Carta Mensal Genoa - Janeiro 2026
Janeiro 2026 · Genoa Capital
Coletada em 17 de mai. de 2026 · histórico · ⓘ
- Ativos extraídos
- 2
- Publicada em
- 06 de fev de 2026
- Trechos únicos
- 2
Carta sobre janeiro/26 publicada 36 dias depois em fevereiro/26.
Resumo
A Genoa Capital avalia, em sua carta de janeiro de 2026, um cenário de resiliência econômica nos Estados Unidos — com inflação estimada próxima de 3% e Fed em postura paciente — e a sinalização do Banco Central brasileiro de início do ciclo de cortes da Selic em março, após elevação de 10% para 15%. A gestora pondera, contudo, que a qualidade da desinflação brasileira nos últimos 12 meses dependeu essencialmente da apreciação do real e da deflação importada da China, sem abertura relevante do hiato do produto. No campo de performance, o Genoa Radar rendeu +1,94% no mês (vs. CDI de +1,16%), com principal contribuição positiva vinda de posições em moeda local, enquanto o Arpa registrou +4,19%, impulsionado por empresas domésticas dos setores industrial, de energia e transportes, além de posições em semicondutores e computação em nuvem.
Conteúdo
Ativos extraídos
Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.
“O Banco Central, portanto, enxerga espaço razoável para cortes. Se esse cenário se confirmará é outra discussão. Como temos enfatizado, a qualidade da desinflação brasileira nos últimos 12 meses esteve distante do ideal, dependendo essencialmente da apreciação do real e da importação de deflação chinesa.”
Vê espaço para cortes da Selic, mas com ressalva de que a desinflação depende de câmbio apreciado e deflação importada da China.
“após uma apreciação cambial superior a 10%, as projeções do BC recuaram para algo próximo de 3,5%.”
Observa que a apreciação cambial superior a 10% contribuiu para reduzir as projeções de inflação do BC para cerca de 3,5%.
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