Opportunity - Carta de Gestao Opp Macro Jan/2025
Janeiro 2025 · Opportunity
Coletada em 24 de mai. de 2026 · histórico · ⓘ
- Conceitos extraídos
- 6
- Publicada em
- 05 de fev de 2025
- Trechos únicos
- 5
Carta sobre janeiro/25 publicada 35 dias depois em fevereiro/25.
Resumo
A Opportunity avalia que janeiro de 2025 trouxe uma forte recuperação dos ativos brasileiros, atribuída a fatores temporários — como intervenção do Banco Central e sazonalidade de fluxos — sem alteração estrutural no cenário doméstico, que ainda apresenta déficit em conta corrente elevado e incerteza fiscal. No plano global, o cenário benigno nos EUA se mantém, enquanto o início do segundo mandato de Trump reintroduz riscos via política tarifária, vetor considerado central para os próximos meses. Diante desse ambiente, a gestora segue com baixa utilização de risco, mantendo posições aplicadas em juros da República Tcheca e juros reais americanos, vendida em yuan e com pequena exposição comprada em ações americanas.
Conteúdo
Conceitos extraídos
Cada conceito vem com a frase de evidência verbatim. Quando vários conceitos saem do mesmo trecho, agrupamos pela frase.
“Não identificamos uma mudança estrutural no cenário de demanda reprimida e desalavancagem, reforçando nossa tese de depreciação da moeda chinesa, especialmente em um contexto de juros em níveis historicamente baixos.”
Mantém tese de depreciação do yuan, sustentada por demanda reprimida, desalavancagem e juros historicamente baixos, com posição vendida contra dólar e cesta de moedas.
Trecho compartilhado · 2 conceitos
“Seguimos com posições aplicadas na República Tcheca e em juros reais nos Estados Unidos.”
Juros reais americanos ·Mantém posição aplicada em juros reais nos Estados Unidos, ao lado de aplicação na República Tcheca, dentro da estratégia de juros.
Juros Republica Tcheca ·Mantém posições aplicadas em juros da República Tcheca, como caso idiossincrático dentro de uma alocação de baixo risco.
“Aproveitamos a alta do petróleo ao longo do mês para iniciar uma pequena posição vendida, que já foi encerrada com ganhos. Temos um viés negativo com a commodity, que preferimos expressar vendendo em momentos de estresse altista.”
Mantém viés negativo com petróleo, preferindo expressar a tese via posições vendidas em momentos de estresse altista da commodity.
“O déficit em conta corrente está em níveis historicamente elevados, rodando na margem em níveis próximos a 3,5% do PIB anualizado na nossa métrica ajustada. Além disso, a incerteza fiscal e tributária segue desincentivando investimentos diretos estrangeiros, deixando o país dependente de fluxos de portfólio para evitar uma depreciação contínua.”
Vê real pressionado por déficit em conta corrente elevado e incerteza fiscal, com tendência de depreciação contínua, e monitora oportunidades para voltar a comprar dólar.
“Mantemos uma pequena posição comprada em ações americanas.”
Mantém pequena posição comprada em ações americanas, refletindo postura de baixo risco em meio a cenário benigno nos EUA.
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