Resumo
A carta do ASA Hedge I referente a julho de 2026 discute o balanço entre alívio inflacionário doméstico e cautela no cenário global, com o fundo registrando ganho de 0,22% no mês. No Brasil, o IPCA-15 surpreendeu positivamente ao avançar apenas 0,06%, o Ibovespa valorizou 3,47% e o real se apreciou 1,72% frente ao dólar, enquanto nos Estados Unidos a curva de Treasuries abriu 27 bps diante de inflação resistente e debate renovado sobre juros no Fed. Na atribuição de resultado, FX em mercados emergentes e bolsas locais foram os principais contribuidores positivos, ao passo que bolsas de mercados desenvolvidos e moedas de países desenvolvidos pesaram negativamente.
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Ativos extraídos
Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.
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- +2.0DI Jan 29MACROcl72
- +2.0NTN-B 2032MACROcl62
“Seguimos aplicados no DI jan/29 e na NTN-B 2032. A combinação busca capturar, de um lado, a possibilidade de continuidade do ciclo de flexibilização monetária nominal e, de outro, níveis ainda atrativos de juros reais.”
DI Jan 29 ·Mantém posição aplicada no DI jan/29, apostando na continuidade do ciclo de flexibilização monetária nominal, embora com dimensionamento reduzido diante de incertezas fiscais.
NTN-B 2032 ·Mantém posição aplicada na NTN-B 2032 para capturar juros reais considerados ainda atrativos, embora tenha reduzido o tamanho da alocação.
“Seguimos com participação relevante em Japão e Estados Unidos e com posições seletivas no Brasil, priorizando empresas em que avaliamos existir assimetria favorável entre fundamentos, valuation e catalisadores.”
Mantém participação relevante em bolsa americana dentro de um viés comprado global em renda variável, combinando exposição por índices com seleção de ações.
“Reduzimos de forma relevante o viés comprado em dólar e encerramos o mês com exposição líquida levemente vendida na moeda americana, próxima de 3% do patrimônio.”
Reduziu de forma relevante o viés comprado em dólar e encerrou o mês levemente vendido na moeda americana, próximo de 3% do patrimônio.
“No exterior, mantivemos exposição mais tática, em um ambiente de abertura das curvas nos Estados Unidos e maior prêmio inflacionário global.”
Mantém exposição tática em renda fixa nos EUA, diante da abertura das curvas de Treasuries e maior prêmio inflacionário global.
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“A valorização de 3,47% do Ibovespa e a apreciação de 1,72% do real frente ao dólar indicaram melhora do apetite por risco local, enquanto a curva nominal de juros mostrou movimentos mais contidos nos vértices intermediários.”
Ibovespa ·Observa que a valorização de 3,47% do Ibovespa em julho refletiu melhora do apetite por risco local, e mantém posições seletivas em ações brasileiras.
Real brasileiro ·Observa apreciação de 1,72% do real frente ao dólar em julho, sinalizando melhora do apetite por risco local.
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- 0.0TopixATIVO
- 0.0Iene japonêsMACRO
“O iene apresentou forte valorização no mês frente ao dólar, enquanto o Topix avançou 0,21%, em meio a um balanço entre lucros corporativos, juros mais altos e alterações nas expectativas para a política monetária.”
Topix ·Observa leve avanço do Topix de 0,21% no mês, refletindo balanço entre lucros corporativos, juros mais altos e mudanças nas expectativas de política monetária.
Iene japonês ·Observa forte valorização do iene frente ao dólar no mês, em meio a expectativas de normalização monetária mais rápida pelo Banco do Japão.
“O livro de bolsas de emergentes e o de ações brasileiras contribuíram positivamente no mês, enquanto bolsas de mercados desenvolvidos foram o principal detrator.”
Mantém viés comprado em bolsas de emergentes, que contribuíram positivamente no mês, dentro de construção diversificada entre regiões.
- 0.0Bolsa alemã (DAX)ATIVO
“A economia mostrou resiliência apoiada pelo investimento em infraestrutura, defesa e tecnologia, ainda que custos de energia mais elevados continuassem limitando a velocidade da recuperação. O DAX avançou 2,53% no mês.”
Observa alta de 2,53% do DAX no mês, sustentada por resiliência econômica via investimentos em infraestrutura, defesa e tecnologia, apesar dos custos elevados de energia.
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