Opportunity
Antes de virar preço, vira texto.
- Cartas processadas
- 18
- Ativos únicos
- 42
- Clareza média
- 59%
- AUM total
- R$ 141,67 bi
Opportunity é uma gestora multi-estratégia fundada em 1994 por Daniel Dantas, Verônica Dantas e Dorio Ferman, sendo uma das primeiras gestoras independentes do Brasil. Atua em asset management, private equity, wealth management e infraestrutura.
Composição declarada à CVM (dado público) — auto-gerado, sem curadoria editorial.
Posições declaradas (CVM)
Do que esta casa é feita
Posições consolidadas de todos os fundos da casa, mês a mês. Em Alocação, o peso de cada categoria/ticker no PL (soma ~100% com “Outros”). Em Exposição, soma os derivativos assinados (comprado acima do zero, vendido abaixo).
Última carteira ≥90% divulgada: dez/2025. Gestores de ações podem divulgar a composição à CVM com defasagem (confidencialidade), em geral de 3 a 6 meses.
Trecho pontilhado = última carteira conhecida, carregada adiante. A CDA da CVM não tem preço ao vivo — pode não refletir a posição atual.
Última carteira divulgada: dez/2025
Valores no gráfico ao passar o mouse (última carteira ≥90% divulgada à CVM). “Outros” é o residual do PL.
Derivativos
Posicionamento via futuros
Exposição comprada e vendida via contratos futuros, por subjacente. O comprado fica acima do zero, o vendido abaixo, e a linha mostra o líquido.
Exposição assinada: comprado acima do zero, vendido abaixo. Valores em notional de mercado.
Trecho pontilhado = última posição conhecida, carregada adiante. A CDA da CVM não tem preço ao vivo — pode não refletir a posição atual.
Renda fixa
Alocação macro em renda fixa
Composição declarada à CVM (dado público)
Total em renda fixa: R$ 5,14 bi em mai/2026 (última carteira ≥90% divulgada à CVM). Trechos sem nova divulgação repetem a última composição conhecida.
Estrutura
Fundos da casa (23)▾
| Opportunity – Opportunity SlqAções | R$ 33,6 bi | R$ 102 | 1 |
| Opportunity Asset DE Terceiros – Opp IAções | R$ 28,76 bi | R$ 20,3 mi | 2 |
| Opportunity HDF – OpportunityAções | R$ 27,45 bi | R$ 871,52 mi | 2 |
| Opportunity HDF – Opportunity LógicaAções | R$ 8,27 bi | R$ 330,97 mi | 2 |
| Opportunity HDF – Opportunity Log IIAções | R$ 7,44 bi | R$ 140 | 1 |
| Opportunity Gestão DE Investimentos E Recursos – Opportunity Total MultimercadoMultimercado | R$ 2,35 bi | R$ 621,23 mi | 2 |
| Opportunity Private Equity – Opportunity Global IIAções | R$ 2,22 bi | R$ 100 | 1 |
| Opportunity HDF – OpegAções | R$ 1,36 bi | R$ 101 | 1 |
| Opportunity Gestão DE Investimentos E Recursos – Opportunity MultimercadoMultimercado | R$ 1,2 bi | R$ 600,63 mi | 2 |
| Opportunity Gestão DE Investimentos E Recursos – Opportunity CapitalAções | R$ 1,07 bi | R$ 454,74 mi | 2 |
| Opportunity Gestão DE Investimentos E Recursos – Opportunity Income FI Renda Fixa Longo PrazoRenda Fixa | R$ 766,69 mi | R$ 387,08 mi | 2 |
| Opportunity HDF – Opportunity SelectionAções | R$ 549,16 mi | R$ 201 | 1 |
| Opportunity Gestão DE Investimentos E Recursos – Opportunity CarteiraAções | R$ 496,26 mi | R$ 409,89 mi | 2 |
| Opportunity Asset DE Terceiros – Opportunity Global Equity em Real InstitucionalAções | R$ 383,08 mi | R$ 101 | 1 |
| Opportunity Asset DE Terceiros – Opportunity Global Equity em Real Institucional II de Invest No Exterior Resp LimitadaAções | R$ 116,67 mi | R$ 7,7 mi | 2 |
| Opportunity Gestão DE Investimentos E Recursos – Opportunity Previdência FI MultimercadoMultimercado | R$ 91,7 mi | R$ 63,78 mi | 2 |
| Opportunity Auster Wealth Management – Opportunity WM de FI MultimercadoMultimercado | R$ 51,78 mi | R$ 5,09 mi | 3 |
| Opportunity Auster Wealth Management – Opportunity Sml MultimercadoMultimercado | R$ 50,24 mi | R$ 98 | 1 |
| Opportunity Auster Wealth Management – Angra MultimercadoMultimercado | R$ 16,64 mi | R$ 100 | 1 |
| Opportunity Auster Wealth Management – Yosemite MultimercadoMultimercado | R$ 12,29 mi | R$ 205,1 mil | 2 |
| Opportunity Auster Wealth Management – Opportunity Summa MultimercadoMultimercado | R$ 11,1 mi | R$ 77,8 mil | 3 |
| Opportunity Gestão DE Investimentos E Recursos – Opportunity Previdência II FI MultimercadoMultimercado | R$ 10,06 mi | R$ 5,92 mi | 3 |
| Opportunity Private Equity – Opportunity Dinâmico II | R$ 0 | R$ 0 | 1 |
Repertório
Ativos recentes
Últimos temas citados pela gestora — ordenados do mais recente para o mais antigo. O score é a nota da última extração.
Histórico
Cartas processadas
Carta
Junho 2026Carta de Junho 2026 · publicada em 02 de jul de 2026
13 ativos
Opportunity (Opp Macro - carta mensal) - 2026-06A carta da Opportunity referente a junho de 2026 tem como tema central a queda de cerca de 20% nos preços do petróleo após o conflito entre EUA e Irã, movimento que acelerou a descompressão dos prêmios inflacionários globais, embora juros reais elevados e rigidez na inflação de serviços tenham limitado o alívio nas curvas dos principais mercados. No Brasil, o mês foi marcado por performance negativa na renda fixa em razão do risco fiscal crescente, com percepção de expansão de gastos fora das regras orçamentárias, enquanto os fundos mantiveram posições compradas em NTN-Bs, aplicadas na curva de DI e em ações domésticas selecionadas. No portfólio internacional, a gestora encerrou posições tomadas na curva chilena e operou taticamente em República Tcheca e México, além de manter exposição a empresas de tecnologia ligadas à inteligência artificial nos EUA.
“No Brasil, mantivemos posição comprada em NTN-Bs, assim como uma exposição seletiva em ações domésticas, priorizando empresas que combinam potencial de valorização em um cenário de fechamento da curva de juros com níveis atrativos de carrego.”
“Nos Estados Unidos, seguimos com posições compradas em empresas de tecnologia ligadas ao tema de inteligência artificial.”
“Mantivemos as posições aplicadas em juros reais longos no Brasil e na Zona do Euro.”
Carta
Maio 2026Carta de Maio 2026 · publicada em 03 de jun de 2026
12 ativos
Opportunity (Opp Macro - carta mensal) - 2026-05A carta da Opportunity Macro de maio de 2026 tem como tema central a postura mais hawkish do Fed, que passou a atribuir maior peso ao risco inflacionário em detrimento do risco de enfraquecimento do mercado de trabalho, pressionando os juros reais ao longo da curva americana e fortalecendo o dólar. O avanço nas negociações em torno do conflito envolvendo o Irã trouxe alívio nos preços do petróleo — com queda próxima de 15% — e nas medidas de inflação implícita, sustentando um ambiente positivo para ativos de risco, com bolsas em máximas históricas em algumas praças. No posicionamento, a gestora manteve posições compradas em NTN-Bs e ações domésticas no Brasil, estratégia de risk parity nos EUA e posições aplicadas em juros reais longos no Brasil e na Zona do Euro, além de introduzir posição tomada na parte intermediária da curva americana.
“voltamos a aumentar a posição aplicada em juros longos na África do Sul.”
- +2.5Juros nominais África do Sulmacro· cl 85
“No Brasil, mantivemos posição comprada em NTN-Bs, bem como exposição seletiva em ações domésticas, priorizando companhias que combinam potencial de valorização em um cenário de fechamento da curva de juros com níveis atrativos de carrego.”
“No Brasil, mantivemos posição comprada em NTN-Bs, bem como exposição seletiva em ações domésticas, priorizando companhias que combinam potencial de valorização em um cenário de fechamento da curva de juros com níveis atrativos de carrego. Adicionalmente, seguimos com posição aplicada no trecho curto da curva de DI, em níveis que consideramos interessantes.”
Carta
Abril 2026Carta de Abril 2026 · publicada em 06 de mai de 2026
11 ativos
Opportunity - Carta de Gestao Opp Macro Abr/2026A carta da Opportunity de abril de 2026 analisa o impacto do conflito militar em torno do Irã sobre os preços do petróleo (90–120 USD/bbl) e o consequente choque inflacionário "contratado" em um ambiente de economia global resiliente, que levou bancos centrais relevantes — Fed, BoJ, BoE e ECB — a intensificarem o foco no risco inflacionário sem espaço para afrouxamento monetário. No Brasil, a gestora manteve posições compradas em NTN-Bs e exposição seletiva em ações domésticas, além de posição aplicada no trecho curto da curva de DI, enquanto o Opportunity Total FIC FIM registrou rentabilidade de 2,12% no mês (194,21% do CDI), com as estratégias de juros e bolsa G10 como principais contribuidores positivos.
Trecho compartilhado · 2 ativos
“No Brasil, mantivemos posição comprada em NTN-Bs, bem como exposição seletiva em ações domésticas, priorizando companhias que combinam potencial de valorização em um cenário de fechamento da curva de juros com níveis atrativos de carrego.”
Trecho compartilhado · 2 ativos
“Nos Estados Unidos, mantivemos a implementação da estratégia de risk parity, composição comprada no S&P500 e exposição aplicada na curva de juros reais.”
- +2.0Bolsa americanaativo· cl 72
- +2.0Juro real EUAmacro· cl 62
“Ao longo do mês, introduzimos posição aplicada em juros reais longos na Zona do Euro, assim como na parte curta/intermediária da curva de juros nominais na Suécia (neste caso, em um trade relativo com Zona do Euro).”
- +2.0Renda Fixa Zona do Euro Realmacro· cl 72
Carta
Março 2026Carta de Março 2026 · publicada em 02 de abr de 2026
16 ativos
Opportunity - Carta de Gestao Opp Macro Mar/2026A carta da Opportunity Macro de março de 2026 tem como tema central o avanço do conflito militar em torno do Irã e o fechamento do estreito de Hormuz, que provocaram movimentos extremos nos mercados globais, com destaque para a alta de cerca de 60% nos preços de petróleo e gás natural e forte pressão sobre as curvas de juros nominais e inflação implícita, especialmente na Zona do Euro e no Reino Unido. No posicionamento dos fundos, a gestora manteve posições compradas em NTN-Bs e exposição seletiva em ações domésticas no Brasil, iniciou posição aplicada na parte curta da curva do DI e seguiu com estratégia de risk parity nos EUA, enquanto as carteiras registraram resultados negativos no mês, com o principal detrator sendo o livro de juros.
“No Brasil, mantivemos posição comprada em NTN-Bs, assim como uma exposição seletiva em ações domésticas, priorizando companhias que combinam potencial de valorização em um cenário de fechamento da curva de juros com níveis atrativos de carrego.”
“iniciamos posição aplicada na parte curta da curva do DI, diante de níveis que consideramos atrativos, mesmo em meio ao ambiente de incerteza decorrente do conflito geopolítico.”
Trecho compartilhado · 2 ativos
“Nos Estados Unidos, seguimos implementando a estratégia de risk parity, composição comprada no S&P500 e exposição aplicada na curva de juros reais.”
- +2.0Bolsa americanaativo· cl 62
- +2.0Juro real EUAmacro· cl 62
Carta
Fevereiro 2026Carta de Fevereiro 2026 · publicada em 03 de mar de 2026
17 ativos
Opportunity - Carta de Gestao Opp Macro Fev/2026A Opportunity Macro descreve fevereiro de 2026 como um mês marcado por incertezas no cenário comercial global, com destaque para a decisão da Suprema Corte americana sobre tarifas de importação e a resposta de Trump com uma tarifa global temporária de 10%, além do avanço dos agentes de IA — especialmente após o lançamento do Claude 4.5 — que gerou forte correção em empresas de software e debate sobre impactos no mercado de trabalho e na inflação. No Brasil, o ambiente permaneceu favorável, com desempenho positivo em diversas classes de ativos impulsionado pelo cenário político mais competitivo e pela convergência da inflação, enquanto a gestora manteve posições compradas em NTN-Bs e exposição seletiva em ações domésticas, adicionando proteção via venda de índice após a alta expressiva do início do ano.
“No Brasil, mantivemos posição comprada em NTN-Bs, bem como uma exposição seletiva em ações domésticas, priorizando companhias que combinam potencial de valorização em um cenário de fechamento da curva de juros com um nível de carrego atrativo.”
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“No livro de moedas, iniciamos posição comprada em peso chileno contra o peso mexicano.”
“Em moedas, encerramos a posição comprada em peso chileno e introduzimos posição comprada no dólar australiano.”
Carta
Janeiro 2026Carta de Janeiro 2026 · publicada em 03 de fev de 2026
17 ativos
Opportunity - Carta de Gestao Opp Macro Jan/2026A Opportunity Macro descreve janeiro de 2026 como um mês marcado por intensa volatilidade geopolítica e comercial, com ações militares dos EUA, ameaças tarifárias à União Europeia e ao Canadá, e incertezas sobre a sucessão no comando do Fed, movimentos que impulsionaram a busca por proteção via commodities e moedas de países emergentes. No cenário macro, a gestora destaca a resiliência do crescimento global com inflação controlada, enquanto bancos centrais de economias emergentes, como Brasil, México e Chile, sinalizaram maior espaço para afrouxamento monetário. No posicionamento, os fundos mantiveram exposição comprada em NTN-Bs e ações domésticas seletivas no Brasil, estratégia de risk parity nos EUA e posições aplicadas em juros reais em mercados emergentes como México e República Tcheca.
Trecho compartilhado · 2 ativos
“No Brasil, mantivemos posição comprada em NTN-Bs, além de uma exposição seletiva em ações domésticas, com foco em companhias que combinam potencial de valorização com o fechamento da curva de juros e um carrego atrativo.”
“Na Austrália, seguimos com posição tomada de forma a captar a iminência de altas de juros.”
“Introduzimos posição aplicada na parte curta da curva de Chile, acompanhada de posição comprada no CLP (VS dólar).”
Carta
Dezembro 2025Carta de Dezembro 2025 · publicada em 05 de jan de 2026
12 ativos
Opportunity - Carta de Gestao Opp Macro Dez/2025A carta da Opportunity Macro de dezembro de 2025 tem como tema central o cenário macroeconômico global de crescimento resiliente e inflação controlada, com os principais bancos centrais adotando postura neutra e dependente de dados. No Brasil, as eleições de 2026 emergiram como fator determinante na precificação dos ativos, gerando maior volatilidade e deslocamento relevante na curva de juros, enquanto o início do ciclo de cortes pelo BCB em março é apontado como o cenário mais provável. No posicionamento, a gestora manteve exposição comprada em NTN-Bs e ações domésticas seletivas nos multimercados, além de posições aplicadas em juros no México, Europa e África do Sul na carteira de renda fixa ativa.
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“Entre as posições aplicadas, seguimos com África do Sul e voltamos a aumentar México, diante de dados mais positivos de inflação, moeda apreciada e uma comunicação dovish do Banxico.”
“No Brasil, continuamos com a posição aplicada em NTN-B longa e encerramos a posição aplicada na parte intermediária da curva de juros nominal.”
Trecho compartilhado · 2 ativos
“Nos Estados Unidos, seguimos com a estratégia de risk parity, mantendo posição comprada em S&P e aplicada em juros.”
Carta
Novembro 2025Carta de Novembro 2025 · publicada em 02 de dez de 2025
13 ativos
Opportunity - Carta de Gestao Opp Macro Nov/2025A carta da Opportunity Macro de novembro de 2025 aborda um cenário global marcado por volatilidade nos mercados — desencadeada por correção no setor de tecnologia — com posterior reversão dos movimentos em um contexto de economia global resiliente e condições monetárias próximas da neutralidade na maioria das economias. O Brasil é destacado como caso de carry atrativo após episódio inflacionário interno, com valorização relevante no mercado acionário e descompressão da curva de juros, enquanto o debate sobre o início do ciclo de cortes pelo BCB permanece em aberto entre janeiro e março. No posicionamento, a gestora manteve exposição comprada em NTN-Bs e ações domésticas no Brasil, estratégia de risk parity nos EUA e posições aplicadas em juros no México e na África do Sul, com risco reduzido em moedas.
“Nos Estados Unidos, seguimos com a estratégia de risk parity, mantendo posição comprada em S&P e aplicada em juros, tendo aproveitado a queda recente para aumentar a exposição a ações.”
“No Brasil, mantemos posição comprada em NTN-Bs, além de uma exposição seletiva em ações domésticas que se beneficiam tanto do fechamento da taxa de juros quanto de um carrego atrativo.”
“O Brasil é um dos casos mais específicos no sentido de carry atrativo após um episódio inflacionário gerado por fatores internos, e que agora se encontra próximo tanto do início dos cortes de juros quanto de um novo ciclo eleitoral.”
Carta
Outubro 2025Carta de Outubro 2025 · publicada em 04 de nov de 2025
14 ativos
Opportunity - Carta de Gestao Opp Macro Out/2025A carta da Opportunity Macro de outubro de 2025 analisa um cenário global marcado por volatilidade gerada pelos movimentos do Fed e pelas incertezas sobre o real estado da economia americana, que conviveu com desaceleração na criação de vagas e um processo de desinflação mais benigno do que o esperado. No campo geopolítico e comercial, desenvolvimentos como o acordo de trégua entre EUA e China e sinais de arrefecimento do conflito em Gaza contribuíram para um fechamento de mês positivo para os ativos de risco. No posicionamento, a gestora manteve compra em NTN-Bs longas no Brasil, estratégia de risk parity nos EUA com posição comprada em S&P e aplicada em juros, além de posições aplicadas no México e novas entradas em peso chileno e coroa tcheca.
“No Brasil, mantemos posição comprada em NTN-Bs, com foco nos vencimentos mais longos da curva, além de uma exposição seletiva em ações domésticas que se beneficiam tanto do fechamento da taxa de juros quanto de um carrego atrativo.”
Trecho compartilhado · 2 ativos
“Mantivemos as posições aplicadas em juros no Brasil – em NTN-B longa e na parte intermediária da curva de juros nominal – e no México.”
Trecho compartilhado · 2 ativos
“Em moedas, iniciamos posições compradas no peso chileno (contra o USD) e na coroa tcheca (contra o EUR).”
- +2.0Coroa tchecamacro· cl 72
- +2.0Peso Chilenomacro· cl 72
Carta
Setembro 2025Carta de Setembro 2025 · publicada em 02 de out de 2025
11 ativos
Opportunity - Carta de Gestao Opp Macro Set/2025A carta da Opportunity referente a setembro de 2025 descreve um ambiente global favorável a ativos de risco, marcado pela continuidade do ciclo de cortes de juros em diversas geografias e por uma atividade econômica resiliente. O corte do Fed de 25 bps, interpretado como uma dose de "seguro", e a postura cautelosa do BCB — mantendo juros em 15% com comunicação austera — figuram entre os principais destaques macroeconômicos. Nos portfólios, a gestora manteve posições compradas em NTN-Bs longas no Brasil e em S&P nos EUA, além de ampliar exposição aplicada no México e introduzir posições em CLP e EUR na carteira de renda fixa ativa.
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“Diante de fatores como recuperação cíclica, final de ciclo de corte de juros, ambiente de investimentos e nível histórico depreciado, introduzimos posições compradas em CLP (contra o USD) e no EUR (contra o GBP).”
“No Brasil, mantemos posição comprada em NTN-Bs, principalmente em vencimentos longos da curva, além de pequena exposição em ações domésticas que se beneficiam do fechamento de juros e de carrego favorável.”
“Nos Estados Unidos, seguimos com a estratégia de risk parity, mantendo posição comprada em S&P e aplicada em juros.”
Carta
Agosto 2025Carta de Agosto 2025 · publicada em 02 de set de 2025
12 ativos
Opportunity - Carta de Gestao Opp Macro Ago/2025A carta da Opportunity de agosto de 2025 tem como tema central a comunicação mais dovish do Federal Reserve em Jackson Hole, que deslocou a curva de juros americana para baixo e sustentou um ambiente pró-risco e de dólar fraco no período. No Brasil, o debate político antecipado em torno das eleições presidenciais de 2026 trouxe oscilações relevantes na renda fixa, enquanto a gestora manteve posições compradas em NTN-Bs longas e sinalizou a proximidade de um ciclo de cortes de juros entre o quarto trimestre de 2025 e o primeiro trimestre de 2026. No México, a desaceleração econômica menos severa que o esperado e dados favoráveis de inflação mantiveram aberto o espaço para continuidade de cortes pelo Banxico, com o board sinalizando determinação em prosseguir no ciclo.
“No Brasil, mantemos posição comprada em NTN-Bs, principalmente em vencimentos longos da curva, além de pequena exposição em ações domésticas que se beneficiam do fechamento de juros e de carrego favorável.”
“Nos Estados Unidos, seguimos com a estratégia de risk parity, mantendo posição comprada em S&P e aplicada em juros.”
“Iniciamos posição aplicada no Canadá e México contra posições tomadas no Chile.”
Carta
Julho 2025Carta de Julho 2025 · publicada em 05 de ago de 2025
8 ativos
Opportunity - Carta de Gestao Opp Macro Jul/2025A carta da Opportunity referente a julho de 2025 tem como tema central o impacto das tarifas de importação de Trump e a postura cautelosa do Fed e demais bancos centrais de economias desenvolvidas sobre os mercados globais. A gestora aproveitou o estresse nos ativos brasileiros para ampliar exposição a NTN-Bs de médio e longo prazo, enquanto nos multimercados manteve posição de risk parity nos EUA e migrou parte da alocação de juro real para juro nominal americano após aumento do prêmio inflacionário. No portfólio de renda fixa ativa, foram mantidas posições aplicadas em África do Sul e Reino Unido, com encerramento da posição na parte intermediária da curva americana diante do cenário de maior cautela monetária.
“Aproveitamos o stress nos ativos brasileiros para aumentar nossa exposição a NTN-Bs, tanto na parte intermediária quanto na longa da curva, posições que enxergamos como uma boa alocação para o médio e longo prazo.”
Trecho compartilhado · 2 ativos
“Mantivemos as posições aplicadas na África do Sul e no Reino Unido, onde fatores idiossincráticos continuam justificando a nossa percepção de que a trajetória de juros nesses países será mais baixa do que a precificada pelo mercado.”
“A posição tomada em juros na República Tcheca também foi mantida, com um cenário de final de ciclo de corte de juros e riscos inflacionários relevantes no futuro.”
- -2.0Renda Fixa República Tchecamacro· cl 72
Carta
Junho 2025Carta de Junho 2025 · publicada em 02 de jul de 2025
6 ativos
Opportunity - Carta de Gestao Opp Macro Jun/2025A carta da Opportunity referente a junho de 2025 destaca que a descompressão na curva de juros dos EUA compensou fatores globais de risco — como o conflito no Oriente Médio, o avanço do pacote fiscal de Trump e as incertezas comerciais com Europa e China —, resultando em um ambiente de mercado predominantemente pró-risco no período. Nos multimercados, a gestora manteve posições aplicadas em juros nos EUA e em juros reais no Brasil, além de posição comprada no S&P 500, ajustando tamanhos diante da assimetria dos dados prospectivos. Na renda fixa ativa, foram encerradas posições no México e na Polônia após captura de movimento relevante, enquanto foi ampliada a posição em NTN-B longa, refletindo visão estrutural de queda dos juros reais brasileiros.
“A posição comprada em NTN-B longa foi novamente aumentada, representando uma visão mais estrutural de queda de juros reais no Brasil, e que também contém uma proteção para um cenário de stress no qual a inflação atua como variável de ajuste para desequilíbrios macroeconômicos.”
- +2.8NTN-B longaativo· cl 82
“Aumentamos a posição tomada em juros na República Tcheca, com a confirmação de um cenário de final de ciclo de corte de juros e riscos inflacionários relevantes no futuro.”
- -2.5Renda Fixa República Tchecamacro· cl 82
“Acrescentamos posição aplicada na parte intermediária da curva de juros nos EUA, diante da combinação excessivamente conservadora de nível de juros e riscos inflacionários.”
Carta
Maio 2025Carta de Maio 2025 · publicada em 04 de jun de 2025
8 ativos
Opportunity - Carta de Gestao Opp Macro Mai/2025A Opportunity analisa o cenário de maio de 2025 sob o prisma da guerra comercial liderada pelo governo Trump, que elevou o risco inflacionário global ao mesmo tempo em que reduziu marginalmente a probabilidade de recessão, com diferenciação relevante entre blocos econômicos. Nos multimercados, a gestora manteve posições aplicadas em juros americanos, antecipando desaceleração no segundo semestre, e iniciou posição tática tomada em juro longo alemão; na renda fixa ativa, destaque para a ampliação da posição comprada em NTN-B longa no Brasil e manutenção de posições aplicadas em México, Polônia e Reino Unido. O resultado dos fundos no mês foi majoritariamente negativo, pressionado pelo livro de juros G10, com exceção do Opp Market e do Opp Income, que registraram retornos positivos.
“A posição comprada em NTN-B longa foi aumentada e diversificada entre vértices, representando uma visão mais estrutural de queda de juros reais no Brasil, além de conter uma proteção para um cenário de stress, no qual a inflação seria a variável de ajuste para desequilíbrios macroeconômicos.”
“No mês, iniciamos uma posição tática tomada em juro longo alemão, que se beneficiaria com a redução marginal dos riscos globais e que reflete nosso otimismo com os estímulos fiscais na região.”
“Reintroduzimos uma posição aplicada na parte intermediária da curva de África do Sul, com a intenção de captar o efeito de um cenário mais benigno para a inflação sobre a função de reação do SARB.”
Carta
Abril 2025Carta de Abril 2025 · publicada em 06 de mai de 2025
9 ativos
Opportunity - Carta de Gestao Opp Macro Abr/2025A carta da Opportunity de abril de 2025 tem como tema central o impacto da política tarifária do governo Trump sobre o crescimento global, destacando a ausência de uma diretriz comercial clara e seus reflexos nos mercados internacionais. A gestora concentrou seus portfólios na tese de desaceleração da economia americana, mantendo posições aplicadas em juros dos EUA e em NTN-B longa no Brasil, além de posições compradas em euro diante dos estímulos fiscais europeus e da realocação de capital de investidores da região. Nos fundos de renda fixa ativa, foram introduzidas posições aplicadas em juros do Reino Unido e mantidas exposições no México e na Polônia, refletindo o cenário de menor crescimento global e trajetórias distintas de política monetária entre os países.
“A posição comprada em NTN-B longa foi mantida, representando uma visão mais estrutural de queda de juros reais no Brasil, e que também contém uma proteção para um cenário de estresse onde a inflação é a variável de ajuste para desequilíbrios macroeconômicos.”
“tivemos posições vendidas em petróleo ao longo do mês, refletindo menor coordenação da OPEC e aumento de oferta global.”
“Em moedas, temos tido risco mais baixo, mas gostamos da compra de euro, refletindo: i) estímulos fiscais na região; e ii) mudança de comportamento na alocação de capital de investidores europeus, que podem optar por menor exposição a ativos americanos ou por manter maiores hedges na moeda, dada a incerteza supracitada nos EUA.”
Carta
Março 2025Carta de Março 2025 · publicada em 08 de abr de 2025
6 ativos
Opportunity - Carta de Gestao Opp Macro Mar/2025A carta da Opportunity de março de 2025 é centrada nos impactos das políticas comerciais do governo Trump, que geraram revisões negativas nas projeções de crescimento global e elevada incerteza nos mercados. A gestora expressa convicção de que o processo tarifário resultará em desaceleração econômica nos EUA e, consequentemente, em juros americanos mais baixos nos próximos anos, posicionamento que se refletiu na ampliação expressiva da alocação aplicada em juros americanos ao longo do mês. No Brasil, destaca-se a resiliência da atividade no primeiro trimestre, mas o cenário inflacionário desafiador e a perspectiva de extensão do ciclo de alta da Selic além de maio seguem como pontos de atenção.
“temos convicção alta de que as taxas de juros americanas serão mais baixas nos próximos anos.”
“A China continua sendo um dos principais alvos das medidas tarifárias. Acreditamos que essa dinâmica tende a pressionar a desvalorização do renminbi nos próximos meses. O PBOC (Banco Popular da China), que interfere regularmente no mercado cambial, parece ter adotado uma postura um pouco mais leniente em relação à moeda, permitindo que ela encontre um novo ponto de equilíbrio.”
“O cenário inflacionário segue desafiador, com núcleos acima da meta e expectativas desancoradas. A retomada do protecionismo nos EUA adiciona incerteza, com potenciais efeitos mistos via câmbio e atividade global. Nesse contexto, o BC indicou possível desaceleração no ritmo de alta da Selic, mas ainda vemos necessidade de extensão do ciclo de aperto após a reunião de maio.”
Carta
Fevereiro 2025Carta de Fevereiro 2025 · publicada em 10 de mar de 2025
10 ativos
Opportunity - Carta de Gestao Opp Macro Fev/2025A Opportunity discute, em sua carta de fevereiro de 2025, a crescente fragmentação dos ciclos econômicos globais, destacando a desaceleração controlada nos EUA — influenciada por menor impulso fiscal, incertezas tarifárias e o programa DOGE — e uma mudança de paradigma na Europa, com avanços em gastos de defesa e estímulos fiscais na Alemanha. No Brasil, a gestora aponta núcleos de inflação pressionados e ruído político-fiscal como fatores que devem manter o Banco Central cauteloso, enquanto no portfólio encerrou posições aplicadas em juros da República Tcheca e em petróleo, mantendo compra em euro, NTN-B e juros reais americanos.
Trecho compartilhado · 2 ativos
“Moedas: estamos comprados em euro, vendidos em dólar americano e em real.”
Trecho compartilhado · 2 ativos
“Mantemos posição aplicada em juro real americano, assim como comprada em NTN-B.”
- +2.5NTN-Bativo· cl 72
- +2.0Renda Fixa EUA Real (TIPS)macro· cl 72
“operamos taticamente tomados no juro canadense, economia que começa a mostrar resultado econômico do ciclo de cortes de juros promovido pelo banco central, mas que vive risco relevante da política tarifária do governo Trump.”
Carta
Janeiro 2025Carta de Janeiro 2025 · publicada em 05 de fev de 2025
6 ativos
Opportunity - Carta de Gestao Opp Macro Jan/2025A Opportunity avalia que janeiro de 2025 trouxe uma forte recuperação dos ativos brasileiros, atribuída a fatores temporários — como intervenção do Banco Central e sazonalidade de fluxos — sem alteração estrutural no cenário doméstico, que ainda apresenta déficit em conta corrente elevado e incerteza fiscal. No plano global, o cenário benigno nos EUA se mantém, enquanto o início do segundo mandato de Trump reintroduz riscos via política tarifária, vetor considerado central para os próximos meses. Diante desse ambiente, a gestora segue com baixa utilização de risco, mantendo posições aplicadas em juros da República Tcheca e juros reais americanos, vendida em yuan e com pequena exposição comprada em ações americanas.
“Não identificamos uma mudança estrutural no cenário de demanda reprimida e desalavancagem, reforçando nossa tese de depreciação da moeda chinesa, especialmente em um contexto de juros em níveis historicamente baixos.”
- -3.0Yuan chinêsmacro· cl 95
Trecho compartilhado · 2 ativos
“Seguimos com posições aplicadas na República Tcheca e em juros reais nos Estados Unidos.”
- +2.0Renda Fixa República Tchecamacro· cl 72
- +2.0Renda Fixa EUA Real (TIPS)macro· cl 55
“O déficit em conta corrente está em níveis historicamente elevados, rodando na margem em níveis próximos a 3,5% do PIB anualizado na nossa métrica ajustada. Além disso, a incerteza fiscal e tributária segue desincentivando investimentos diretos estrangeiros, deixando o país dependente de fluxos de portfólio para evitar uma depreciação contínua.”