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Persevera Asset Management

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Cartas processadas
24
Ativos únicos
40
Clareza média
79%
AUM total
R$ 2,63 bi

Persevera Asset Management é uma gestora multimercado fundada em 2018 por Guilherme Abbud, Cesar Dammous e Fernando Fontoura, ex-executivos do HSBC. Em 2023 teve controle adquirido pela Fami Capital. Opera multimercados macro com volatilidade-alvo entre 6% e 9%, com cerca de R$ 2 bi sob gestão.

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Composição declarada à CVM (dado público) — auto-gerado, sem curadoria editorial.

Posições declaradas (CVM)

Do que esta casa é feita

Posições consolidadas de todos os fundos da casa, mês a mês. Em Alocação, o peso de cada categoria/ticker no PL (soma ~100% com “Outros”). Em Exposição, soma os derivativos assinados (comprado acima do zero, vendido abaixo).

Última carteira ≥90% divulgada: nov/2025. Gestores de ações podem divulgar a composição à CVM com defasagem (confidencialidade), em geral de 3 a 6 meses.

Trecho pontilhado = última carteira conhecida, carregada adiante. A CDA da CVM não tem preço ao vivo — pode não refletir a posição atual.

Última carteira divulgada: nov/2025

Séries (7)

Valores no gráfico ao passar o mouse (última carteira ≥90% divulgada à CVM). “Outros” é o residual do PL.

Derivativos

Posicionamento via futuros

Exposição comprada e vendida via contratos futuros, por subjacente. O comprado fica acima do zero, o vendido abaixo, e a linha mostra o líquido.

Total comprado
R$ 38,1 mi
fev/2026
Total vendido
-R$ 14,9 mi
fev/2026
Líquido
R$ 23,2 mi
fev/2026

Exposição assinada: comprado acima do zero, vendido abaixo. Valores em notional de face (R$100k/contrato). Juros: notional de face em R$ — não é DV01/risco de duração.

Trecho pontilhado = última posição conhecida, carregada adiante. A CDA da CVM não tem preço ao vivo — pode não refletir a posição atual.

Renda fixa

Alocação macro em renda fixa

Composição declarada à CVM (dado público)

Total em renda fixa: R$ 22,92 mi em abr/2026 (última carteira ≥90% divulgada à CVM). Trechos sem nova divulgação repetem a última composição conhecida.

Estrutura

Fundos da casa (4)
Persevera – Persevera Nemesis Total Return MultimercadoMultimercadoR$ 57,7 miR$ 14,35 mi1
Persevera – Persevera Phoenix Renda FixaRenda FixaR$ 11,12 miR$ 8,9 mi1
Persevera – Persevera ProteusAçõesR$ 5,97 miR$ 5,74 mi18
Persevera – Persevera Compounder Previdência MultimercadoR$ 182,2 milR$ 149,7 mil1

Repertório

Ativos recentes

Últimos temas citados pela gestora — ordenados do mais recente para o mais antigo. O score é a nota da última extração.

6

Histórico

Cartas processadas

24
  1. Carta

    Abril 2026

    Carta de Abril 2026 · coletada em 09 de abr de 2026

    8 ativos

    Carta Mensal Persevera Asset Management - Abril 2026 (Um Novo Porto Seguro)

    A carta trimestral da Persevera, referente ao primeiro trimestre de 2026, discute o posicionamento do Brasil como "novo porto seguro" em meio à guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã e ao movimento global de realocação de capitais para fora dos EUA. A gestora destaca sete fatores que tornam o Brasil relativamente favorecido nesse ambiente — entre eles a condição de exportador líquido de petróleo, o diferencial de juros elevado e a tradição diplomática —, projetando a Selic convergindo para 10–11% nos próximos 18 meses e o dólar abaixo de R$ 5,00. O principal risco apontado é uma eventual crise de liquidez global, que poderia reverter temporariamente os fluxos para ativos brasileiros, razão pela qual os portfólios combinam posições compradas em renda fixa prefixada longa e real com posição vendida em bolsa americana e exposição zerada em crédito corporativo.

    • Por isso, não nos surpreenderia o dólar cair abaixo de R$ 5,00. Além disso, para o longo prazo, mantemos a visão de que o câmbio tende a refletir principalmente o diferencial de inflação entre Brasil e Estados Unidos. Com as duas economias apresentando taxas de inflação relativamente próximas, e o Brasil apresentando trajetória consistente de desinflação, não vemos fundamentos para uma mudança permanente de patamar cambial em nosso cenário base.
    • Combinado a uma inflação de 4%, enxergamos a Selic se encaminhando a 10–11% nos próximos 18 meses, bem abaixo da precificação na curva de juros futuros de cerca de 13,75%.
    • Para a bolsa americana, temos visão um pouco mais cautelosa, na medida em que esperamos a continuidade da preferência global por outras geografias, em particular países emergentes.
  2. Carta

    Abril 2026

    Carta de Abril 2026 · publicada em 09 de abr de 2026

    7 ativos

    Carta Mensal Persevera - Abril 2026 (Um Novo Porto Seguro)

    A carta da Persevera, referente ao primeiro trimestre de 2026, discute o Brasil como "novo porto seguro" em um cenário de guerra entre EUA, Israel e Irã e de realocação global de capitais, sustentado por fatores como exportação líquida de petróleo, carry elevado do real e crescimento econômico resiliente. A gestora mantém posições aplicadas em prefixados longos, aposta na continuidade da valorização do real — com projeção de dólar abaixo de R$ 5,00 — e reduziu expressivamente a exposição a crédito corporativo. O principal risco apontado é uma eventual crise de liquidez global, que poderia reverter temporariamente os fluxos positivos para ativos brasileiros.

    • Em moedas, preservamos a visão estruturalmente favorável para o real, sustentada por diferencial de juros elevado, economia local resiliente e fluxo estrangeiro positivo; acreditamos, ainda, na volta do cenário de dólar mais fraco globalmente e conjecturamos o dólar abaixo de R$ 5,00 nos próximos meses.
    • Mantemos atenção elevada a sinais de deterioração mais aguda da liquidez global, razão pela qual estamos taticamente vendidos em bolsa americana e zerados em ouro e Bitcoin, apesar da visão de longo prazo benigna para os três ativos.
    • Combinado a uma inflação de 4%, enxergamos a Selic se encaminhando a 10–11% nos próximos 18 meses, bem abaixo da precificação na curva de juros futuros de cerca de 13,75%.
  3. Carta

    Janeiro 2026

    Carta de Janeiro 2026 · coletada em 06 de jan de 2026

    6 ativos

    Carta Mensal Persevera Asset Management - Janeiro 2026 (Além do Mantra)

    A Persevera apresenta sua carta de perspectivas para 2026 com foco na tese de que as condições financeiras globais serão determinadas não apenas pelo Fed, mas pela interação entre política monetária e gestão ativa da dívida pelo Tesouro Americano — dinâmica que tende a enfraquecer o dólar estruturalmente e favorecer ativos de mercados emergentes. No Brasil, a gestora identifica uma assimetria relevante na curva de juros, argumentando que a manutenção da Selic em 15% representa um excesso de aperto descolado da realidade inflacionária, criando oportunidade em títulos prefixados longos. No câmbio, a posição estrutural comprada em real é mantida, sustentada pelo elevado diferencial de juros, enquanto em renda variável a postura é seletiva, com preferência por empresas de qualidade, ativos reais como ouro e exposição moderada a Bitcoin.

    • Permanecemos confiantes na resiliência estrutural do real, sustentada pelo diferencial de juros e por um ambiente global menos favorável ao dólar, e adotamos postura seletiva em renda variável, com menor exposição a ativos domésticos mais sensíveis ao ciclo e maior foco em oportunidades globais, como ativos reais e Bitcoin.
    • Mantemos a avaliação de que os prazos mais longos oferecem assimetria favorável, ainda que com a devida cautela dada a incerteza fiscal e o juro neutro implícito mais alto do que consideramos adequado. Ao longo do mês, ajustamos a composição da exposição, reduzindo participação nos vértices intermediários e concentrando alocação nos vencimentos mais longos, que carregam convexidade relevante e devem responder de forma mais sensível ao início do ciclo de cortes, quando este se materializar.
    • Trecho compartilhado · 2 ativos

      Seguimos com alocação estrutural em ativos reais, como ouro, e exposição moderada a Bitcoin.
  4. Carta

    Janeiro 2026

    Carta de Janeiro 2026 · publicada em 06 de jan de 2026

    8 ativos

    Carta Mensal Persevera - Janeiro 2026 (Além do Mantra)

    A Persevera apresenta sua carta de perspectivas para 2026 com foco na tese de que as condições financeiras globais passaram a ser determinadas não apenas pelo Federal Reserve, mas também pela gestão ativa da dívida pelo Tesouro Americano — dinâmica que tende a limitar a valorização estrutural do dólar e favorecer ativos de mercados emergentes. No Brasil, a gestora identifica uma assimetria relevante na curva de juros, argumentando que a manutenção da Selic em 15% representa um excesso de aperto monetário diante de uma inflação já em trajetória benigna, criando oportunidade em títulos prefixados de prazos mais longos. No câmbio, a posição estrutural comprada em real é mantida, sustentada pelo elevado diferencial de juros, enquanto em renda variável prevalece postura seletiva, com preferência por empresas de maior qualidade e alocação em ativos reais como ouro e Bitcoin.

    • Ainda que episódios de aversão ao risco gerem apreciações táticas do dólar, o pano de fundo global para 2026 é de um dólar mais fraco, o que favorece moedas de "carrego elevado" como o Real.
    • A combinação entre juros americanos que pararam de subir e a atuação ativa do Tesouro sobre a curva longa limita a atratividade da moeda americana frente a mercados emergentes selecionados. Ainda que episódios de aversão ao risco gerem apreciações táticas do dólar, o pano de fundo global para 2026 é de um dólar mais fraco, o que favorece moedas de "carrego elevado" como o Real.
    • Mantemos a avaliação de que os prazos mais longos oferecem assimetria favorável, ainda que com a devida cautela dada a incerteza fiscal e o juro neutro implícito mais alto do que consideramos adequado. Ao longo do mês, ajustamos a composição da exposição, reduzindo participação nos vértices intermediários e concentrando alocação nos vencimentos mais longos, que carregam convexidade relevante e devem responder de forma mais sensível ao início do ciclo de cortes, quando este se materializar.
  5. Carta

    Novembro 2025

    Carta de Novembro 2025 · coletada em 07 de nov de 2025

    9 ativos

    Carta Mensal Persevera Asset Management - Novembro 2025 (Contracorrente)

    A carta da Persevera de novembro de 2025 discute o descompasso entre a política monetária brasileira e o ciclo global de afrouxamento, destacando a manutenção da Selic em patamar excessivamente restritivo mesmo diante de dados desinflacionários consistentes. No cenário externo, a gestora aponta o fim do programa de aperto quantitativo (QT) do Fed e o provável esvaziamento da Treasury General Account como potenciais catalisadores de liquidez global favoráveis a ativos de risco e emergentes. Nas posições, a Persevera mantém preferência por prefixados longos, postura defensiva em crédito privado, convicção estrutural na apreciação do real frente ao dólar e seletividade em renda variável com foco em oportunidades globais.

    • Seguimos com posição comprada em Real e vendida em Dólar, sustentados pela tese estrutural de enfraquecimento do Dólar no médio prazo. A tendência de apreciação do Real permanece intacta, apoiada tanto em fundamentos locais quanto em fluxos externos construtivos. Além disso, o elevado diferencial de juros cria um carrego positivo para a posição.
    • Posicionamento: Mantemos preferência por títulos prefixados, concentrando a exposição nos vértices mais longos, que devem capturar melhor a reprecificação da curva de juros em um contexto de desinflação consistente e possível flexibilização monetária à frente.
    • Entre os ativos alternativos, o ouro passou por um período de volatilidade acentuada, com correção expressiva após forte valorização nos meses anteriores. Apesar dessa pausa, acreditamos que a tendência de alta permanece firme, sobretudo para o médio e longo prazo.
  6. Carta

    Novembro 2025

    Carta de Novembro 2025 · publicada em 07 de nov de 2025

    9 ativos

    Carta Mensal Persevera - Novembro 2025 (Contracorrente)

    A carta da Persevera de novembro de 2025 discute o descompasso entre a política monetária brasileira e o ciclo global de afrouxamento, destacando a manutenção da Selic em patamar restritivo mesmo diante de desinflação consistente e desaceleração da atividade. No cenário externo, a gestora aponta o fim do QT pelo Fed e o provável esvaziamento da Treasury General Account como potenciais catalisadores de liquidez global favoráveis a ativos de risco e emergentes. Nas posições, a Persevera mantém preferência por prefixados longos, postura defensiva em crédito privado, convicção estrutural na apreciação do real frente ao dólar e seletividade em renda variável com foco em oportunidades globais.

    • Seguimos com posição comprada em Real e vendida em Dólar, sustentados pela tese estrutural de enfraquecimento do Dólar no médio prazo. A tendência de apreciação do Real permanece intacta, apoiada tanto em fundamentos locais quanto em fluxos externos construtivos. Além disso, o elevado diferencial de juros cria um carrego positivo para a posição.
    • Posicionamento: Mantemos preferência por títulos prefixados, concentrando a exposição nos vértices mais longos, que devem capturar melhor a reprecificação da curva de juros em um contexto de desinflação consistente e possível flexibilização monetária à frente.
    • Entre os ativos alternativos, o ouro passou por um período de volatilidade acentuada, com correção expressiva após forte valorização nos meses anteriores. Apesar dessa pausa, acreditamos que a tendência de alta permanece firme, sobretudo para o médio e longo prazo.
  7. Carta

    Outubro 2025

    Carta de Outubro 2025 · coletada em 07 de out de 2025

    12 ativos

    Carta Mensal Persevera Asset Management - Outubro 2025 (Quando os juros mordem e o crédito grita)

    A Persevera discute o impacto dos juros reais próximos a 10% sobre a economia brasileira, apontando sinais de estresse no crédito corporativo e no consumo como reflexo de uma política monetária considerada excessivamente restritiva frente a um cenário inflacionário benigno. No campo global, destaca o início do ciclo de cortes do Fed e o avanço do ouro a máximas históricas, impulsionado pelo enfraquecimento estrutural do dólar e pela erosão da confiança em moedas fiduciárias. No posicionamento, a gestora mantém preferência por prefixados longos, postura defensiva em crédito privado e ampliou exposição ao ouro e mineradoras.

    • Em nossa leitura, o movimento atual é menos um ciclo especulativo e mais uma reprecificação estrutural do papel do ouro no sistema financeiro global. À medida que a credibilidade fiscal e monetária se deteriora, o metal retoma sua função clássica de reserva de valor — um ativo escasso, sem passivo correspondente e imune às decisões discricionárias de política econômica. Por isso, ampliamos nossa exposição ao ouro e a mineradoras de ouro, combinando proteção estrutural e potencial de valorização em um ambiente de liquidez crescente e confiança monetária em declínio.
    • Por isso, ampliamos nossa exposição ao ouro e a mineradoras de ouro, combinando proteção estrutural e potencial de valorização em um ambiente de liquidez crescente e confiança monetária em declínio.
      • +2.8Mineradoras de ourosetor· cl 95
    • Posicionamento: Mantemos forte preferência por títulos prefixados longos, que devem se beneficiar da convergência inflacionária e de eventual flexibilização monetária.
      • +2.8Juros nominais brasileiros (prefixados)macro· cl 93
  8. Carta

    Outubro 2025

    Carta de Outubro 2025 · publicada em 08 de out de 2025

    12 ativos

    Carta Mensal Persevera - Outubro 2025 (Quando os juros mordem e o crédito grita)

    A carta da Persevera discute o impacto dos juros elevados sobre a economia brasileira e o mercado de crédito, contrastando com o início do ciclo de cortes do Federal Reserve e o enfraquecimento estrutural do dólar. No cenário doméstico, a gestora aponta desalinhamento entre a política monetária excessivamente restritiva do Banco Central e a desinflação em curso, com sinais crescentes de estresse no crédito corporativo e no consumo. Como reflexo dessas visões, a Persevera mantém preferência por prefixados longos, postura defensiva em crédito privado, posição vendida em dólar e ampliou exposição ao ouro e mineradoras como proteção estrutural.

    • Em nossa leitura, o movimento atual é menos um ciclo especulativo e mais uma reprecificação estrutural do papel do ouro no sistema financeiro global. À medida que a credibilidade fiscal e monetária se deteriora, o metal retoma sua função clássica de reserva de valor — um ativo escasso, sem passivo correspondente e imune às decisões discricionárias de política econômica. Por isso, ampliamos nossa exposição ao ouro e a mineradoras de ouro, combinando proteção estrutural e potencial de valorização em um ambiente de liquidez crescente e confiança monetária em declínio.
    • Por isso, ampliamos nossa exposição ao ouro e a mineradoras de ouro, combinando proteção estrutural e potencial de valorização em um ambiente de liquidez crescente e confiança monetária em declínio.
      • +3.0Mineradoras de ourosetor· cl 93
    • Posicionamento: Mantemos forte preferência por títulos prefixados longos, que devem se beneficiar da convergência inflacionária e de eventual flexibilização monetária.
  9. Carta

    Setembro 2025

    Carta de Setembro 2025 · coletada em 04 de set de 2025

    9 ativos

    Carta Mensal Persevera Asset Management - Setembro 2025 (Entre ciclos)

    A carta da Persevera, intitulada "Entre ciclos", analisa a virada de política monetária sinalizada por Powell em Jackson Hole como ponto de partida para um novo ciclo de flexibilização nos Estados Unidos, com reflexos construtivos para ativos emergentes, em especial o Brasil. No cenário doméstico, a gestora destaca a deflação do IPCA-15 de agosto e as 14 semanas consecutivas de revisões baixistas nas expectativas de inflação como evidências de desinflação consistente, contrastando com o que classifica como postura excessivamente hawkish do Banco Central. Com base nesse diagnóstico, a Persevera mantém preferência por prefixados longos na renda fixa, posição vendida em dólar contra o real e postura seletiva e defensiva em renda variável, reduzindo exposição a ativos domésticos e crédito privado de maior prazo.

    • Mesmo durante os momentos de maior turbulência institucional, o real mostrou firmeza e não sofreu desvalorização desproporcional. Em nossa visão, a sua tendência permanece inabalável e sem sinais de reversão.
    • Ainda assim, parte do prêmio de um Fed mais dovish segue não precificado, o que reforça o viés estrutural negativo para o dólar nos próximos meses e sustenta a atratividade relativa do real.
    • permanecemos cautelosos com ativos atrelados ao IPCA e com vencimentos mais curtos.
  10. Carta

    Setembro 2025

    Carta de Setembro 2025 · publicada em 04 de set de 2025

    7 ativos

    Carta Mensal Persevera - Setembro 2025 (Entre ciclos)

    A carta da Persevera, assinada por Fernando Fontoura, discute a transição para um novo ciclo de flexibilização monetária global, a partir da sinalização de Powell em Jackson Hole, e seus reflexos sobre ativos brasileiros. No cenário doméstico, a gestora destaca o avanço consistente da desinflação — evidenciado por 14 semanas consecutivas de revisões baixistas no Focus e pela deflação do IPCA-15 de agosto — em contraste com a postura que considera excessivamente hawkish do Banco Central. Diante desse quadro, a Persevera mantém preferência por prefixados longos na renda fixa, posição vendida em dólar contra o real e postura seletiva em renda variável, com redução de exposição a ativos domésticos e cautela em crédito privado de maior prazo.

    • Seguimos confiantes na apreciação estrutural do real e no pano de fundo de enfraquecimento global do dólar.
    • Nesse contexto, enxergamos grandes oportunidades na renda fixa prefixada brasileira. As taxas atuais oferecem retorno potencial expressivo caso nossa tese de antecipação de cortes se confirme, e ainda entregam um carrego suficientemente elevado mesmo em cenário conservador.
    • A Lei Magnitsky tem sido o principal catalisador de estresse no setor bancário, com impacto particular sobre os títulos do Banco do Brasil. As letras financeiras do banco perderam liquidez e passaram a performar pior do que o mercado em geral.
  11. Carta

    Agosto 2025

    Carta de Agosto 2025 · coletada em 06 de ago de 2025

    9 ativos

    Carta Mensal Persevera Asset Management - Agosto 2025 (A estratégia do caos)

    A carta da Persevera, intitulada "A estratégia do caos", analisa a guerra tarifária de Trump como uma tática deliberada de pressão máxima seguida de concessões, que tem se mostrado eficaz para os Estados Unidos e reduzido incertezas nos ativos de risco globais. No Brasil, o "tarifaço" de 50% gerou volatilidade, mas isenções para exportações-chave limitaram os impactos econômicos, enquanto o real demonstrou resiliência e atuou como âncora dos demais ativos. Em resposta ao cenário, a gestora encerrou o mês com posição líquida vendida em ações brasileiras, acelerou o flight to quality no crédito privado e realocou exposição para ações americanas e Bitcoin, mantendo convicção em juros nominais nos vértices médios e longos.

    • Sob essa configuração, que combina fundamentos econômicos sólidos, com crescimento razoável, e ciclo de cortes de juros se aproximando, seguimos positivos com os ativos de risco americanos. Pensando nisso, aumentamos nossa exposição a ações americanas diretamente ao longo do mês e seguimos diversificados internacionalmente com posições compradas em índices de mercados emergentes e índices value e growth.
    • Seguimos aplicados em juros nominais brasileiros, concentrando exposição nos vértices médios e longos. Continuamos nossa estratégia de rotação de NTN-Bs para pré-fixados, aproveitando a dinâmica inflacionária favorável que deve sustentar nossa tese de médio prazo.
    • No entanto, interpretamos o fortalecimento recente do dólar como soluço temporário. Conforme os acordos forem sendo fechados, Trump terá como objetivo claro enfraquecer a sua moeda e possui criatividade e determinação para fazer isso.
  12. Carta

    Agosto 2025

    Carta de Agosto 2025 · publicada em 06 de ago de 2025

    5 ativos

    Carta Mensal Persevera - Agosto 2025 (A estratégia do caos)

    A carta da Persevera, intitulada "A estratégia do caos", analisa a guerra tarifária de Trump como uma tática deliberada de pressão máxima seguida de concessões, que tem se mostrado eficaz para os Estados Unidos e contribuído para um ambiente goldilocks global. No Brasil, a gestora destaca a resiliência do real como âncora dos ativos domésticos, apesar das tarifas de 50% e da deterioração política marcada pela "fadiga de liderança" em relação a Lula e Bolsonaro. No posicionamento, a Persevera encerrou julho com posição líquida vendida em ações brasileiras, acelerou o flight to quality no crédito privado e realocou exposição em renda variável para bolsas internacionais e Bitcoin.

    • No entanto, interpretamos o fortalecimento recente do dólar como soluço temporário. Conforme os acordos forem sendo fechados, Trump terá como objetivo claro enfraquecer a sua moeda e possui criatividade e determinação para fazer isso.
    • Ao longo do mês fizemos ajustes relevantes na estratégia de ações e encerramos julho com posição líquida vendida em ações brasileiras, preservando a convicção na tese de médio prazo e a flexibilidade para recompor risco de forma tática quando os sinais melhorarem.
    • O Bitcoin manteve momentum técnico favorável, renovou máximas históricas e segue como bom diversificador de portfólios.
      • +2.5Bitcoinativo· cl 72
  13. Carta

    Julho 2025

    Carta de Julho 2025 · coletada em 07 de jul de 2025

    10 ativos

    Carta Mensal Persevera Asset Management - Julho 2025 (Quando os astros se alinham)

    A carta da Persevera, intitulada "Quando os astros se alinham", articula a tese de que múltiplos fatores globais e domésticos convergiram simultaneamente para criar um ambiente favorável a ativos brasileiros, estruturado em um "tripé": dólar globalmente mais fraco, perspectiva de início do ciclo de cortes da Selic e antecipação de mudança política em 2026. No cenário externo, o rápido desfecho da "Guerra dos 12 Dias" entre EUA e Irã é apontado como fator de compressão dos prêmios de risco globais, enquanto a combinação de inflação estabilizada e pressões políticas sobre o Fed é vista como elemento que pode antecipar o ciclo de cortes americanos. No Brasil, a deflação do IGP-M, a surpresa baixista do IPCA e a valorização do real reforçam a revisão das expectativas inflacionárias, ao passo que a queda de popularidade do governo Lula para 24% e a derrubada do IOF pelo Congresso alimentam o pilar político da tese.

    • A convergência entre dólar estruturalmente mais fraco e real subvalorizado cria cenário excepcionalmente favorável. Esta dinâmica cambial não apenas impulsiona diretamente os ativos brasileiros, mas também facilita o controle inflacionário e reduz pressões sobre a sustentabilidade fiscal, criando círculo virtuoso para a economia doméstica.
    • Vemos o ambiente atual como uma mudança de regime, onde múltiplos fatores globais se alinharam para criar um período prolongado de fraqueza do dólar americano. Esta tendência representa mudança estrutural que beneficia particularmente moedas emergentes, criando suporte importante para o real brasileiro.
    • O atual cenário de juros atingiu configuração que consideramos insustentável no médio prazo, com juro real de 10,5% - patamar desnecessariamente alto, em nossa visão.
  14. Carta

    Julho 2025

    Carta de Julho 2025 · publicada em 07 de jul de 2025

    7 ativos

    Carta Mensal Persevera - Julho 2025 (Quando os astros se alinham)

    A carta da Persevera, assinada por Fernando Fontoura, estrutura sua visão em torno de um "tripé" favorável ao Brasil: dólar globalmente mais fraco, perspectiva de início do ciclo de cortes da Selic e antecipação de mudança política em 2026. No cenário externo, o rápido desfecho da "Guerra dos 12 Dias" entre EUA e Irã é apontado como fator de compressão dos prêmios de risco globais, enquanto a combinação de inflação estabilizada e pressões políticas sobre o Fed é vista como catalisador para antecipação de cortes de juros americanos. No Brasil, a deflação do IGP-M, a surpresa baixista do IPCA-15 e a valorização do real reforçam a tese de convergência inflacionária, sustentando as posições aplicadas em juros nominais e indexados, vendidas em dólar e com alta exposição em bolsa brasileira e Bitcoin.

    • A convergência entre dólar estruturalmente mais fraco e real subvalorizado cria cenário excepcionalmente favorável. Esta dinâmica cambial não apenas impulsiona diretamente os ativos brasileiros, mas também facilita o controle inflacionário e reduz pressões sobre a sustentabilidade fiscal, criando círculo virtuoso para a economia doméstica.
    • O atual cenário de juros atingiu configuração que consideramos insustentável no médio prazo, com juro real de 10,5% - patamar desnecessariamente alto, em nossa visão.
    • No exterior, seguimos comprados em índices de mercados emergentes e S&P 500, incluindo estratégia barbell combinando índices value e growth para capturar diferentes dinâmicas de mercado.
  15. Carta

    Junho 2025

    Carta de Junho 2025 · coletada em 06 de jun de 2025

    13 ativos

    Carta Mensal Persevera Asset Management - Junho 2025 (O padrão se repete)

    A Persevera discute o padrão recorrente de anúncios extremos seguidos de moderação — tanto na política comercial de Trump quanto na gestão fiscal do governo Lula, exemplificada pelo contingenciamento recorde de R$ 31,3 bilhões ofuscado pelo episódio do IOF. No cenário externo, a gestora destaca o enfraquecimento estrutural do dólar e o ambiente favorável a ativos de risco, refletido no aumento de exposição ao Ibovespa, à bolsa americana e ao Bitcoin. No campo doméstico, a casa reforçou posições em pré-fixados longos e mantém visão otimista sobre o real, que tem demonstrado menor vulnerabilidade a choques externos.

    • Temos uma visão estruturalmente otimista sobre o real brasileiro, especialmente com o suporte de um dólar globalmente mais fraco. Vemos isso como um dos pilares que permite ao Brasil navegar suas questões fiscais internas sem stress excessivo nos mercados. Nossa expectativa é que, ao romper R$ 5,60, o dólar possa buscar patamares ainda mais baixos.
    • A convergência de legitimação política, adoção corporativa crescente e maturação como reserva de valor sugere que estamos presenciando o início de uma nova era para a criptomoeda. Em nossa visão, estas tendências indicam que o Bitcoin está deixando de ser um ativo de nicho para tornar-se uma classe de investimento institucional legítima. Mantemos, portanto, posições compradas tanto no ativo quanto em empresas estrategicamente alinhadas com esta tendência secular.
      • +2.8Bitcoinativo· cl 95
    • Posicionamento: Aumentamos nossas posições em pré-fixados, priorizando vértices mais longos onde identificamos prêmios mais atrativos.
      • +2.8Juros pré-fixados brasileirosmacro· cl 92
  16. Carta

    Junho 2025

    Carta de Junho 2025 · publicada em 06 de jun de 2025

    12 ativos

    Carta Mensal Persevera - Junho 2025 (O padrão se repete)

    A Persevera discute o padrão recorrente de anúncios extremos seguidos de moderação na política comercial de Trump, combinado ao aprofundamento das preocupações fiscais americanas com o rebaixamento da Moody's, e avalia como esse ambiente de dólar fraco e estímulo fiscal expansionista favorece ativos de risco globalmente. No Brasil, o contingenciamento recorde de R$ 31,3 bilhões foi ofuscado pelo episódio do IOF — descrito como mais um exemplo da capacidade do governo de fazer o difícil e errar no fácil —, enquanto o real demonstra resiliência estrutural. Em resposta a esse cenário, a gestora ampliou posições em pré-fixados longos, Ibovespa, bolsa americana e Bitcoin, mantendo posição vendida em dólar.

    • Nossa expectativa é que, ao romper R$ 5,60, o dólar possa buscar patamares ainda mais baixos. Mantemos, portanto, posição vendida no dólar americano.
    • A convergência de legitimação política, adoção corporativa crescente e maturação como reserva de valor sugere que estamos presenciando o início de uma nova era para a criptomoeda. Em nossa visão, estas tendências indicam que o Bitcoin está deixando de ser um ativo de nicho para tornar-se uma classe de investimento institucional legítima.
      • +2.8Bitcoinativo· cl 92
    • Posicionamento: Aumentamos nossas posições em pré-fixados, priorizando vértices mais longos onde identificamos prêmios mais atrativos. Simultaneamente, mantemos posições em papéis indexados à inflação e aplicados na inclinação da curva de juros, apostando em quedas mais acentuadas dos juros longos relativamente aos vértices curtos.
  17. Carta

    Maio 2025

    Carta de Maio 2025 · coletada em 09 de mai de 2025

    10 ativos

    Carta Mensal Persevera Asset Management - Maio 2025 (A parte turbulenta do caminho)

    A carta da Persevera, referente a abril de 2025, tem como tema central a volatilidade global desencadeada pelas tarifas comerciais do governo Trump e a resiliência dos ativos brasileiros diante desse cenário. A gestora destaca a divergência persistente entre indicadores de sentimento e dados econômicos concretos nos EUA, e adota postura mais construtiva no Brasil, ampliando exposição em títulos pré-fixados e crédito bancário de alta qualidade. No campo de ativos alternativos, a Persevera encerrou posições em ouro e ações chinesas, migrando para Bitcoin como principal ativo alternativo da carteira.

    • Trecho compartilhado · 2 ativos

      Embora tanto o ouro quanto o Bitcoin possam se beneficiar de um cenário de incerteza macroeconômica e realinhamento do sistema de reservas globais, vemos o ativo digital com um perfil de risco-retorno mais favorável atualmente. Por esta razão, optamos por zerar taticamente nossas posições em ouro durante abril, aumentando simultaneamente nossa exposição ao Bitcoin.
    • Mantemos visão negativa para a trajetória do dólar no curto prazo e, consequentemente, seguimos vendidos na moeda até identificarmos nova tendência clara nos preços.
    • frente às incertezas ainda presentes e a grande sensibilidade dos ativos de risco chineses aos desenvolvimentos das negociações, preferimos encerrar nossa exposição à ações chinesas.
  18. Carta

    Maio 2025

    Carta de Maio 2025 · publicada em 09 de mai de 2025

    13 ativos

    Carta Mensal Persevera - Maio 2025 (A parte turbulenta do caminho)

    A carta da Persevera, assinada por Fernando Fontoura, aborda a volatilidade de abril de 2025 desencadeada pelo anúncio de tarifas americanas e a subsequente estabilização após recalibração da política comercial de Trump. No cenário local, a gestora destaca a resiliência dos ativos brasileiros — sustentada pelo fechamento da economia e pelo fluxo de diversificação de estrangeiros — e adota postura mais construtiva em renda fixa, ampliando exposição em títulos pré-fixados e mantendo crédito concentrado em grandes bancos. No exterior, a gestora encerrou posições vendidas em bolsa americana e compradas em ações chinesas, migrando taticamente do ouro para o Bitcoin como principal ativo alternativo da carteira.

    • Consideramos que os títulos pré-fixados (DI) representam a melhor oportunidade no "kit Brasil". Mantemos posições aplicadas em títulos pré-fixados (com aumento gradual de duration), papéis atrelados à inflação e na inclinação da curva de juros.
    • Trecho compartilhado · 2 ativos

      Embora tanto o ouro quanto o Bitcoin possam se beneficiar de um cenário de incerteza macroeconômica e realinhamento do sistema de reservas globais, vemos o ativo digital com um perfil de risco-retorno mais favorável atualmente. Por esta razão, optamos por zerar taticamente nossas posições em ouro durante abril, aumentando simultaneamente nossa exposição ao Bitcoin.
    • Mantemos visão negativa para a trajetória do dólar no curto prazo e, consequentemente, seguimos vendidos na moeda até identificarmos nova tendência clara nos preços.
  19. Carta

    Abril 2025

    Carta de Abril 2025 · coletada em 07 de abr de 2025

    4 ativos

    Carta Mensal Persevera Asset Management - Abril 2025 (Teoria dos Jogos)

    A carta da Persevera, assinada por Fernando Fontoura, analisa o cenário global sob o prisma da Teoria dos Jogos, interpretando a política tarifária de Trump como uma estratégia de credibilidade inspirada no Dilema do Prisioneiro, com riscos de recessão global caso a cooperação entre as nações não se estabeleça. No Brasil, a gestora destaca a deterioração política do governo Lula, a postura hawkish do Banco Central e a incerteza fiscal como fatores que justificaram a adoção de postura defensiva, com redução da exposição em prefixados e neutralização das posições em bolsa. Internacionalmente, a Persevera ampliou posições vendidas em ações americanas, manteve alocação em tecnologia chinesa e em ouro, e estabeleceu posição comprada em ações europeias diante do impulso fiscal liderado pela Alemanha.

    • Sob esse panorama de elevada incerteza, decidimos por aumentar nossa posição vendida em ações americanas.
    • Adicionalmente, continuamos vendidos em NVIDIA, a qual tem contribuído consistentemente para defender o portfólio em dias de maior estresse no mercado.
    • Diante das incertezas que permeiam os mercados globais, o ouro tem se destacado como o ativo mais resiliente em 2025, registrando seu melhor primeiro trimestre desde 1986 e refletindo a crescente busca por ativos de proteção nesse momento. Na Persevera, mantemos uma exposição estratégica à commodity em nossos portfólios, fundamentada em diversos fatores estruturais e técnicos.
  20. Carta

    Abril 2025

    Carta de Abril 2025 · publicada em 07 de abr de 2025

    11 ativos

    Carta Mensal Persevera - Abril 2025 (Teoria dos Jogos)

    A carta da Persevera analisa o cenário global sob a ótica da Teoria dos Jogos, interpretando a política tarifária de Trump como uma estratégia de credibilidade inspirada no Dilema do Prisioneiro, com riscos de recessão global caso a cooperação entre as nações não se estabeleça. No Brasil, a gestora destaca a deterioração política do governo Lula, a postura hawkish do Banco Central e a incerteza fiscal como fatores que justificaram uma postura defensiva, com redução da exposição em prefixados e neutralização das posições em bolsa. No âmbito internacional, a Persevera ampliou posições vendidas em ações americanas, manteve alocação em tecnologia chinesa e em ouro, e adotou posição comprada em ações europeias diante do estímulo fiscal liderado pela Alemanha.

    • Sob esse panorama de elevada incerteza, decidimos por aumentar nossa posição vendida em ações americanas.
    • Adicionalmente, continuamos vendidos em NVIDIA, a qual tem contribuído consistentemente para defender o portfólio em dias de maior estresse no mercado.
    • Em resposta a essa mudança de cenário, adotamos um posicionamento tático favorável às ações europeias, estabelecendo uma posição comprada na Europa e vendida nos Estados Unidos.
      • +3.0Ações Europaativo· cl 92