Carta Mensal Persevera - Abril 2025 (Teoria dos Jogos)
Abril 2025 · Persevera Asset Management
Coletada em 17 de mai. de 2026 · histórico · ⓘ
- Conceitos extraídos
- 12
- Publicada em
- 07 de abr de 2025
- Trechos únicos
- 12
Resumo
A carta da Persevera analisa o cenário global sob a ótica da Teoria dos Jogos, interpretando a política tarifária de Trump como uma estratégia de credibilidade inspirada no Dilema do Prisioneiro, com riscos de recessão global caso a cooperação entre as nações não se estabeleça. No Brasil, a gestora destaca a deterioração política do governo Lula, a postura hawkish do Banco Central e a incerteza fiscal como fatores que justificaram uma postura defensiva, com redução da exposição em prefixados e neutralização das posições em bolsa. No âmbito internacional, a Persevera ampliou posições vendidas em ações americanas, manteve alocação em tecnologia chinesa e em ouro, e adotou posição comprada em ações europeias diante do estímulo fiscal liderado pela Alemanha.
Conteúdo
Conceitos extraídos
Cada conceito vem com a frase de evidência verbatim. Quando vários conceitos saem do mesmo trecho, agrupamos pela frase.
“Sob esse panorama de elevada incerteza, decidimos por aumentar nossa posição vendida em ações americanas.”
Ampliou a posição vendida em ações americanas diante da elevada incerteza gerada pela política tarifária de Trump e seus riscos para a economia.
“Adicionalmente, continuamos vendidos em NVIDIA, a qual tem contribuído consistentemente para defender o portfólio em dias de maior estresse no mercado.”
Mantem posicao vendida em NVIDIA como protecao do portfolio em momentos de estresse de mercado.
“Em resposta a essa mudança de cenário, adotamos um posicionamento tático favorável às ações europeias, estabelecendo uma posição comprada na Europa e vendida nos Estados Unidos.”
Mantém posicionamento tático comprado em ações europeias contra vendido em americanas, apoiado no estímulo fiscal alemão em defesa e infraestrutura, com horizonte limitado.
“Este segmento oferece spreads mais atrativos em comparação às debêntures corporativas de mesmo rating, especialmente nos segmentos AAA e AA, que são nosso foco de alocação.”
Vê crédito bancário com spreads mais atrativos que debêntures corporativas de mesmo rating, concentrando alocação em AAA e AA, sobretudo grandes bancos nacionais.
“Diante das incertezas que permeiam os mercados globais, o ouro tem se destacado como o ativo mais resiliente em 2025, registrando seu melhor primeiro trimestre desde 1986 e refletindo a crescente busca por ativos de proteção nesse momento. Na Persevera, mantemos uma exposição estratégica à commodity em nossos portfólios, fundamentada em diversos fatores estruturais e técnicos.”
Mantém exposição estratégica ao ouro, vendo-o como ativo resiliente e de proteção, sustentado por demanda de bancos centrais, riscos fiscais globais e fluxos técnicos favoráveis.
“No exterior, seguimos aplicados em Treasuries de 10 anos.”
Mantém posição aplicada em Treasuries de 10 anos como parte da estratégia de renda fixa no exterior.
“Mantemos posição vendida em dólar até identificarmos uma nova tendência clara nos preços.”
Mantém posição vendida em dólar, aguardando identificação de nova tendência clara nos preços antes de ajustar a exposição.
“Essa redução foi implementada via diminuição nas posições em Ibovespa e em small caps, além do aumento de posições vendidas em ações americanas.”
Reduziu exposição em small caps como parte do ajuste da alocação em bolsa brasileira para patamar mais neutro, diante de repricing de curto prazo.
“No mercado internacional, mantemos posições em ações de tecnologia chinesas e exposições ao ouro.”
Mantem posicoes compradas em acoes de tecnologia chinesa como parte da alocacao internacional do portfolio.
“Embora nossa visão de valuation continue otimista para as ações brasileiras, identificamos um movimento de repricing no curto prazo que justifica uma postura mais cautelosa no momento.”
Mantem visao otimista de valuation para acoes brasileiras, mas adota postura mais cautelosa no curto prazo diante de movimento de repricing recente.
“Mantemos uma exposição moderada a papéis atrelados à inflação.”
Mantém exposição moderada a títulos atrelados à inflação, avaliando que a inflação implícita acima de 7% está descolada da realidade econômica atual.
“Reduzimos temporariamente nossa exposição em títulos prefixados, que já representava uma posição limitada em nosso portfólio. Mesmo assim, o prêmio de risco oferecido por esses ativos ainda parece atrativo para alongamentos pontuais, considerando a provável aproximação do fim do ciclo de alta.”
Reduziu taticamente a exposição em prefixados, mas ainda vê prêmio de risco atrativo para alongamentos pontuais diante da provável proximidade do fim do ciclo de alta.
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