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Julho 2026 · ASA Hedge

Carta de Julho 2026· publicada em 11 de ago de 2026

Coletada em 13 de ago. de 2026 ·

Ativos extraídos
11
Publicada em
11 de ago de 2026
Trechos únicos
8

Carta sobre julho/26 publicada 41 dias depois em agosto/26.

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Resumo

A carta do ASA Hedge I referente a julho de 2026 discute o balanço entre alívio inflacionário doméstico e cautela no cenário global, com o fundo registrando ganho de 0,22% no mês. No Brasil, o IPCA-15 surpreendeu positivamente ao avançar apenas 0,06%, o Ibovespa valorizou 3,47% e o real se apreciou 1,72% frente ao dólar, enquanto nos Estados Unidos a curva de Treasuries abriu 27 bps diante de inflação resistente e debate renovado sobre juros no Fed. Na atribuição de resultado, FX em mercados emergentes e bolsas locais foram os principais contribuidores positivos, ao passo que bolsas de mercados desenvolvidos e moedas de países desenvolvidos pesaram negativamente.

Conteúdo

Ativos extraídos

Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.

11
  1. Trecho compartilhado · 2 ativos

    • +2.0DI Jan 29MACROcl72
    • +2.0NTN-B 2032MACROcl62
    Seguimos aplicados no DI jan/29 e na NTN-B 2032. A combinação busca capturar, de um lado, a possibilidade de continuidade do ciclo de flexibilização monetária nominal e, de outro, níveis ainda atrativos de juros reais.

    DI Jan 29 ·Mantém posição aplicada no DI jan/29, apostando na continuidade do ciclo de flexibilização monetária nominal, embora com dimensionamento reduzido diante de incertezas fiscais.

    NTN-B 2032 ·Mantém posição aplicada na NTN-B 2032 para capturar juros reais considerados ainda atrativos, embora tenha reduzido o tamanho da alocação.

  2. Seguimos com participação relevante em Japão e Estados Unidos e com posições seletivas no Brasil, priorizando empresas em que avaliamos existir assimetria favorável entre fundamentos, valuation e catalisadores.

    Mantém participação relevante em bolsa americana dentro de um viés comprado global em renda variável, combinando exposição por índices com seleção de ações.

  3. Reduzimos de forma relevante o viés comprado em dólar e encerramos o mês com exposição líquida levemente vendida na moeda americana, próxima de 3% do patrimônio.

    Reduziu de forma relevante o viés comprado em dólar e encerrou o mês levemente vendido na moeda americana, próximo de 3% do patrimônio.

  4. No exterior, mantivemos exposição mais tática, em um ambiente de abertura das curvas nos Estados Unidos e maior prêmio inflacionário global.

    Mantém exposição tática em renda fixa nos EUA, diante da abertura das curvas de Treasuries e maior prêmio inflacionário global.

  5. Trecho compartilhado · 2 ativos

    A valorização de 3,47% do Ibovespa e a apreciação de 1,72% do real frente ao dólar indicaram melhora do apetite por risco local, enquanto a curva nominal de juros mostrou movimentos mais contidos nos vértices intermediários.

    Ibovespa ·Observa que a valorização de 3,47% do Ibovespa em julho refletiu melhora do apetite por risco local, e mantém posições seletivas em ações brasileiras.

    Real brasileiro ·Observa apreciação de 1,72% do real frente ao dólar em julho, sinalizando melhora do apetite por risco local.

  6. Trecho compartilhado · 2 ativos

    O iene apresentou forte valorização no mês frente ao dólar, enquanto o Topix avançou 0,21%, em meio a um balanço entre lucros corporativos, juros mais altos e alterações nas expectativas para a política monetária.

    Topix ·Observa leve avanço do Topix de 0,21% no mês, refletindo balanço entre lucros corporativos, juros mais altos e mudanças nas expectativas de política monetária.

    Iene japonês ·Observa forte valorização do iene frente ao dólar no mês, em meio a expectativas de normalização monetária mais rápida pelo Banco do Japão.

  7. O livro de bolsas de emergentes e o de ações brasileiras contribuíram positivamente no mês, enquanto bolsas de mercados desenvolvidos foram o principal detrator.

    Mantém viés comprado em bolsas de emergentes, que contribuíram positivamente no mês, dentro de construção diversificada entre regiões.

    • 0.0Bolsa alemã (DAX)ATIVO
    A economia mostrou resiliência apoiada pelo investimento em infraestrutura, defesa e tecnologia, ainda que custos de energia mais elevados continuassem limitando a velocidade da recuperação. O DAX avançou 2,53% no mês.

    Observa alta de 2,53% do DAX no mês, sustentada por resiliência econômica via investimentos em infraestrutura, defesa e tecnologia, apesar dos custos elevados de energia.

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