Visões de 24 gestoras em 87 cartas, entre janeiro de 2025 e maio de 2026.
Também aparece como câmbio, cesta de moedas, Dolar, Dólar (DXY), dolar americano, dólar americano, dolar global, dolar norte-americano, DXY, índice DXY, USD contra cesta
Série de consenso
Escala −3 a +3
Agregador
Janela do indicador
1 ponto = 1 extração (score × clareza)Linha móvel66 pontos no período
“Mantemos nossa alocação central focada em ações selecionadas do setor de tecnologia nos Estados Unidos, cujas empresas lideram o ganho real e estrutural da fronteira de inovação, amparadas por fortes balanços e geração robusta de caixa atual. Essa exposição é integralmente combinada à nossa posição comprada em Dólar americano, que funciona de forma dupla: como uma tese de valorização cambial em relação à outras moedas - efeito da drenagem de recursos globais em direção à maior rentabilidade da fronteira tecnológica representada pelas ações americanas - e como um hedge macroeconômico natural indispensável para o portfólio em momentos de riskoff.”
Mantém posição comprada em dólar americano, vista como tese de valorização cambial frente a outras moedas e hedge macroeconômico natural em momentos de risk-off.
“A postura mais acomodativa do FOMC e a percepção renovada de que a política americana é errática demais para o país ser um porto seguro inconteste podem ajudar a explicar mais uma rodada de desvalorização do dólar.”
Atribui a desvalorização do dólar à postura acomodativa do FOMC e à percepção de que a política americana é errática demais para ser porto seguro.
abr/2026Carta Mensal Neo Investimentos - Maio 2026 (cartas-do-gestor-abril-2026)
“Ao mesmo tempo, o dólar voltou a se fortalecer. Parte desse movimento reflete a tradicional busca por ativos considerados mais seguros em períodos de turbulência global. Outra parte reflete simplesmente a redução de posicionamento global, já que o mercado vinha acumulando posições bastante negativas na moeda americana antes do início da guerra.”
Observa fortalecimento do dólar refletindo busca por ativos seguros em meio à turbulência global e redução de posições vendidas previamente acumuladas contra a moeda.
abr/2026Carta Mensal Kinea Investimentos - Abril 2026 (300: A Luta pelo Estreito de Orm…
“Mantivemos exposição comprada em dólar contra um conjunto diversificado de moedas, com destaque para posições em MXN, EUR e moedas do G10, além de exposições táticas em emergentes.”
Mantém posição comprada em dólar contra cesta diversificada de moedas, com destaque para MXN, EUR e G10, além de exposições táticas em emergentes.
“O mês de março foi marcado por uma reprecificação significativa dos ativos globais com destaque para alta das curvas de juros, má performance de ativos de risco e força do dólar americano em meio à guerra entre os Estados Unidos e o Irã.”
Observa força do dólar americano em março em meio à guerra EUA-Irã, e mantém posição vendida na moeda contra divisas desenvolvidas.
“No fim do mês, tivemos a escolha (pendente de aprovação pelo Congresso) de Kevin Warsh para presidir o Fed nos próximos anos. Por ser o escolhido do presidente Donald Trump, imagina-se algum viés mais dovish para sua administração, embora seu histórico —Warsh atuou como diretor do Fed entre 2006 e 2011 —não autorize tal conclusão. Qualquer projeção sobre seu comportamento futuro parece excessivamente especulativa. Teremos que esperar para avaliar o comportamento do futuro presidente.”
Considera especulativo projetar viés dovish para Kevin Warsh no Fed, apesar da indicação por Trump, e prefere aguardar para avaliar seu comportamento.
“Em fevereiro, o fluxo de alocação direcionado a ativos não denominados em USD prosseguiu. Preços de metais preciosos, moedas e bolsas de economias emergentes foram os principais beneficiários desse movimento.”
Observa continuidade do fluxo de alocação para ativos não denominados em dólar, beneficiando metais preciosos, moedas e bolsas de emergentes, e mantém posições vendidas em USD.
“Essa combinação de ciclo de corte de juros perto do fim e economia forte, na nossa visão, deve ajudar a conter o ímpeto da depreciação do dólar, sobretudo se a perda contínua (porém gradual) de popularidade de Trump levar a mais contestação de suas iniciativas – o que acreditamos que vai ocorrer gradualmente ao longo do ano.”
Espera contenção da depreciação do dólar, sustentada por fim próximo do ciclo de cortes do Fed, economia americana forte e perda gradual de popularidade de Trump.
jan/2026Carta Mensal Neo Investimentos - Fevereiro 2026 (cartas-do-gestor-janeiro-2026)
“Mesmo após a correção do último ano, o ajuste ainda é pequeno em termos históricos.”
Vê o dólar ainda historicamente forte, avaliando que a correção do último ano representa ajuste pequeno frente ao excepcionalismo americano acumulado desde 2010.
“Até o início do dia 30 de janeiro, moedas e Bolsas emergentes apresentavam valorização substancial, enquanto o índice DXY acumulava queda de quase 3% no ano.”
Observa desvalorização global do dólar, com o índice DXY acumulando queda de quase 3% no ano até o fim de janeiro.
jan/2026Vinci Compass - Carta do Gestor (Jan/2026)
“Janeiro foi marcado por uma intensificação da tendência de desvalorização global do dólar, a qual foi acompanhada por uma valorização expressiva de metais preciosos (e.g. ouro e prata) e de ações de países emergentes, em particular dos latino-americanos, os quais receberam fluxos substanciais de recursos de investidores estrangeiros no mês.”
Vê intensificação da tendência de desvalorização global do dólar em janeiro, num contexto de dollar debasement.
“Esse cenário de crescimento na maioria das economias, com menor diferencial frente aos EUA (em termos de ritmo tendencial), combinado com cortes residuais do Fed, deve sustentar moedas contra o dólar.”
Espera dólar mais fraco, sustentado por menor diferencial de crescimento frente aos EUA e cortes residuais do Fed, favorecendo demais moedas.
“A combinação entre juros americanos que pararam de subir e a atuação ativa do Tesouro sobre a curva longa limita a atratividade da moeda americana frente a mercados emergentes selecionados. Ainda que episódios de aversão ao risco gerem apreciações táticas do dólar, o pano de fundo global para 2026 é de um dólar mais fraco, o que favorece moedas de "carrego elevado" como o Real.”
Projeta dólar estruturalmente mais fraco em 2026, com apreciações apenas táticas em episódios de aversão a risco, favorecendo moedas emergentes de carrego elevado.
jan/2026Carta Mensal Persevera - Janeiro 2026 (Além do Mantra)
“Nosso cenário base é que os investimentos estrangeiros devem continuar, devido à uma combinação benéfica de Dólar fraco e proximidade de corte de juros no Brasil.”
Espera dólar fraco persistente, combinação que, junto à proximidade de corte de juros no Brasil, deve sustentar fluxo estrangeiro para ativos locais.