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Carta Mensal Persevera Asset Management - Janeiro 2026 (Além do Mantra)

Janeiro 2026 · Persevera Asset Management

Carta de Janeiro 2026· coletada em 06 de jan de 2026 · publicação até 1 dia antes

Coletada em 06 de jan. de 2026 ·

Ativos extraídos
6
Publicada em
06 de jan de 2026
Trechos únicos
5
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Resumo

A Persevera apresenta sua carta de perspectivas para 2026 com foco na tese de que as condições financeiras globais serão determinadas não apenas pelo Fed, mas pela interação entre política monetária e gestão ativa da dívida pelo Tesouro Americano — dinâmica que tende a enfraquecer o dólar estruturalmente e favorecer ativos de mercados emergentes. No Brasil, a gestora identifica uma assimetria relevante na curva de juros, argumentando que a manutenção da Selic em 15% representa um excesso de aperto descolado da realidade inflacionária, criando oportunidade em títulos prefixados longos. No câmbio, a posição estrutural comprada em real é mantida, sustentada pelo elevado diferencial de juros, enquanto em renda variável a postura é seletiva, com preferência por empresas de qualidade, ativos reais como ouro e exposição moderada a Bitcoin.

Conteúdo

Ativos extraídos

Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.

6
  1. Permanecemos confiantes na resiliência estrutural do real, sustentada pelo diferencial de juros e por um ambiente global menos favorável ao dólar, e adotamos postura seletiva em renda variável, com menor exposição a ativos domésticos mais sensíveis ao ciclo e maior foco em oportunidades globais, como ativos reais e Bitcoin.

    Mantém confiança na resiliência estrutural do real, sustentada pelo diferencial de juros e por um ambiente global menos favorável ao dólar.

  2. Mantemos a avaliação de que os prazos mais longos oferecem assimetria favorável, ainda que com a devida cautela dada a incerteza fiscal e o juro neutro implícito mais alto do que consideramos adequado. Ao longo do mês, ajustamos a composição da exposição, reduzindo participação nos vértices intermediários e concentrando alocação nos vencimentos mais longos, que carregam convexidade relevante e devem responder de forma mais sensível ao início do ciclo de cortes, quando este se materializar.

    Mantém preferência por prefixados longos, vendo assimetria favorável e convexidade diante do futuro ciclo de cortes, com cautela pela incerteza fiscal.

  3. Trecho compartilhado · 2 ativos

    Seguimos com alocação estrutural em ativos reais, como ouro, e exposição moderada a Bitcoin.

    Bitcoin ·Mantém exposição moderada a Bitcoin, complementando a alocação estrutural em ativos reais como ouro.

    Ouro ·Mantém alocação estrutural em ouro como ativo real, ao lado de exposição moderada a Bitcoin.

  4. A performance mais resiliente de empresas de maior capitalização contrastou com a pressão observada em small caps, refletindo um ambiente de maior aversão a risco doméstico e custo de capital elevado.

    Vê small caps pressionadas frente a empresas de maior capitalização, refletindo maior aversão a risco doméstico e custo de capital elevado.

  5. Mantemos cautela tática em relação à bolsa americana, atentos à evolução da liquidez global e dos fluxos de capital.

    Mantém cautela tática com a bolsa americana, monitorando a evolução da liquidez global e dos fluxos de capital.

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