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Carta K10 - Janeiro 2025

Janeiro 2025 · Kapitalo

Carta de Janeiro 2025· publicada em 08 de fev de 2025

Coletada em 17 de mai. de 2026 · histórico ·

Ativos extraídos
21
Publicada em
08 de fev de 2025
Trechos únicos
13

Carta sobre janeiro/25 publicada 38 dias depois em fevereiro/25.

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Resumo

A carta da Kapitalo de janeiro de 2025 revisita o cenário de grãos e petróleo, detalhando como eventos climáticos adversos na Argentina e no Rio Grande do Sul e as sanções inesperadas do governo Biden à Rússia forçaram ajustes relevantes nas posições do fundo. No mercado de grãos, a estimativa de produção global de soja foi reduzida em cerca de 12 milhões de toneladas frente à projeção de dezembro, levando à redução significativa do livro; no petróleo, as sanções russas ampliaram a inversão das curvas de time spread, motivando o alongamento e a redução das posições baixistas. No cenário macro, a gestora mantém visão de divergência entre ciclos econômicos globais, com destaque para a posição comprada em dólar norte-americano e em bolsas dos EUA.

Conteúdo

Ativos extraídos

Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.

21
  1. A divergência do ciclo econômico e da política monetária cria um ambiente para que os ativos norte-americanos sigam outperformando. Seguimos comprados nos dólar norte-americano contra uma cesta de moedas e nas bolsas dos EUA.

    Dólar (DXY) ·Mantém posição comprada no dólar americano contra cesta de moedas, apostando em outperformance dos ativos dos EUA diante da divergência de ciclos econômicos e monetários.

    Bolsa americana ·Mantém posição comprada nas bolsas dos EUA, esperando outperformance dos ativos norte-americanos diante da divergência de ciclo econômico e política monetária.

  2. Nossas projeções de oferta e demanda apontavam para um superávit de cerca de 1 mbd de petróleo cru no primeiro semestre, mesmo com a OPEC+ mantendo a produção inalterada. Com isso, víamos os preços, para os próximos 18 meses, de 20% a 25% abaixo da média dos últimos dois anos, além de vulneráveis a uma correção ainda maior caso houvesse desaceleração global.

    Projeta superávit de cerca de 1 mbd no primeiro semestre e preços do petróleo 20% a 25% abaixo da média recente nos próximos 18 meses.

  3. A desaceleração do crescimento da demanda chinesa, o aumento de área plantada no Brasil e o aumento de produtividade agrícola no mundo resultam em um excedente de capacidade produtiva para os próximos anos (considerando os preços atuais).

    Mantém viés baixista para a soja, projetando excedente de capacidade produtiva nos próximos anos diante da desaceleração da demanda chinesa e do aumento de área e produtividade global.

  4. Trecho compartilhado · 2 ativos

    Mantivemos a posição comprada no dólar norte-americano e as posições vendidas no renmimbi chinês e no franco suíço.

    Renminbi chinês ·Mantém posição vendida no renminbi chinês, refletindo visão de divergência de ciclos econômicos favorável ao dólar norte-americano contra cesta de moedas.

    Franco suíço ·Mantém posição vendida no franco suíço, refletindo visão de divergência de ciclos econômicos e monetários favorável ao dólar norte-americano contra cesta de moedas.

  5. Trecho compartilhado · 4 ativos

    Adicionamos posições vendidas na libra esterlina, no dólar de Hong Kong e no baht tailandês e uma posição comprada na lira turca.

    Libra esterlina ·Adicionou posição vendida na libra esterlina, refletindo visão de divergência de ciclos econômicos e monetários favorável ao dólar norte-americano.

    Dólar de Hong Kong ·Adicionou posição vendida no dólar de Hong Kong, no contexto de divergência de ciclos econômicos e fortalecimento do dólar norte-americano.

    Baht tailandês ·Adicionou posição vendida no baht tailandês, refletindo visão de divergência de ciclos econômicos favorável ao dólar norte-americano frente a cesta de moedas.

    Lira turca ·Adicionou posição comprada na lira turca dentro do bloco de moedas, complementando apostas vendidas em libra, dólar de Hong Kong e baht tailandês.

  6. Mantivemos as posições compradas no ouro, no cobre e no trigo, e as posições vendidas em soja, alumínio e na curva de petróleo.

    Aluminio ·Mantém posição vendida em alumínio, refletindo visão baixista para o metal dentro do portfólio de commodities.

    Ouro ·Mantém posição comprada em ouro dentro do bloco de commodities.

    Cobre ·Mantém posição comprada em cobre, sinalizando viés altista para a commodity dentro do portfólio de commodities.

    • +2.0Bolsa da Coreia do SulATIVOcl82
    Mantivemos as compras da bolsa norte-americana, da bolsa chinesa e da bolsa da Coreia do Sul. Adicionamos compra da bolsa do Canadá.

    Mantém posição comprada na bolsa da Coreia do Sul.

    • +2.0Bolsa do CanadáATIVOcl82
    Adicionamos compra da bolsa do Canadá.

    Iniciou posição comprada na bolsa do Canadá, somando-se às posições compradas já mantidas em bolsas dos EUA, China e Coreia do Sul.

  7. Trecho compartilhado · 2 ativos

    Seguimos com as posições aplicadas na Suécia e com posições tomadas nas inclinações de Europa e Suécia.

    Renda Fixa Suécia ·Mantém posições aplicadas em juros da Suécia e tomadas nas inclinações das curvas de Europa e Suécia.

    Renda Fixa Europa ·Mantém posições tomadas nas inclinações das curvas de juros da Europa, refletindo expectativa de steepening em meio à divergência de ciclos monetários globais.

  8. Adicionamos posição aplicada em juro real de Brasil.

    Adicionou posição aplicada em juro real do Brasil, refletindo visão construtiva sobre a queda das taxas reais brasileiras.

  9. Mantivemos as compras da bolsa norte-americana, da bolsa chinesa e da bolsa da Coreia do Sul.

    Mantém posição comprada na bolsa chinesa.

    • +2.0TrigoATIVOcl62
    Já nos casos do milho e do trigo, os preços não vêm apresentando nenhum "prêmio de risco" claro, deixando assim as oportunidades (de compra ou de venda) geradas apenas pelos desequilíbrios de curto prazo.

    Mantém posição comprada em trigo, vendo ausência de prêmio de risco nos preços e oportunidades limitadas a desequilíbrios de curto prazo.

  10. O mesmo relatório também diminuiu a produção estimada de milho nos Estados Unidos em 7 milhões de toneladas. Com isso, o balanço do milho ficou sem margem para novas quebras de safra, mas ainda não julgávamos as perdas de produção como suficientes para alterar nossa visão sobre a soja.

    Vê balanço do milho sem margem para novas quebras de safra após corte de 7 milhões de toneladas na produção americana, justificando posição comprada.

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