Carta Mensal Santander - Outubro 2025
Outubro 2025 · Santander Asset Management
Coletada em 17 de mai. de 2026 · histórico · ⓘ
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Resumo
A carta da Santander Asset Management de outubro de 2025 aborda o cenário macroeconômico global e doméstico, destacando a retomada do ciclo de cortes de juros pelo Fed, que reduziu a taxa básica americana para 4,25%, e a manutenção da Selic em 15% pelo Copom pela segunda reunião consecutiva. No Brasil, a gestora observa sinais incipientes de moderação da atividade e leve melhora nas expectativas de inflação, projetando a Selic em 12,5% ao final de 2026. Para os mercados, a visão permanece positiva para renda fixa local e renda variável — com destaque para o desempenho do Ibovespa impulsionado por fluxos estrangeiros —, enquanto o câmbio é avaliado com neutralidade, dado o risco fiscal persistente.
Conteúdo
Conceitos extraídos
Cada conceito vem com a frase de evidência verbatim. Quando vários conceitos saem do mesmo trecho, agrupamos pela frase.
“Embora o curto prazo ainda exija cautela nas alocações, o cenário global de queda de juros nos EUA e o prêmio embutido nas curvas domésticas sustentam a visão construtiva para a renda fixa local.”
Mantém visão construtiva para juros locais, apoiada pelo ciclo de cortes nos EUA e prêmios nas curvas domésticas, apesar de cautela no curto prazo.
“No Brasil, a atuação do Fed estimulou a entrada de fluxos estrangeiros e levou o Ibovespa a recordes em setembro. À frente, a continuidade do afrouxamento monetário nos EUA e o cenário doméstico de desaceleração da atividade com potencial melhora nas expectativas de inflação podem favorecer os ativos de risco locais.”
Vê o Ibovespa favorecido adiante pela continuidade do afrouxamento monetário nos EUA e pela desaceleração doméstica com potencial melhora nas expectativas de inflação.
Trecho compartilhado · 2 conceitos
“Em termos setoriais, aumentamos a alocação no segmento de mineração reduzimos a exposição do setor de consumo.”
Mineração ·Elevou a alocação setorial em mineração na carteira de renda variável, em contrapartida à redução da exposição ao setor de consumo.
Consumo ·Reduziu a exposição ao setor de consumo na carteira de bolsa, em movimento de realocação setorial que ampliou a posição em mineração.
“A combinação entre a continuidade do ciclo de cortes de juros nos EUA e a postura mais cautelosa do Banco Central no Brasil, sinalizado pelo guidance de 15% de juros, tende a favorecer o desempenho do Real. Além disso, o elevado nível de juros reais no país, aliado a preços atrativos das ações domésticas, pode estimular a entrada de capital estrangeiro, reforçando o movimento positivo da moeda. Por outro lado, a incerteza quanto ao quadro fiscal nos próximos anos permanece como um fator de risco, podendo gerar volatilidade no câmbio e impactar negativamente o Real.”
Mantém visão neutra para o câmbio, com viés de valorização do Real apoiado em diferencial de juros e fluxo estrangeiro, mas limitado por risco fiscal.
“Setorialmente, quase todos os segmentos do Ibovespa registraram desempenho positivo no mês, com destaque para o setor de utilities.”
Destaca o setor de utilities como o de melhor desempenho entre os segmentos do Ibovespa no mês, em um movimento setorial amplamente positivo.
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