Carta Mensal Santander - Agosto 2025
Agosto 2025 · Santander Asset Management
Coletada em 17 de mai. de 2026 · histórico · ⓘ
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Resumo
A carta de agosto de 2025 da Santander Asset Management tem como tema central o impacto da política comercial americana sobre os mercados globais e brasileiros, com destaque para o aumento das tarifas dos EUA sobre exportações brasileiras, que pressionou o Ibovespa, elevou as curvas de juros locais e desvalorizou o Real em julho. No cenário doméstico, a gestora aponta a manutenção da Selic em 15% pelo Copom, com sinalização de permanência em patamar restritivo por período prolongado, e projeta início do ciclo de cortes apenas na primeira metade de 2026. Diante da reprecificação dos ativos, a Santander AM reforçou viés positivo para renda fixa local e bolsa brasileira, identificando prêmios a capturar nas curvas de juros e preços descontados nas ações domésticas.
Conteúdo
Conceitos extraídos
Cada conceito vem com a frase de evidência verbatim. Quando vários conceitos saem do mesmo trecho, agrupamos pela frase.
“Adotamos visão positiva para o mercado de renda fixa local. A reprécificação das curvas de juros, em um cenário de manutenção da taxa Selic em 15%, aumentou a atratividade dos ativos. Diante disso, entendemos que há prêmio a ser capturado na renda fixa e, por isso, reforçamos nosso viés positivo.”
Mantém visão positiva para juros locais, enxergando prêmio a ser capturado após reprecificação das curvas em cenário de Selic estável em 15%.
“Adotamos visão positiva para a Bolsa local e seguimos com posicionamento neutro nas Bolsas globais. No exterior, seguimos cautelosos diante dos preços elevados e da incerteza quanto a trajetória dos juros nos EUA. No Brasil, o fim do ciclo de aperto monetário, os preços atrativos e a possibilidade de redirecionamento de fluxos para mercados emergentes reforçam nossa visão construtiva para o mercado acionário local.”
Mantem visao construtiva para o Ibovespa, apoiada no fim do ciclo de aperto monetario, precos atrativos e potencial redirecionamento de fluxos para emergentes.
“Em julho, adotamos uma visão positiva para o mercado de renda fixa, diante da elevação das taxas dos ativos ao longo do mês. Iniciamos novas posições em títulos prefixados e em ativos atrelados à inflação.”
Adota visão positiva e inicia novas posições em ativos atrelados à inflação, após elevação das taxas observada ao longo de julho.
“Adotamos visão positiva para a Bolsa local, dada a queda dos preços observada no decorrer do mês. Ao mesmo tempo, mantivemos o posicionamento neutro para as Bolsas globais. Considerando as posições dentro da carteira, ampliamos a exposição ao setor imobiliário e reduzimos a alocação em caixa.”
Ampliou a exposição ao setor imobiliário na carteira, reduzindo simultaneamente a alocação em caixa.
“Mantivemos uma visão neutra para o mercado de câmbio. A expectativa de juros elevados por um período mais prolongado nos EUA pode sustentar uma valorização do dólar. Por outro lado, o alto diferencial de juros entre Brasil e EUA favorece a moeda local. Ainda assim, riscos fiscais e potenciais choques externos continuam limitando uma valorização mais consistente do Real.”
Mantém visão neutra para o Real, equilibrando diferencial de juros favorável à moeda local com riscos fiscais e choques externos que limitam apreciação consistente.
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