Set. 23 – Apertem os cintos, vamos aterrissar…?
Setembro 2023 · Mar Asset Management
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Resumo
A carta da Mar Asset Management de setembro de 2023 analisa o momento de "aterrissagem" das economias globais após os estímulos pós-pandemia, comparando os distintos ciclos de ajuste do Chile ("hard(ish) landing"), EUA ("perfect landing"), México ("no landing") e Brasil ("WonderLanding"). O caso brasileiro recebe atenção central: a gestora aponta a combinação de hiato do produto positivo, desemprego historicamente baixo, expansão fiscal estrutural recorde e início de ciclo de afrouxamento monetário com expectativas de inflação acima da meta como um conjunto de fatores de elevada preocupação. A carta também reconhece erro de posicionamento ao longo de 2023, descrevendo a quebra da correlação entre juros americanos e VIX após o colapso do SVB como fator determinante para a má performance do fundo, e informa a retomada de posições tomadas em juros longos no Brasil e aplicadas na curva americana.
Conteúdo
Conceitos extraídos
Cada conceito vem com a frase de evidência verbatim. Quando vários conceitos saem do mesmo trecho, agrupamos pela frase.
“Decidimos retomar a posição "tomada" (aposta na alta) em taxas de juros de longo prazo no Brasil, baseados na crença de que os níveis atuais estão refletindo um cenário otimista, que nos parece ter uma probabilidade baixa de ocorrer.”
Retomou posição tomada em juros longos do Brasil, por considerar que os níveis atuais precificam cenário otimista de baixa probabilidade diante de riscos fiscais e monetários.
“Neste momento, à medida que acreditamos que a probabilidade de um "soft landing" ou "perfect landing" nos Estados Unidos está em ascensão, observamos que a curva de juros está próxima dos níveis mais altos dos últimos anos. Isso nos sinaliza uma oportunidade promissora para adotar uma estratégia de aposta na queda dessas taxas.”
Aposta na queda dos juros longos americanos, com curva próxima às máximas e probabilidade crescente de soft ou perfect landing nos EUA.
Trecho compartilhado · 3 conceitos
“Cinco empresas representam mais de 2/3 do risco na classe, entre elas: Eneva, Alupar e Equatorial. Embora não aprofundemos as teses de investimento em cada uma delas neste momento, essas escolhas compartilham certos elementos que buscamos: 1. ativos atuais subavaliados para sua dinâmica operacional e/ou risco associado aos fluxos de caixa; 2. opcionalidades de geração de valor não precificadas, principalmente em alocação de capital futura no curto/médio prazo; e 3. empresários e executivos com disciplina financeira, boa capacidade de identificar oportunidades, principalmente em cenários adversos, e extremamente alinhados.”
Eneva ·Mantém Eneva como uma das principais posições em ações, vendo ativos subavaliados, opcionalidades de alocação de capital não precificadas e gestão alinhada e disciplinada.
Alupar ·Mantém Alupar entre as principais posições da carteira de ações, vendo ativos subavaliados, opcionalidades não precificadas, gestão alinhada e proteção contra repique inflacionário.
Equatorial ·Mantém Equatorial entre as principais posições em ações, vendo ativos subavaliados, opcionalidades de alocação de capital não precificadas e gestão disciplinada e alinhada.
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