Legacy Carta Mensal - Junho 2025
Junho 2025 · Legacy Capital
Coletada em 17 de mai. de 2026 · histórico · ⓘ
- Ativos extraídos
- 4
- Publicada em
- 11 de jul de 2025
- Trechos únicos
- 3
Carta sobre junho/25 publicada 40 dias depois em julho/25.
Resumo
A Legacy Capital descreve junho de 2025 como um mês de recuperação dos ativos de risco, com o fundo valorizando 2,74% no período, impulsionado por posições vendidas em dólar, aplicadas em juros e pela carteira long/short de bolsa externa. No cenário doméstico, a gestora aponta sinais crescentes de desaceleração da atividade brasileira e melhora na dinâmica inflacionária, revisando a projeção de IPCA para 5,0% em 2025, e destaca preocupação com a deterioração do crédito agrícola como risco setorial relevante. No posicionamento, a casa manteve a venda em dólar e ampliou exposição a ativos brasileiros, incluindo juros reais, nominais e bolsa.
Conteúdo
Ativos extraídos
Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.
“O ambiente de baixa inflação, crescimento contido, menor volatilidade, e sem perspectiva de recessão à vista vem favorecendo a continuidade da depreciação do USD e contribuindo para melhores preços dos ativos de risco.”
Espera continuidade da depreciação do dólar, sustentada por baixa inflação, crescimento contido e ausência de recessão, mantendo posição vendida em USD contra cesta de moedas.
Trecho compartilhado · 2 ativos
“Aumentamos a exposição em ativos brasileiros – aplicados em juros reais e nominais, e comprados em bolsa, mirando a continuidade do cenário externo favorável, a iminência de sinais de desaceleração da atividade econômica doméstica, e a continuidade de um cenário de popularidade adverso para o governo, que diminuirá suas chances na eleição de 2026.”
Ibovespa ·Aumentou exposição comprada em bolsa brasileira, apostando em cenário externo favorável, desaceleração doméstica e popularidade adversa ao governo rumo à eleição de 2026.
Renda Fixa Brasil ·Mantém posição aplicada em juros nominais no Brasil, apostando na desaceleração da atividade doméstica e em cenário externo favorável que viabilizariam queda das taxas.
“Na bolsa externa, seguimos com posições compradas em ações de tecnologia contra índices mais amplos.”
Mantém posição comprada em ações de tecnologia dos EUA contra índices mais amplos na bolsa externa.
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