Opportunity - Carta de Gestao Opp Macro Jun/2025
Junho 2025 · Opportunity
Coletada em 24 de mai. de 2026 · histórico · ⓘ
- Conceitos extraídos
- 6
- Publicada em
- 02 de jul de 2025
- Trechos únicos
- 6
Carta sobre junho/25 publicada 31 dias depois em julho/25.
Resumo
A carta da Opportunity referente a junho de 2025 destaca que a descompressão na curva de juros dos EUA compensou fatores globais de risco — como o conflito no Oriente Médio, o avanço do pacote fiscal de Trump e as incertezas comerciais com Europa e China —, resultando em um ambiente de mercado predominantemente pró-risco no período. Nos multimercados, a gestora manteve posições aplicadas em juros nos EUA e em juros reais no Brasil, além de posição comprada no S&P 500, ajustando tamanhos diante da assimetria dos dados prospectivos. Na renda fixa ativa, foram encerradas posições no México e na Polônia após captura de movimento relevante, enquanto foi ampliada a posição em NTN-B longa, refletindo visão estrutural de queda dos juros reais brasileiros.
Conteúdo
Conceitos extraídos
Cada conceito vem com a frase de evidência verbatim. Quando vários conceitos saem do mesmo trecho, agrupamos pela frase.
“Aumentamos a posição tomada em juros na República Tcheca, com a confirmação de um cenário de final de ciclo de corte de juros e riscos inflacionários relevantes no futuro.”
Ampliou posição tomada em juros na República Tcheca, vendo final do ciclo de cortes e riscos inflacionários relevantes à frente.
“A posição comprada em NTN-B longa foi novamente aumentada, representando uma visão mais estrutural de queda de juros reais no Brasil, e que também contém uma proteção para um cenário de stress no qual a inflação atua como variável de ajuste para desequilíbrios macroeconômicos.”
Aumentou posição comprada em NTN-B longa, refletindo visão estrutural de queda dos juros reais no Brasil e proteção contra cenário de stress inflacionário.
“Acrescentamos posição aplicada na parte intermediária da curva de juros nos EUA, diante da combinação excessivamente conservadora de nível de juros e riscos inflacionários.”
Mantém posição aplicada na parte intermediária da curva de juros dos EUA, considerando a precificação excessivamente conservadora frente aos riscos inflacionários.
“Mantivemos a posição comprada no S&P500, além de posições aplicadas em juros reais no Brasil.”
Mantém posição comprada no S&P 500, refletindo visão construtiva sobre a bolsa americana diante da expectativa de cortes graduais de juros pelo Fed.
“Mantivemos as posições aplicadas na África do Sul e no Reino Unido.”
Mantém posições aplicadas em juros na África do Sul, apostando em compressão de taxas na renda fixa local.
“No Reino Unido, há um reconhecimento, por parte do Bank of England, de um enfraquecimento relevante no mercado de trabalho, que tem aumentado a coesão dentro do board em atribuir maior peso a um cenário de demanda fraca em detrimento de limitações no lado da oferta.”
Vê o Bank of England reconhecendo enfraquecimento do mercado de trabalho, com o board mais coeso em priorizar demanda fraca, e mantém posição aplicada em juros do Reino Unido.
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