos domésticos.”
“o Brasil, exportador líquido de petróleo e alimentos, tem uma das taxas reais de juros mais altas do mundo, o que faz com que a moeda continue a apreciar (queda do dólar).”
“Quando somamos a isso os preços atraentes e o processo de diversificação em curso, fica mais fácil entender por que a bolsa brasileira tem sido tão resiliente.”
Carta
Março 2026Carta de Março 2026 · publicada em 09 de abr de 2026
5 ativos
Dahlia — A capa de chuva (Abril 2026)A carta de março de 2026 da Dahlia Capital tem como tema central o conceito de convexidade aplicado ao investimento em ações brasileiras, explorando a assimetria entre ganhos potenciais e perdas em cenários de distorção de preços. A gestora destaca que o Ibovespa historicamente apresenta uma distribuição de retornos mais dispersa que o S&P 500, o que, combinado a uma gestão ativa capaz de proteger as quedas e capturar as altas, cria oportunidades de retorno assimétrico. Como posicionamento, os fundos seguem alocados principalmente em bancos, energia elétrica, commodities e cíclicos domésticos, com a visão de que as ações brasileiras ainda negociam abaixo de suas médias históricas e que a incerteza atual pode estar excessivamente precificada pelo mercado.
“As ações brasileiras ainda negociam abaixo de suas médias históricas quando olhamos o preço em relação ao crescimento esperado de lucros. O fluxo estrangeiro, apesar da melhora dos últimos trimestres, ainda está distante de seu nível histórico natural. E o ciclo de juros, embora lento, aponta para baixo no médio prazo - o principal determinante do desempenho da bolsa local, como mostramos em fevereiro.”
“Bancos, energia elétrica, commodities e cíclicos domésticos lideraram uma recuperação expressiva nos meses seguintes.”
Trecho compartilhado · 2 ativos
“Seguimos posicionados principalmente em bancos, energia elétrica, commodities e cíclicos domésticos (construção civil, por exemplo).”
Carta
Fevereiro 2026Carta de Fevereiro 2026 · publicada em 10 de mar de 2026
4 ativos
Dahlia — Capex (and) Wars (Março 2026)A Dahlia Capital discute a nova era de intensidade de capital nas grandes empresas de tecnologia, com as hyperscalers projetando taxas de capex sobre receita entre 34% e 45% até 2028 — níveis superiores ao pico da bolha ponto-com —, levantando dúvidas sobre o retorno desses investimentos e a sustentabilidade dos múltiplos do setor. A carta destaca ainda o impacto do conflito entre EUA, Israel e Irã sobre o preço do petróleo, a inflação e as expectativas de juros, pressionando simultaneamente as três variáveis que determinam o P/L das empresas: risco, retorno marginal e crescimento. Diante desse cenário, a gestora reduziu a alocação de risco do Dahlia Total Return para próximo ao neutro, mantendo visão positiva de médio prazo para ativos brasileiros.
Trecho compartilhado · 3 ativos
“Seguimos posicionados principalmente em bancos, energia elétrica, commodities e cíclicos domésticos (construção civil, por exemplo).”
“O petróleo sobe, a inflação acelera e as expectativas de juros futuros se elevam. Cada etapa desse processo pressiona os múltiplos das empresas — justamente em um momento em que o mercado começava a mostrar sinais de euforia em relação a ativos fora dos Estados Unidos.”
Carta
Janeiro 2026Carta de Janeiro 2026 · publicada em 06 de fev de 2026
7 ativos
Dahlia — Intuicao ou ironia? (Fevereiro 2026)A carta da Dahlia Capital de janeiro de 2026 discute os limites do Equity Risk Premium (ERP) como guia de retornos futuros no mercado brasileiro, demonstrando que, historicamente, tanto ERPs muito altos quanto muito baixos precederam retornos acima da média no Ibovespa. A gestora argumenta que a direção e o nível dos juros reais de longo prazo são determinantes mais relevantes para o desempenho das ações do que o ERP isoladamente. No posicionamento, a Dahlia reduziu exposição em ações brasileiras após a alta de mais de 13% do Ibovespa no ano, migrando parte da visão positiva para moedas, enquanto mantém alocação em bancos, energia elétrica, commodities e cíclicos domésticos.
Trecho compartilhado · 3 ativos
“Seguimos posicionados principalmente em bancos, energia elétrica, commodities e cíclicos domésticos (construção civil, por exemplo), apesar de na margem termos realizado parte dos lucros em algumas posições.”
“Dahlia Macro Global: seguimos comprados em ações dos Estados Unidos e de países emergentes, incluindo Brasil e China.”
“Até hoje, o Ibovespa sobe mais de 13% do ano. Quase o CDI de um ano em pouco mais de um mês. Nada mal.”
Carta
Janeiro 2026Carta de Janeiro 2026 · publicada em 13 de jan de 2026
8 ativos
Dahlia — Dr. Dolar (Janeiro 2026)A Dahlia Capital discute, na carta de janeiro de 2026, os limites das projeções de mercado e a direção do dólar global como tema central, destacando a correlação histórica entre a força da moeda americana e o desempenho do Ibovespa. A gestora analisa vetores baixistas e altistas para o dólar — incluindo a política monetária do Fed e a reinterpretação da Doutrina Monroe pelo governo Trump —, sem concluir por uma direção definitiva. Nos fundos, mantém alocação acima do neutro em ativos brasileiros, com posições relevantes em bancos, energia elétrica e cíclicos domésticos.
Trecho compartilhado · 3 ativos
“Seguimos posicionados principalmente em bancos, energia elétrica e cíclicos domésticos (construção civil, por exemplo).”
“Mantemos nossa alocação de risco acima do neutro, baseado em uma expectativa positiva para os ativos, principalmente no Brasil. As projeções de lucro das empresas da nossa carteira de ações continuam aumentando nos próximos anos.”
“Seguimos comprados em ações dos Estados Unidos e de países emergentes, incluindo Brasil e China.”
Carta
Dezembro 2025Carta de Dezembro 2025 · publicada em 04 de dez de 2025
6 ativos
Dahlia — What's the story? Morning Glory (Dezembro 2025)A Dahlia Capital discute o conceito de "mundo em K" — disparidades simultâneas entre dados econômicos positivos e negativos — como tema central da carta de dezembro de 2025. A gestora destaca a forte performance do Ibovespa (mais de 30% até novembro), impulsionada pelo enfraquecimento do dólar, e aponta que, apesar dos sinais conflituosos no Brasil, nos EUA e na China, a combinação de desinflação global, avanços em inteligência artificial e juros em queda tende a ser favorável às bolsas. No posicionamento, os fundos seguem com alocação acima do neutro em ações brasileiras, com ênfase em bancos, energia elétrica e cíclicos domésticos.
Trecho compartilhado · 2 ativos
“Mantemos posições ativas em bolsa, especialmente nos setores de bancos, energia elétrica e cíclicos domésticos.”
“Mesmo com o desempenho positivo da bolsa no Brasil, não percebemos um forte fluxo para o mercado. A queda da SELIC poderia ser um catalisador para esse movimento. Os investidores não deveriam olhar para trás com raiva de ter perdido o movimento, uma vez que ainda vemos um potencial alto de valorização dos ativos locais.”
“Seguimos posições aplicadas em juros em emergentes, mas com uma exposição limitada em moedas.”
- +2.0Renda Fixa Emergentesmacro· cl 78
Carta
Novembro 2025Carta de Novembro 2025 · publicada em 06 de nov de 2025
12 ativos
Dahlia — Mudanca de foco (Novembro 2025)A Dahlia Capital discute a evolução da agenda ESG no contexto atual, apoiando-se em reflexões de Bill Gates para argumentar que o sucesso climático deve ser medido pelo impacto no bem-estar humano, não apenas pela redução de emissões. A gestora destaca que o "Green Premium" tornou-se negativo em diversas tecnologias limpas, reforçando sua tese de investimento em metais da transição energética, fontes alternativas de geração e armazenamento de energia. No posicionamento dos fundos, mantém alocação acima do neutro em ativos brasileiros, com ênfase em ações dos setores de bancos, energia elétrica e cíclicos domésticos.
“Dahlia Ações: Seguimos 95% comprados em ações no Brasil, em linha com o mandato do fundo. Seguimos posicionados principalmente em bancos, utilities e cíclicos domésticos.”
“Seguimos comprados em ações dos Estados Unidos e de países emergentes, incluindo Brasil e China.”
Trecho compartilhado · 2 ativos
“Mantemos posições ativas em bolsa, especialmente nos setores de bancos, energia elétrica e cíclicos domésticos.”
Carta
Outubro 2025Carta de Outubro 2025 · publicada em 07 de out de 2025
6 ativos
Dahlia — O teste do marshmallow (Outubro 2025)A Dahlia Capital utiliza a metáfora do teste do marshmallow para discutir a importância da paciência na gestão, contextualizando o cenário político brasileiro às vésperas das eleições de 2026 — com análise de ciclos eleitorais, matemática regional e a força do Centrão — sem, contudo, incorporar esse debate ao posicionamento dos fundos. No portfólio, a gestora mantém alocação acima do neutro em ativos brasileiros, com destaque para ações nos setores de bancos, energia elétrica e cíclicos domésticos, enquanto no Dahlia Macro Global segue comprada em ações de EUA, Brasil e China.
Trecho compartilhado · 2 ativos
“Seguimos comprados em ações dos Estados Unidos e de países emergentes, incluindo Brasil e China.”
Trecho compartilhado · 2 ativos
“Seguimos 95% comprados em ações no Brasil, em linha com o mandato do fundo. Não fizemos grandes alterações na carteira e seguimos posicionados principalmente em bancos, utilities e cíclicos domésticos.”
“Mantemos posições ativas em bolsa, especialmente nos setores de bancos, energia elétrica e cíclicos domésticos.”
Carta
Setembro 2025Carta de Setembro 2025 · publicada em 05 de set de 2025
6 ativos
Dahlia — 3, 2, 1 Cut! (Setembro 2025)A Dahlia Capital discute o cenário de início de ciclos de corte de juros nos EUA e no Brasil, destacando as pressões políticas sobre o Federal Reserve e os riscos de desaceleração econômica em ambos os países. No Brasil, com a Selic em 15% e o juro real ex-ante em patamar historicamente elevado, a gestora enxerga espaço para afrouxamento monetário sem comprometer a âncora de preços, o que tende a beneficiar o mercado acionário. O portfólio segue com alocação acima do neutro em ações brasileiras, concentrado em bancos, utilities e cíclicos domésticos, com proteções em ativos defensivos diante da visibilidade ainda limitada de crescimento de lucros.
Trecho compartilhado · 2 ativos
“Dahlia Macro Global: Seguimos comprados em ações dos Estados Unidos e de países emergentes, incluindo Brasil e China.”
“Mantemos posições ativas em bolsa, especialmente nos setores de bancos, energia elétrica e cíclicos domésticos.”
“Mesmo diante desse quadro, nossa visão é construtiva. Vemos oportunidade em setores domésticos mais sensíveis ao ciclo de juros, como o financeiro, mas reconhecemos que a visibilidade de aumento de lucros ainda é limitada. Por isso, mantemos um portfólio balanceado, combinando exposição a essas teses com proteções em ativos mais defensivos, mas em um nível de exposição elevado.”
Carta
Agosto 2025Carta de Agosto 2025 · publicada em 08 de ago de 2025
4 ativos
Dahlia — Ozzy Housel (Agosto 2025)A Dahlia Capital discute, em sua carta de agosto de 2025, o papel da imprevisibilidade — ilustrada pelas figuras de Ozzy Osbourne e Donald Trump — sobre os mercados financeiros, defendendo que a volatilidade recente, tanto no Brasil quanto nos EUA, já apresenta sinais de arrefecimento. A gestora aponta o movimento do dólar como principal determinante dos preços de ativos e identifica um cenário de possível enfraquecimento da moeda americana, o que favoreceria o fluxo de capitais para mercados emergentes. Nos fundos, a alocação segue concentrada em ações brasileiras, com destaque para os setores de bancos, energia elétrica e cíclicos domésticos, sustentada por resultados das empresas em linha ou acima do esperado.
Trecho compartilhado · 2 ativos
“Mantemos posições ativas em bolsa, especialmente nos setores de bancos, energia elétrica e cíclicos domésticos.”
“A economia brasileira parece ainda resiliente, mesmo com a SELIC em 15% ao ano. Os resultados das empresas que estão em nossa carteira seguem vindo, de uma forma geral. em linha ou melhores que o esperado, sustentando o preço das ações e permitindo que elas continuem pagando dividendos e recomprando ações.”
“Mantemos nossa visão positiva para o dólar no longo prazo, porém, podemos voltar a ver um período no qual o dólar fica mais fraco no mundo, por conta de 1) diversificação de patrimônio e reservas, ainda concentrados em ativos americanos, 2) atividade econômica mais fraca nos Estados Unidos e 3) potencial corte de juros pelo banco central americano.”
Carta
Julho 2025Carta de Julho 2025 · publicada em 08 de jul de 2025
7 ativos
Carta Mensal Dahlia Capital - Julho 2025 (Fluxo, para que te quero)A carta da Dahlia Capital, intitulada "Fluxo, para que te quero", aborda o papel do posicionamento dos investidores como terceiro elemento da trilogia dos "três P's" (profits, policy e posicionamento), analisando como o efeito manada pode criar distorções entre preço e valor. A gestora examina indicadores de alocação, fluxo e sentimento, destacando que brasileiros e estrangeiros seguem com exposição historicamente baixa a ativos locais, enquanto sinais recentes apontam reversão gradual desse quadro. Segundo a Dahlia, os dados estruturais sugerem espaço relevante para realocação adicional em ativos brasileiros, ao passo que os fundos mantêm alocação próxima à máxima, concentrada em ações de bancos, energia elétrica e cíclicos domésticos.
Trecho compartilhado · 3 ativos
“Seguimos comprados em ações dos Estados Unidos e de outros países desenvolvidos, além de um hedge em juros nominais americanos.”
- +2.5Bolsa desenvolvidosativo· cl 82
- +2.0Bolsa americanaativo· cl 72
- -1.5Renda Fixa EUAmacro· cl 55
Trecho compartilhado · 2 ativos
“Seguimos 95% comprados em ações no Brasil, em linha com o mandato do fundo. Não fizemos grandes alterações na carteira e seguimos posicionados principalmente em bancos, utilities e cíclicos domésticos.”
“Os dados estruturais apontam que ainda há espaço considerável de realocação em ativos brasileiros. Parece que um grupo de gnus se moveu para pastagens mais verdes. Mas a manada ainda está por vir.”
Carta
Julho 2025Carta de Julho 2025 · publicada em 08 de jul de 2025
6 ativos
Dahlia — Fluxo, para que te quero (Julho 2025)A carta da Dahlia Capital dedica-se ao tema do posicionamento dos investidores — terceiro elemento da trilogia "três P's" (profits, policy e positioning) —, analisando como o efeito manada pode criar distorções entre preço e valor e sinalizar pontos de inflexão no mercado. A gestora destaca que, apesar de uma melhora recente no sentimento em relação a ativos brasileiros, indicadores estruturais de alocação — como a relação entre ações detidas por brasileiros e o M4, em mínima histórica, e o baixo volume de estrangeiros na B3 em termos reais — sugerem que ainda há espaço relevante para realocação. Nos fundos, a alocação segue próxima da máxima, concentrada em ações brasileiras, com destaque para bancos, energia elétrica e cíclicos domésticos.
“Os dados estruturais apontam que ainda há espaço considerável de realocação em ativos brasileiros. Parece que um grupo de gnus se moveu para pastagens mais verdes. Mas a manada ainda está por vir.”
Trecho compartilhado · 3 ativos
“Mantemos posições ativas em bolsa, especialmente nos setores de bancos, energia elétrica e cíclicos domésticos e aplicados em juros nominais.”
“Seguimos comprados em ações dos Estados Unidos e de outros países desenvolvidos, além de um hedge em juros nominais americanos.”
Carta
Junho 2025Carta de Junho 2025 · publicada em 05 de jun de 2025
5 ativos
Dahlia — Lucro para que te quero (Junho 2025)A Dahlia Capital discute a relação entre crescimento de lucros e performance das ações, detalhando sua metodologia de projeção de margens por meio de modelos de regressão que identificam crescimento econômico, juros, câmbio e preços de commodities como variáveis-chave. A gestora destaca a complexidade do cenário atual, em que dados de emprego e consumo convivem com desaceleração em setores sensíveis a crédito, reforçando o papel do stock picking como diferencial. Nos fundos, o posicionamento está concentrado em ativos brasileiros, com ênfase em bancos, energia elétrica e cíclicos domésticos.
Trecho compartilhado · 2 ativos
“Seguimos comprados em ações dos Estados Unidos e de outros países desenvolvidos, além de um hedge em juros nominais americanos”
“Seguimos 95% comprados em ações no Brasil, em linha com o mandato do fundo. Não fizemos grandes alterações na carteira e seguimos posicionados principalmente em bancos, utilities e cíclicos domésticos.”
Trecho compartilhado · 2 ativos
“Mantemos posições ativas em bolsa, especialmente nos setores de bancos, energia elétrica e cíclicos domésticos e aplicados em juros nominais.”