Genoa Capital
Antes de virar preço, vira texto.
- Cartas processadas
- 20
- Ativos únicos
- 27
- Clareza média
- 27%
- AUM total
- R$ 31,93 bi
Genoa Capital é uma gestora multimercado fundada em 2020 por André Raduan, Emerson Codogno, Mariano Steinert e Rodrigo Noel (ex-gestores da família Itaú Hedge Plus). Atua em macro com foco em juros, câmbio e ações.
Composição declarada à CVM (dado público) — auto-gerado, sem curadoria editorial.
Posições declaradas (CVM)
Do que esta casa é feita
Posições consolidadas de todos os fundos da casa, mês a mês. Em Alocação, o peso de cada categoria/ticker no PL (soma ~100% com “Outros”). Em Exposição, soma os derivativos assinados (comprado acima do zero, vendido abaixo).
Última carteira ≥90% divulgada: mai/2026. Gestores de ações podem divulgar a composição à CVM com defasagem (confidencialidade), em geral de 3 a 6 meses.
Trecho pontilhado = última carteira conhecida, carregada adiante. A CDA da CVM não tem preço ao vivo — pode não refletir a posição atual.
Última carteira divulgada: mai/2026
Valores no gráfico ao passar o mouse (última carteira ≥90% divulgada à CVM). “Outros” é o residual do PL.
Derivativos
Posicionamento via futuros
Exposição comprada e vendida via contratos futuros, por subjacente. O comprado fica acima do zero, o vendido abaixo, e a linha mostra o líquido.
Exposição assinada: comprado acima do zero, vendido abaixo. Valores em notional de mercado.
Trecho pontilhado = última posição conhecida, carregada adiante. A CDA da CVM não tem preço ao vivo — pode não refletir a posição atual.
Renda fixa
Alocação macro em renda fixa
Composição declarada à CVM (dado público)
Total em renda fixa: R$ 0 em mai/2026 (última carteira ≥90% divulgada à CVM). Trechos sem nova divulgação repetem a última composição conhecida.
Estrutura
Fundos da casa (14)▾
| Genoa Capital – Genoa Capital Vestas MultimercadoMultimercado | R$ 5,05 bi | R$ 832,68 mi | 62 |
| Genoa Capital – Genoa Capital Radar MultimercadoMultimercado | R$ 4,76 bi | R$ 1,56 bi | 57 |
| Genoa Capital – Genoa Capital Cruise Prev a Fife Multimercado Resp LimitadaMultimercado | R$ 2,76 bi | R$ 919,54 mi | 51 |
| Genoa Capital – Genoa Capital Coast MultimercadoMultimercado | R$ 2,11 bi | R$ 72,98 mi | 2 |
| Genoa Capital – Genoa Capital Pulse Prev a Fife Mult Resp LimitadaMultimercado | R$ 1,16 bi | R$ 384,28 mi | 50 |
| Genoa Capital – Genoa Capital Sagres MultimercadoMultimercado | R$ 874,64 mi | R$ 488,69 mi | 2 |
| Genoa Capital – Genoa Capital Polaris MultimercadoMultimercado | R$ 596,42 mi | R$ 207,09 mi | 2 |
| Genoa Capital – Genoa Capital Cruise Brasilprev Fife Multimercado Resp LimitadaMultimercado | R$ 485,49 mi | R$ 164,07 mi | 48 |
| Genoa Capital – Genoa Capital ArpaAções | R$ 209,26 mi | R$ 26,54 mi | 1 |
| Genoa Capital – Genoa Capital Sagres Prev Fife Multimercado Resp LimitadaMultimercado | R$ 149,66 mi | R$ 78,92 mi | 2 |
| Genoa Capital – Genoa Capital Arpa MultimercadoMultimercado | R$ 130,35 mi | R$ 59,99 mi | 27 |
| Genoa Capital – Genoa Capital Signal MultimercadoMultimercado | R$ 92,5 mi | R$ 11,93 mi | 2 |
| Genoa Capital – Genoa Capital Aviz MultimercadoMultimercado | R$ 75,1 mi | R$ 46,96 mi | 2 |
| Genoa Capital – Genoa Capital Sagres Prev Fife B Multimercado Resp LimitadaMultimercado | R$ 5,64 mi | R$ 2,97 mi | 2 |
Repertório
Ativos recentes
Últimos temas citados pela gestora — ordenados do mais recente para o mais antigo. O score é a nota da última extração.
Histórico
Cartas processadas
Carta
Agosto 2026Carta de Agosto 2026 · publicada em 09 de set de 2026
9 ativos
PDFA Genoa Capital avalia, em sua carta de agosto de 2026, um cenário de economia americana aquecida com riscos crescentes de alta de juros pelo Fed, enquanto no Brasil a desaceleração segue em curso, marcada pela deterioração do crédito e pelos efeitos cumulativos da política monetária restritiva. No campo político, a gestora trabalha com o cenário de derrota do presidente Lula no segundo turno, o que poderia abrir espaço para uma política fiscal mais austera e apreciação cambial a partir de 2027. No Radar, as principais contribuições positivas do mês vieram de posições em juros e moedas globais, enquanto no Arpa, com exposição líquida em renda variável próxima a 95%, os destaques positivos foram empresas domésticas dos setores industrial, de utilidades públicas e de energia.
“O Fed passou a demonstrar maior preocupação com a inflação corrente, e deve voltar a subir os juros no curto prazo.”
“A combinação do aparente estrangulamento do mercado de crédito, somada à política monetária restritiva e à desaceleração do impulso fiscal, deve permitir que o BCB continue o ciclo de cortes de juros.”
Trecho compartilhado · 2 ativos
“As principais contribuições positivas do mês vieram das posições compradas em empresas domésticas dos setores industriais e de utilidades públicas.”
- +1.0Utilities (Utilidades Públicas)setor· cl 18
- +1.0Setor industrial Brasilsetor· cl 15
Carta
Julho 2026Carta de Julho 2026 · publicada em 12 de ago de 2026
9 ativos
PDFA Genoa Capital discute, em sua carta de julho de 2026, o duplo movimento de resiliência americana — sustentada pelo ciclo de IA e por uma inflação que surpreendeu para baixo — e de desaceleração doméstica brasileira, com indicadores de atividade mais fracos na margem e projeção de IPCA em 5,0% para 2026. No campo fiscal, a gestora destaca a deterioração estrutural da dívida bruta, agravada pelo uso intenso de mecanismos parafiscais e pela perspectiva de déficits primários entre 1,0% e 1,5% do PIB com a perda do suporte cíclico à arrecadação. No posicionamento dos fundos, as posições em juros e moedas globais foram os principais destaques positivos do Radar, enquanto o Arpa registrou perdas em semicondutores e industriais americanos, com contribuição positiva de empresas de software e energia brasileira.
“Nossa exposição líquida à renda variável está próxima do neutro, em torno de 65% e privilegia empresas americanas, enquanto a exposição bruta se encontra ao redor de 90%.”
Trecho compartilhado · 2 ativos
“Contribuíram positivamente as posições compradas em empresas americanas de software, e em empresas brasileiras de energia.”
“Também contribuíram negativamente as posições compradas em empresas domésticas do setor de construção civil.”
Carta
Junho 2026Carta de Junho 2026 · publicada em 09 de jul de 2026
11 ativos
PDFA Genoa Capital, em sua carta de junho de 2026, discute um cenário marcado pela resiliência da economia americana — sustentada pelo ciclo de investimentos em inteligência artificial e pela reversão do mercado de trabalho — e pela persistência inflacionária que coloca o Fed, sob novo comando, diante da possibilidade de alta de juros. No Brasil, a gestora destaca a fragilidade fiscal estrutural, com déficits nominais da ordem de 9% a 10% do PIB e trajetória de dívida considerada insustentável, enquanto critica a comunicação errática do Banco Central, que optou por cortar juros mesmo reconhecendo piora do ambiente inflacionário e hiato do produto revisado para cima pelo décimo nono trimestre consecutivo. No campo dos fundos, as posições em juros local e global foram as principais contribuidoras de performance no mês, enquanto a exposição líquida à renda variável doméstica foi mantida abaixo do neutro, refletindo postura mais defensiva diante dos riscos internos.
“o ambiente de resultados corporativos e o dinamismo dos setores ligados à tecnologia sustentam nossa preferência por empresas americanas.”
“A deterioração do cenário corrente, combinada à decisão de seguir com o ciclo de cortes e a uma comunicação errática, reforça, em nossa visão, a percepção de que o Banco Central segue inclinado a prolongar o afrouxamento monetário.”
“Do lado do investimento, os projetos de data centers e infraestrutura ligados à inteligência artificial seguem em ritmo forte, funcionando como um motor relevante de crescimento.”
Carta
Maio 2026Carta de Maio 2026 · publicada em 05 de jun de 2026
6 ativos
PDFA Genoa Capital, em sua carta de maio de 2026, centra a análise no ambiente de inflação persistentemente acima da meta tanto nos EUA quanto no Brasil, avaliando que o Fed deve manter juros estáveis por período prolongado enquanto o Banco Central brasileiro enfrenta pressão crescente para interromper seu ciclo de flexibilização. No cenário doméstico, a gestora projeta IPCA de 5,5% em 2026 e aponta vetores altistas adicionais como a PEC 6x1, a reforma tributária e choques de oferta em alimentos e eletrônicos. Na atribuição de performance do Radar, as posições em juros e moedas globais foram os principais contribuidores positivos do mês, enquanto as apostas em renda variável representaram os maiores detratores.
“Nossa exposição líquida à renda variável está acima do neutro, em torno de 80%, e privilegia empresas americanas, enquanto a exposição bruta se encontra ao redor de 130%.”
Trecho compartilhado · 2 ativos
“As principais contribuições positivas do mês vieram das posições compradas em empresas americanas dos setores de semicondutores e tecnologia.”
- +2.5Tecnologiasetor· cl 35
- +2.5Semicondutoressetor· cl 35
“O cenário mais provável é de juros estáveis até as eleições de novembro. À medida que a atividade se consolida e o mercado de trabalho se fortalece, em um ambiente de inflação persistentemente acima da meta, a discussão deve migrar gradualmente para a alta de juros.”
Carta
Abril 2026Carta de Abril 2026 · publicada em 08 de mai de 2026
7 ativos
Carta Mensal Genoa - Abril 2026A Genoa Capital, em sua carta de abril de 2026, centra a análise no impacto do conflito no Oriente Médio sobre a oferta de energia e a inflação global, que mantém os principais bancos centrais em postura hawkish e posterga ciclos de afrouxamento monetário. No Brasil, a gestora destaca a resiliência da atividade econômica — com PIB do primeiro trimestre estimado em cerca de 6% anualizado e mercado de trabalho aquecido —, combinada a estímulos fiscais e parafiscais crescentes e projeção de IPCA de 4,5% para 2026 e 2027, com riscos assimétricos para cima. A leitura da Genoa diverge do BCB em quatro pontos centrais, questionando a tese de desaceleração em curso, a eficácia da política monetária e a confiança em uma taxa neutra ao redor de 5%.
“O fluxo reduzido pelo Estreito de Ormuz continua comprimindo a oferta de energia e mantendo o preço do petróleo — especialmente na parte curta da curva — em patamares elevados, pressionando a inflação global.”
“No Brasil, a economia segue surpreendendo positivamente, o que, combinado a uma inflação mais pressionada, reduz o espaço para cortes de juros adicionais.”
Trecho compartilhado · 3 ativos
“As principais contribuições positivas do mês vieram das posições compradas em empresas americanas dos setores de semicondutores e industriais, e das posições compradas em empresas locais do setor de utilidades públicas.”
- +1.0Industriais Globalsetor· cl 18
- +1.0Semicondutoressetor· cl 12
- +0.8Utilities (Utilidades Públicas)setor· cl 18
Carta
Março 2026Carta de Março 2026 · publicada em 10 de abr de 2026
8 ativos
Carta Mensal Genoa - Março 2026A carta da Genoa Capital de março de 2026 tem como tema central o conflito entre EUA e Irã e seus desdobramentos sobre os mercados globais e brasileiros, com destaque para o cessar-fogo temporário e a provável reabertura do estreito de Ormuz como sinais de descompressão parcial. No Brasil, o choque elevou as expectativas de inflação e reduziu a precificação de cortes de juros, levando o Banco Central a iniciar o ciclo de afrouxamento com cautela, cortando apenas 25 pontos-base. No campo dos fundos, o Radar registrou retorno de -1,34% no mês, com a posição em moeda local como principal contribuição positiva, enquanto o Arpa recuou 3,69%, penalizado por posições em empresas americanas de semicondutores e setores domésticos como financeiro, construção civil e shoppings.
“o fluxo de capital permanece positivo para a bolsa local, permitindo expressarmos uma visão mais construtiva.”
“Em nossa avaliação, uma normalização do petróleo — ainda que para níveis um pouco acima do pré-conflito — é condição suficiente para a retomada do plano original de cortes de 50 pontos-base nas próximas reuniões, pelo menos segundo a função de reação que o BCB tem adotado desde o final do ano passado.”
“Se esse processo evoluir para um acordo mais duradouro, esperamos acomodação dos preços do petróleo. Ainda assim, é pouco provável um retorno integral aos níveis pré-conflito, dado o dano físico à capacidade de produção e refino em regiões afetadas.”
Carta
Fevereiro 2026Carta de Fevereiro 2026 · publicada em 10 de mar de 2026
7 ativos
Carta Mensal Genoa - Fevereiro 2026A carta de fevereiro de 2026 da Genoa Capital tem como tema central o choque global no preço do petróleo, com o Brent acumulando alta de aproximadamente 75% no ano e testando patamares próximos de US$ 100 por barril, o que adiciona incerteza ao cenário macroeconômico e pressiona as expectativas de inflação. No Brasil, a gestora avalia que um repasse rápido das cotações externas ao mercado doméstico é pouco provável, especialmente em ano eleitoral, e que o Banco Central tende a iniciar o ciclo de cortes de juros em março a um ritmo de 50 pontos-base por reunião, caso não haja deterioração adicional nos preços de energia. No campo dos fundos, o Radar teve contribuição positiva da posição em moeda local e em juros e moedas globais, enquanto o Arpa se beneficiou de posições compradas em utilidades públicas, energia e construção civil domésticas.
“Caso não haja deterioração adicional nos preços de energia, entendemos que o Banco Central tende a iniciar o ciclo de cortes de juros em um ritmo de 50 pontos-base por reunião.”
“Os conflitos geopolíticos observados no fim do mês provocaram um choque relevante nos preços do petróleo, adicionando incerteza ao cenário de crescimento global sustentado e juros mais baixos que vínhamos descrevendo nas últimas cartas.”
- -1.5Consumo Globalsetor· cl 12
Trecho compartilhado · 2 ativos
“impactaram negativamente as posições compradas em empresas americanas do setor de tecnologia, financeiro e consumo.”
Carta
Janeiro 2026Carta de Janeiro 2026 · publicada em 06 de fev de 2026
2 ativos
Carta Mensal Genoa - Janeiro 2026A Genoa Capital avalia, em sua carta de janeiro de 2026, um cenário de resiliência econômica nos Estados Unidos — com inflação estimada próxima de 3% e Fed em postura paciente — e a sinalização do Banco Central brasileiro de início do ciclo de cortes da Selic em março, após elevação de 10% para 15%. A gestora pondera, contudo, que a qualidade da desinflação brasileira nos últimos 12 meses dependeu essencialmente da apreciação do real e da deflação importada da China, sem abertura relevante do hiato do produto. No campo de performance, o Genoa Radar rendeu +1,94% no mês (vs. CDI de +1,16%), com principal contribuição positiva vinda de posições em moeda local, enquanto o Arpa registrou +4,19%, impulsionado por empresas domésticas dos setores industrial, de energia e transportes, além de posições em semicondutores e computação em nuvem.
“O Banco Central, portanto, enxerga espaço razoável para cortes. Se esse cenário se confirmará é outra discussão. Como temos enfatizado, a qualidade da desinflação brasileira nos últimos 12 meses esteve distante do ideal, dependendo essencialmente da apreciação do real e da importação de deflação chinesa.”
“após uma apreciação cambial superior a 10%, as projeções do BC recuaram para algo próximo de 3,5%.”
Carta
Dezembro 2025Carta de Dezembro 2025 · publicada em 08 de jan de 2026
0 ativos
Carta Mensal Genoa - Dezembro 2025A Genoa Capital, em sua carta de dezembro de 2025, discute um cenário de desaceleração da atividade no Brasil — com PIB do terceiro trimestre abaixo do esperado — combinada a um mercado de trabalho ainda resiliente e inflação com composição menos benigna, projetando IPCA de 4,2% em 2025 e 4,0% em 2026. A gestora antecipa um ciclo de afrouxamento monetário entre 250 e 300 pontos-base em 2026, justificado pelo risco de a política se tornar progressivamente mais contracionista em termos reais, e mantém atenção ao cenário eleitoral como fator de risco para os ativos locais. No campo dos fundos, o Radar encerrou dezembro com retorno de 0,40%, puxado por posições em moedas globais, enquanto o Arpa registrou -0,97% no mês, com ganhos em empresas dos setores industrial, financeiro e de transportes sendo mais do que compensados por perdas em construção civil e utilidades públicas.
Carta
Novembro 2025Carta de Novembro 2025 · publicada em 08 de dez de 2025
8 ativos
Carta Mensal Genoa - Novembro 2025A Genoa Capital avalia, em sua carta de novembro de 2025, um cenário de desaceleração gradual nos EUA — com mercado de trabalho arrefecendo enquanto a atividade segue firme — e antecipa novo corte de juros pelo Fed para aproximar a política monetária do neutro. No Brasil, a gestora projeta IPCA de 4,3% para 2025 e 2026, destaca a resiliência da atividade e o impulso fiscal positivo esperado para o quarto trimestre e ao longo de 2026, enquanto aponta fragilidade no setor externo e dinâmica salarial acima da produtividade. No campo dos fundos, as principais contribuições positivas do mês vieram de posições em juros locais e globais no Radar, e de empresas domésticas dos setores de utilidades públicas, energia, financeiro e construção civil no Arpa.
“Apesar do aumento recente do risco eleitoral, acreditamos que a flexibilização nos juros deve ocorrer a partir do início de 2026.”
Trecho compartilhado · 4 ativos
“As principais contribuições positivas do mês vieram das posições compradas em empresas domésticas dos setores de utilidades públicas, energia, financeiro e de construção civil.”
“As principais contribuições positivas para a rentabilidade do mês vieram das posições em juros locais e globais.”
Carta
Outubro 2025Carta de Outubro 2025 · publicada em 11 de nov de 2025
0 ativos
Carta Mensal Genoa - Outubro 2025A Genoa Capital, em sua carta de outubro de 2025, discute um cenário marcado pela incerteza nos EUA — com crescimento resiliente contrastando com enfraquecimento do mercado de trabalho e inflação ainda pressionada por tarifas — e pelo avanço da desinflação no Brasil, onde a apreciação cambial superior a 15% contribuiu para reduzir a projeção de IPCA de 6,0% para 4,5%. A gestora destaca que a postura mais firme do Banco Central brasileiro começa a surtir efeito concreto na melhora das expectativas de inflação de longo prazo, abrindo espaço para redução parcial dos juros já no início de 2026. No mês, as posições em juros globais foram as principais contribuidoras positivas do Radar, enquanto o Arpa foi beneficiado por empresas americanas de tecnologia e consumo e por companhias domésticas de utilidades públicas e industriais.
Carta
Setembro 2025Carta de Setembro 2025 · publicada em 09 de out de 2025
0 ativos
Carta Mensal Genoa - Setembro 2025A Genoa Capital, em sua carta de setembro de 2025, analisa um cenário macroeconômico de sinais mistos nos EUA — desaceleração do mercado de trabalho contrastando com PIB revisado para cima e inflação persistente acima da meta —, enquanto o Fed realizou corte de 25 pontos-base como "gestão de riscos". No Brasil, a gestora destaca a desaceleração da inflação favorecida pela apreciação cambial, a cautela do Banco Central diante da baixa ociosidade e expectativas desancoradas, e a crescente relevância das eleições de 2026 na formação de preços. No campo dos fundos, as principais contribuições positivas em setembro vieram de posições em moeda local e renda variável no Radar, de empresas domésticas dos setores de utilidades, financeiro e construção no Arpa, e da estratégia sistemática global no Sagres.
Carta
Agosto 2025Carta de Agosto 2025 · publicada em 10 de set de 2025
9 ativos
Carta Mensal Genoa - Agosto 2025A carta de agosto de 2025 da Genoa Capital discute um cenário macroeconômico misto nos Estados Unidos — com sinais de retomada da atividade, mas desaceleração no mercado de trabalho e inflação persistente — e no Brasil, onde o processo de desinflação avança favorecido pela apreciação cambial e queda nos preços de alimentos, enquanto o BCB mantém postura mais firme do que o esperado, com a Selic em 15% e expectativas de manutenção até o início de 2026. No campo dos fundos, os principais destaques de performance em agosto foram as posições em moedas globais e locais no Radar (1,74%), as empresas domésticas dos setores financeiro, de utilidades públicas, saúde e construção civil no Arpa (1,84%), e a contribuição de Europa e América do Norte no Sagres (2,95%), que superou o CDI no mês.
“O Banco Central adotou postura mais firme do que a esperada pelo mercado. O Comitê ressaltou que ainda avalia se os 15% atuais são suficientes e que o período de manutenção prolongada da taxa básica sequer começou a ser contabilizado. Essa estratégia vem se mostrando acertada: as expectativas para 2026 e 2027 começaram a recuar, ainda que em parte influenciadas pela melhora da inflação corrente.”
Trecho compartilhado · 4 ativos
“As principais contribuições positivas do mês vieram das posições compradas em empresas domésticas dos setores financeiro, de utilidades públicas, saúde e construção civil.”
Trecho compartilhado · 3 ativos
“As perdas vieram das posições compradas em empresas americanas dos setores de software, semicondutores e mídia.”
- +0.8Setor de Mídia Globalsetor· cl 18
- +0.8Softwaresetor· cl 12
- +0.8Semicondutoressetor· cl 12
Carta
Julho 2025Carta de Julho 2025 · publicada em 07 de ago de 2025
1 ativo
Carta Mensal Genoa - Julho 2025A Genoa Capital, em sua carta de julho de 2025, analisa o impacto do choque tarifário americano sobre a atividade global e doméstica, destacando a perda de ímpeto no mercado de trabalho dos EUA — evidenciada pelo payroll negativo — e a expectativa de retomada do ciclo de cortes de juros pelo Fed antes do fim do ano. No Brasil, a gestora observa moderação do crescimento com mercado de trabalho ainda aquecido e massa salarial em expansão, antecipando uma reversão do vetor fiscal contracionista nos próximos meses via precatórios, emendas parlamentares e reajustes do funcionalismo. Em termos de performance, o Radar encerrou julho com -0,35%, o Arpa com -1,48% e o Sagres com +0,17%, com contribuições positivas vindas de renda variável e juros globais no Radar, e de empresas americanas de tecnologia e utilidades no Arpa.
“As principais empresas americanas reportaram crescimento de lucro do 2º trimestre de 9% a/a, resultado 5% acima das expectativas. Esse crescimento robusto ajudou a impulsionar o S&P no mês.”
Carta
Junho 2025Carta de Junho 2025 · publicada em 11 de jul de 2025
7 ativos
Carta Mensal Genoa - Junho 2025A Genoa Capital, em sua carta de junho de 2025, discute um cenário de desaceleração gradual nos EUA com perspectiva de pouso suave, enquanto no Brasil o Banco Central encerrou o ciclo de alta com a Selic em 15%, sinalizando estabilidade à frente, ainda que o impulso fiscal expansionista deva manter o hiato do produto em patamar inflacionário e tornar a convergência da inflação à meta um processo lento. No campo de performance, as principais contribuições positivas do mês vieram das posições em juros e câmbio local no Radar, de empresas americanas de tecnologia e mídia e de domésticas dos setores de energia, financeiro e consumo no Arpa, com o fundo Arpa acumulando alta de 12,90% no ano e o Radar de 6,37%.
“Não temos dúvidas de que o atual nível da taxa Selic é contracionista. No entanto, como temos destacado em cartas anteriores, enxergamos um impulso fiscal (dentro e fora do arcabouço) bastante expansionista nos próximos trimestres, o que deve manter o hiato do produto em patamar inflacionário. Isso torna a convergência da inflação à meta um processo muito mais lento e desafiador do que o projetado pelo BC e pelo mercado.”
Trecho compartilhado · 4 ativos
“As principais contribuições positivas do mês vieram das posições compradas em empresas americanas dos setores de tecnologia e mídia, e das empresas domésticas do setor de energia, financeiro e de consumo.”
- +1.0Tecnologia EUAsetor· cl 35
- +1.0Consumosetor· cl 18
- +1.0Setor de Mídia Globalsetor· cl 18
- +1.0Setor Financeirosetor· cl 12
“As perdas vieram das posições compradas em empresas domésticas do setor de saúde e transportes.”
Carta
Maio 2025Carta de Maio 2025 · publicada em 09 de jun de 2025
0 ativos
Carta Mensal Genoa - Maio 2025A Genoa Capital avalia, em sua carta de maio de 2025, que a economia brasileira opera acima do potencial — com PIB ex-agro em alta, desemprego abaixo de 6,5% e capacidade instalada acima de 83% — mesmo diante de política monetária restritiva, sinalizando que o Banco Central deve continuar elevando a Selic para reequilibrar a demanda. No cenário externo, a trégua comercial EUA-China reduziu parte da incerteza, mas as tarifas elevadas seguem pressionando preços e aproximando a economia americana de uma zona limítrofe de recessão, com o Fed condicionando cortes a sinais claros de deterioração do emprego. No campo fiscal doméstico, a gestora destaca que o impulso deve voltar a ser fortemente expansionista nos próximos trimestres — com cerca de R$ 300 bilhões em gastos federais e R$ 250 bilhões em estímulos adicionais —, enquanto persiste a ausência de solução estrutural para os precatórios pós-2026.
Carta
Abril 2025Carta de Abril 2025 · publicada em 09 de mai de 2025
0 ativos
Carta Mensal Genoa - Abril 2025A Genoa Capital, em sua carta de abril de 2025, discute o cenário de forte incerteza gerado pela nova agenda tarifária do governo Trump, que já contamina indicadores de confiança nos EUA e pode levar a economia americana à recessão caso as tarifas não sejam revertidas, enquanto o Fed sinaliza que novos estímulos dependem de deterioração clara do mercado de trabalho. No Brasil, a gestora avalia que o ciclo de aperto monetário está próximo do fim após a Selic atingir 14,75%, com a economia ainda demonstrando crescimento robusto — geração de cerca de 130 mil empregos por mês — e projeções de IPCA em 5,3% para 2025, pressionadas por núcleos de serviços rodando próximos a 7%. No portfólio, as principais contribuições positivas do mês vieram de posições em moedas, juros e renda variável doméstica, com o Arpa registrando alta de 9,28% em abril, impulsionado por empresas dos setores de utilidades públicas, financeiro, transportes e tecnologia americana.
Carta
Março 2025Carta de Março 2025 · publicada em 08 de abr de 2025
0 ativos
Carta Mensal Genoa - Março 2025A Genoa Capital, em sua carta de março de 2025, tem como tema central o impacto da escalada tarifária promovida pelo governo Trump — com alíquota média efetiva estimada em 25%, o maior patamar em mais de um século —, avaliando seus efeitos sobre a economia global e o Brasil. Para o cenário doméstico, a gestora destaca que o canal de transmissão tende a ocorrer via desaceleração global e queda de commodities, enquanto estímulos fiscais, parafiscais e creditícios da ordem de R$ 250 bilhões nos próximos 18 meses sustentam a dinâmica interna. No campo dos fundos, o Radar e o Arpa registraram desempenho negativo no mês, penalizados por posições em juros, câmbio e renda variável, ao passo que o Sagres apresentou resultado positivo de 2,37%, beneficiado por sua abordagem macro sistemática global.
Carta
Fevereiro 2025Carta de Fevereiro 2025 · publicada em 11 de mar de 2025
2 ativos
Carta Mensal Genoa - Fevereiro 2025A Genoa Capital, em sua carta de fevereiro de 2025, discute um cenário de incerteza macroeconômica global e doméstica, com destaque para a desaceleração dos indicadores de confiança nos EUA em meio às tensões comerciais e para os riscos de nova rodada de expansão fiscal no Brasil, que, combinada a uma postura cautelosa do Banco Central, aponta para um ambiente de inflação persistentemente elevada. No campo dos fundos, o Radar entregou retorno de 1,12% no mês, impulsionado por posições em juros locais e globais, enquanto o Arpa recuou 3,38%, pressionado por posições compradas em ações americanas e domésticas, e o Sagres avançou 2,41%, beneficiado por posições em América do Sul e América do Norte.
“Câmbio Brasil: Estamos posicionados no real.”
“Temos apostas em juros nominais.”
Carta
Janeiro 2025Carta de Janeiro 2025 · publicada em 10 de fev de 2025
0 ativos
Carta Mensal Genoa - Janeiro 2025A Genoa Capital, em sua carta de janeiro de 2025, discute um cenário de crescimento robusto nos EUA com inflação ainda acima da meta do Fed e incertezas geradas pela agenda tarifária e migratória do governo Trump, enquanto no Brasil projeta IPCA próximo a 6% em 2025, com demanda doméstica sobreaquecida e política monetária restritiva por período prolongado. No Radar, as posições em juros globais foram os principais contribuidores positivos, ao passo que moedas e renda variável detrataram; no Arpa, empresas americanas de mídia e consumo e domésticas do setor financeiro lideraram os ganhos, com exposição líquida a renda variável levemente acima do neutro em cerca de 75%.