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Novus Capital - Carta Mensal Abril/2026

Abril 2026 · Novus Capital

Carta de Abril 2026· publicada em 12 de mai de 2026

Coletada em 25 de mai. de 2026 · histórico ·

Ativos extraídos
7
Publicada em
12 de mai de 2026
Trechos únicos
7

Carta sobre abril/26 publicada 41 dias depois em maio/26.

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Resumo

A carta de abril da Novus Capital tem como tema central o impacto do conflito entre EUA e Irã sobre os mercados globais, com destaque para a pressão inflacionária via petróleo e a resposta dos principais bancos centrais, incluindo a sinalização de ciclo de alta de juros no BCE e no Fed. No Brasil, o Copom cortou a Selic em 25 bps e descartou aceleração do ritmo de cortes, com o cenário-base da gestora apontando para uma Selic terminal de 13,50%. No crédito, o mês foi marcado por abertura de spreads superior a 30 bps no segmento incentivado e pela menor atividade primária dos últimos 13 meses, com os fundos da casa mantendo postura defensiva, elevado caixa e duration reduzida.

Conteúdo

Ativos extraídos

Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.

7
  1. O tamanho do choque nos preços do petróleo forçou revisões expressivas nas projeções de inflação para 2026 e 2027, movimentos que já eram esperados pelo mercado. Entretanto, o ponto de maior preocupação para o Copom foi a elevação das expectativas para 2028. Esse deslocamento das projeções de longo prazo foi mal recebido pela autoridade monetária, pois sinaliza uma erosão na confiança dos agentes de que o Banco Central conseguirá reconduzir a inflação à meta. Essa perda adicional de credibilidade impõe a necessidade de manter a política monetária em terreno restritivo por um período ainda mais prolongado.

    Vê necessidade de política monetária restritiva por período ainda mais prolongado, diante da erosão de credibilidade do Banco Central e revisões altistas de inflação.

  2. no Reino Unido, o Banco da Inglaterra (BoE) abandonou a perspectiva de recuo dos juros e migrou para um discurso mais rígido, com chances reais de elevações ainda em 2026.

    Vê o BoE abandonando a perspectiva de cortes e migrando para discurso mais rígido, com chances reais de elevações de juros ainda em 2026.

  3. Mantemos o viés positivo para os países emergentes, em especial o Brasil, para o momento em que o conflito for encerrado.

    Mantém viés positivo para emergentes, especialmente Brasil, aguardando o encerramento do conflito entre EUA e Irã para retomar posições compradas.

  4. Com o avanço das negociações entre EUA e Irã, iniciamos uma pequena posição aplicada em juros na Europa e Inglaterra, que foi encerrada no final do mês.

    Iniciou pequena posição aplicada em juros na Europa e Inglaterra diante do avanço das negociações entre EUA e Irã, encerrada no fim do mês.

  5. Zeramos nossa posição comprada em EWZ contra bolsa americana e estamos acompanhando a evolução do conflito entre EUA e Irã.

    Encerrou a posição comprada em EWZ contra bolsa americana e acompanha o conflito EUA-Irã, mantendo viés positivo para emergentes após resolução.

  6. O mês de abril foi marcado por uma intensa volatilidade nos preços do petróleo, ditada pelo fluxo de notícias sobre o conflito no Oriente Médio. Ao longo do período, a percepção de que um acordo para o fim das hostilidades estaria próximo chegou a trazer alívio momentâneo, mas essa expectativa se esvaiou conforme as negociações travaram. O resultado foi um encerramento de mês com as commodities energéticas em patamares mais elevados.

    Vê petróleo encerrando abril em patamares elevados após intensa volatilidade ditada pelo conflito no Oriente Médio e travamento das negociações de paz.

  7. Voltamos para a compra do ouro ao longo do mês mas, com a piora da relação entre EUA e Irã, essa posição foi encerrada.

    Reabriu posição comprada em ouro durante o mês, mas encerrou a exposição diante da piora na relação entre EUA e Irã.

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