Mantaro — Janeiro 2026
Janeiro 2026 · Mantaro Capital
Coletada em 17 de mai. de 2026 · histórico · ⓘ
- Conceitos extraídos
- 12
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- 10
Resumo
A carta da Mantaro Capital referente a janeiro de 2026 aborda o forte desempenho dos ativos de risco brasileiros no período, marcado pela renovação de máximas históricas do Ibovespa e pelo ingresso expressivo de capital estrangeiro superior a R$ 25 bilhões. A gestora explica a underperformance relativa de seus fundos frente ao índice pelo fato de a alta ter sido concentrada em commodities e grandes bancos de varejo, enquanto a carteira está posicionada em empresas domésticas fora do núcleo do Ibovespa e em outras instituições financeiras. Como destaque operacional, a Mantaro montou posição comprada em calls de EWZ com vencimento em abril, aproveitando baixas volatilidades implícitas, o que contribuiu positivamente para os resultados do mês.
Conteúdo
Conceitos extraídos
Cada conceito vem com a frase de evidência verbatim. Quando vários conceitos saem do mesmo trecho, agrupamos pela frase.
“No início do mês, aproveitamos as baixas volatilidades implícitas e montamos uma posição comprada em calls de EWZ com vencimento em abril, o que trouxe impacto positivo para as carteiras.”
Montou posição comprada em calls de EWZ com vencimento em abril, aproveitando baixas volatilidades implícitas, com impacto positivo nas carteiras.
“Mineração 0.0% -2.0% -2.0% 2.0%”
Mantém posição líquida vendida em Mineração, com exposição short de 2,0% e sem ponta comprada no setor.
Trecho compartilhado · 3 conceitos
“Setorialmente, tivemos resultados positivos nas posições de empresas do setor financeiro, bancos e imobiliário, que são os principais setores em que os fundos estão investidos.”
Bancos ·Mantém bancos como um dos principais setores das carteiras, com contribuição positiva no resultado do mês.
Serviços Financeiros ·Mantém serviços financeiros como um dos principais setores da carteira, com contribuição positiva no mês, concentrando exposição fora dos grandes bancos de varejo.
Imobiliário ·Mantém o setor imobiliário como uma das principais alocações dos fundos, com contribuição positiva no resultado do mês.
“Utilities 0.8%”
Mantém exposição relevante em Utilities (~7% líquido da carteira), setor que contribuiu com 0,8% para a performance em janeiro.
“Petróleo e Gás 1.3%”
Setor de Petróleo e Gás contribuiu com 1,3% para a performance em janeiro, representando cerca de 5% da carteira líquida.
“Consumo e Varejo 0.2%”
Mantém alocação relevante em Consumo e Varejo, segundo maior peso da carteira, com contribuição marginal de 0,2% no mês.
“Transporte 0.4%”
Mantém exposição líquida de 3,4% em Transporte, setor que contribuiu com 0,4% para a performance em janeiro.
“Saúde 0.2%”
Mantém exposição comprada em Saúde em torno de 4,5% da carteira, com contribuição de 0,2% para a performance no mês.
“Educação 0.2%”
Mantém exposição reduzida ao setor de Educação, com posição líquida de 1,1% da carteira, que contribuiu com 0,2% no mês.
“Janeiro foi um mês muito positivo para os ativos de risco brasileiros, com o Ibovespa renovando máximas históricas. O movimento foi impulsionado principalmente pelo expressivo ingresso de capital estrangeiro, que apenas no mês superou R$ 25 bilhões — volume próximo ao registrado ao longo de todo o ano passado — refletindo um ambiente de realocação de risco em escala global.”
Vê janeiro como mês positivo para ativos de risco brasileiros, com Ibovespa renovando máximas impulsionado por forte ingresso de capital estrangeiro acima de R$ 25 bilhões.
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