Santander Asset ManagementMultimercadoSet 2025

Carta Mensal Santander - Setembro 2025

Setembro 2025 · Santander Asset Management

Carta de Setembro 2025· publicada em 02 de set de 2025

Coletada em 17 de mai. de 2026 · histórico ·

Ativos extraídos
6
Publicada em
02 de set de 2025
Trechos únicos
6
PDF original

Reportar erro ou enviar feedback

Pode ser bem curto. A pagina atual ja vai junto.

Resumo

A carta da Santander Asset Management de setembro de 2025 aborda o cenário macroeconômico global e doméstico, com destaque para a sinalização do Fed de retomada do ciclo de cortes de juros e seus reflexos nos mercados. No Brasil, a gestora mantém projeção de Selic em 15% ao final de 2025 e crescimento do PIB de 2,3%, reforçando visão positiva para renda fixa local — com ampliação de posições em títulos prefixados e atrelados à inflação — e para a bolsa brasileira, cujos setores financeiro e imobiliário receberam alocação adicional em agosto.

Conteúdo

Ativos extraídos

Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.

6
  1. No Brasil, sinais de ativo inflacionário e de desaceleração da atividade podem reduzir os prêmios da curva de juros, mesmo com Banco Central mantendo a Selic em 15% por um período prolongado.

    Espera redução dos prêmios na curva de juros brasileira, sustentada por alívio inflacionário e desaceleração da atividade, apesar da Selic mantida em 15%.

  2. No Brasil, as últimas leituras de inflação trouxeram algum alívio de curto prazo e a atividade vem dando sinais de desaceleração. Assim, apesar da manutenção da taxa Selic em 15% por um período prolongado, os prêmios embutidos na curva de juros têm potencial de queda.

    Vê potencial de queda dos prêmios na curva de juros real, apoiado por alívio inflacionário e desaceleração da atividade, apesar da Selic em 15%.

  3. No Brasil, a resiliência das empresas, somada ao alívio inflacionário e à desaceleração da atividade, reforça a perspectiva de fim do ciclo de aperto monetário, o que tende a beneficiar o mercado acionário.

    Mantém visão positiva para o Ibovespa, sustentada pela resiliência das empresas, alívio inflacionário e perspectiva de fim do ciclo de aperto monetário.

  4. Em termos setoriais, aumentamos a alocação nos setores financeiro e imobiliário, enquanto reduzimos a exposição em bens de capital.

    Aumentou a alocação no setor imobiliário, refletindo visão favorável à Bolsa local em meio à expectativa de redução de prêmios na curva de juros.

  5. A perspectiva de redução dos juros nos EUA, combinada à manutenção da taxa Selic em 15%, tende a ampliar o diferencial de juros entre Brasil e EUA, o que pode atrair fluxos de capital para a economia local e favorecer o Real. Ainda assim, as incertezas em relação ao cenário fiscal podem limitar o desempenho da moeda doméstica nos próximos meses.

    Mantém visão neutra para o câmbio, com diferencial de juros Brasil-EUA favorecendo o Real, mas riscos fiscais limitando apreciação mais consistente da moeda.

  6. Setorialmente, o segmento financeiro contribuiu positivamente para o desempenho do Ibovespa, enquanto o setor de Petróleo foi o principal detrator.

    Aumentou alocação no setor financeiro, que contribuiu positivamente para o Ibovespa no mês, dentro de visão favorável para a Bolsa local.

Mais de Santander Asset Management