Dahlia CapitalAçõesAgo 2025

Dahlia — Ozzy Housel (Agosto 2025)

Agosto 2025 · Dahlia Capital

Carta de Agosto 2025· publicada em 08 de ago de 2025

Coletada em 17 de mai. de 2026 · histórico ·

Ativos extraídos
4
Publicada em
08 de ago de 2025
Trechos únicos
3
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Resumo

A Dahlia Capital discute, em sua carta de agosto de 2025, o papel da imprevisibilidade — ilustrada pelas figuras de Ozzy Osbourne e Donald Trump — sobre os mercados financeiros, defendendo que a volatilidade recente, tanto no Brasil quanto nos EUA, já apresenta sinais de arrefecimento. A gestora aponta o movimento do dólar como principal determinante dos preços de ativos e identifica um cenário de possível enfraquecimento da moeda americana, o que favoreceria o fluxo de capitais para mercados emergentes. Nos fundos, a alocação segue concentrada em ações brasileiras, com destaque para os setores de bancos, energia elétrica e cíclicos domésticos, sustentada por resultados das empresas em linha ou acima do esperado.

Conteúdo

Ativos extraídos

Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.

4
  1. Mantemos posições ativas em bolsa, especialmente nos setores de bancos, energia elétrica e cíclicos domésticos.

    Bancos ·Mantém posição ativa sobrepeso em bancos na bolsa brasileira, ao lado de energia elétrica e cíclicos domésticos.

    Energia Elétrica ·Mantém posição ativa sobrepeso em energia elétrica na bolsa brasileira, ao lado de bancos e cíclicos domésticos.

  2. A economia brasileira parece ainda resiliente, mesmo com a SELIC em 15% ao ano. Os resultados das empresas que estão em nossa carteira seguem vindo, de uma forma geral. em linha ou melhores que o esperado, sustentando o preço das ações e permitindo que elas continuem pagando dividendos e recomprando ações.

    Vê ações brasileiras sustentadas por economia resiliente mesmo com Selic a 15% e resultados corporativos em linha ou acima do esperado.

  3. Mantemos nossa visão positiva para o dólar no longo prazo, porém, podemos voltar a ver um período no qual o dólar fica mais fraco no mundo, por conta de 1) diversificação de patrimônio e reservas, ainda concentrados em ativos americanos, 2) atividade econômica mais fraca nos Estados Unidos e 3) potencial corte de juros pelo banco central americano.

    Mantém visão positiva para o dólar no longo prazo, mas admite possível enfraquecimento via diversificação de reservas, atividade americana fraca e cortes de juros pelo Fed.

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