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Carta Mensal Persevera Asset Management - Novembro 2025 (Contracorrente)

Novembro 2025 · Persevera Asset Management

Carta de Novembro 2025· coletada em 07 de nov de 2025 · publicação até 1 dia antes

Coletada em 07 de nov. de 2025 ·

Ativos extraídos
9
Publicada em
07 de nov de 2025
Trechos únicos
7
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Resumo

A carta da Persevera de novembro de 2025 discute o descompasso entre a política monetária brasileira e o ciclo global de afrouxamento, destacando a manutenção da Selic em patamar excessivamente restritivo mesmo diante de dados desinflacionários consistentes. No cenário externo, a gestora aponta o fim do programa de aperto quantitativo (QT) do Fed e o provável esvaziamento da Treasury General Account como potenciais catalisadores de liquidez global favoráveis a ativos de risco e emergentes. Nas posições, a Persevera mantém preferência por prefixados longos, postura defensiva em crédito privado, convicção estrutural na apreciação do real frente ao dólar e seletividade em renda variável com foco em oportunidades globais.

Conteúdo

Ativos extraídos

Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.

9
  1. Seguimos com posição comprada em Real e vendida em Dólar, sustentados pela tese estrutural de enfraquecimento do Dólar no médio prazo. A tendência de apreciação do Real permanece intacta, apoiada tanto em fundamentos locais quanto em fluxos externos construtivos. Além disso, o elevado diferencial de juros cria um carrego positivo para a posição.

    Mantém posição comprada em Real e vendida em Dólar, projetando apreciação estrutural da moeda brasileira sustentada por fundamentos locais, fluxos externos e diferencial de juros.

  2. Posicionamento: Mantemos preferência por títulos prefixados, concentrando a exposição nos vértices mais longos, que devem capturar melhor a reprecificação da curva de juros em um contexto de desinflação consistente e possível flexibilização monetária à frente.

    Mantém preferência por prefixados longos, esperando reprecificação da curva de juros diante de desinflação consistente e possível flexibilização monetária à frente.

  3. Entre os ativos alternativos, o ouro passou por um período de volatilidade acentuada, com correção expressiva após forte valorização nos meses anteriores. Apesar dessa pausa, acreditamos que a tendência de alta permanece firme, sobretudo para o médio e longo prazo.

    Apesar da correção recente e volatilidade acentuada, mantém visão de tendência de alta firme para o ouro no médio e longo prazo.

  4. Trecho compartilhado · 3 ativos

    Em ativos alternativos, mantivemos exposição a ouro e lítio, e reduzimos posições em prata e mineradoras de ouro, que têm sofrido com a correção da principal commodity metálica.

    Mineradoras de ouro ·Reduziu posições em mineradoras de ouro, que têm sofrido com a correção recente do preço do ouro.

    Prata ·Reduziu posição em prata, afetada pela correção do ouro, principal commodity metálica de referência.

    Lítio ·Mantém exposição a lítio dentro do bloco de ativos alternativos, ao lado do ouro, como parte da estratégia defensiva do portfólio.

  5. No mercado internacional, seguimos cautelosos em relação à bolsa americana, atentos à evolução da liquidez global e ao comportamento dos fluxos de capital.

    Mantém postura cautelosa com a bolsa americana, monitorando a evolução da liquidez global e o comportamento dos fluxos de capital.

    • -1.5BitcoinATIVOcl78
    No caso do bitcoin, mantivemos exposição taticamente reduzida, diante da deterioração técnica e das preocupações com a liquidez global.

    Mantém exposição taticamente reduzida em bitcoin, diante da deterioração técnica e de preocupações com a liquidez global.

  6. No Brasil, o Ibovespa acompanhou o otimismo externo e registrou recuperação ao longo do mês, sustentado principalmente por fluxos estrangeiros positivos e pela resiliência dos setores ligados a commodities. Ainda enxergamos espaço para altas adicionais, dependentes de novos catalisadores domésticos ou uma continuidade da tendência vinda do exterior.

    Vê espaço para altas adicionais no Ibovespa, condicionadas a novos catalisadores domésticos ou à continuidade do otimismo externo.

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