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Carta Mensal Santander - Novembro 2025

Novembro 2025 · Santander Asset Management

Carta de Novembro 2025· publicada em 05 de nov de 2025

Coletada em 17 de mai. de 2026 · histórico ·

Ativos extraídos
7
Publicada em
05 de nov de 2025
Trechos únicos
7
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Resumo

A carta da Santander Asset Management de novembro de 2025 aborda o cenário macroeconômico global e doméstico, com destaque para a continuidade do ciclo de afrouxamento monetário do Fed, que reduziu os juros para 4,0%, e para o ambiente inflacionário brasileiro mais benigno, com IPCA-15 em 4,9% e expectativas de início de flexibilização da Selic em 2026. No mercado local, o Ibovespa renovou recordes históricos em outubro, sustentado pela resiliência dos resultados corporativos, enquanto a gestora manteve visão positiva para renda fixa e renda variável, com postura seletiva e cautelosa no crédito privado.

Conteúdo

Ativos extraídos

Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.

7
  1. Nesse contexto, entendemos que faz sentido manter posições aplicadas em juros locais, tanto pelo ambiente global quanto pela evolução mais favorável da inflação doméstica.

    Mantém posições aplicadas em juros locais, apoiado pelo ambiente global de cortes e pela evolução mais favorável da inflação doméstica.

  2. Ao longo do mês, adicionamos posição comprada em Real contra peso mexicano e seguimos alocados em uma cesta de moedas contra o dólar.

    Mantém posição vendida em peso mexicano contra o Real, refletindo preferência relativa pela moeda brasileira dentro da estratégia cambial em emergentes.

  3. No Brasil, as empresas têm apresentado desempenho sólido, e a possível queda dos juros futuros, aliada ao potencial aumento do fluxo estrangeiro para economias emergentes, pode dar suporte a uma valorização da Bolsa nos próximos meses.

    Vê potencial de valorização do Ibovespa nos próximos meses, sustentado por resultados corporativos sólidos, queda dos juros futuros e maior fluxo estrangeiro a emergentes.

  4. Em termos setoriais, ampliamos a alocação no segmento de mineração e reduzimos a exposição ao setor imobiliário.

    Reduziu a exposição ao setor imobiliário na carteira de renda variável, em movimento de realocação setorial que ampliou peso em mineração.

  5. os ativos indexados à inflação (NTN-B) apresentaram pressões, limitando parcialmente o desempenho da classe de juros nas carteiras.

    Observa que NTN-Bs sofreram pressões no mês, limitando parcialmente o desempenho da classe de juros, mas mantém posições em títulos indexados à inflação nos vencimentos mais longos.

  6. Mantivemos visão neutra para o Real e negativa para o dólar. Ao longo do mês, adicionamos posição comprada em Real contra peso mexicano e seguimos alocados em uma cesta de moedas contra o dólar.

    Mantém visão negativa para o dólar e segue alocado em cesta de moedas contra a divisa americana, diante da expectativa de novos cortes de juros pelo Fed.

  7. Setorialmente, o segmento de mineração apresentou a maior contribuição positiva para o desempenho do Ibovespa, enquanto o setor de petróleo foi o principal detrator.

    Ampliou a alocação em mineração, segmento que liderou as contribuições positivas para o Ibovespa no mês.

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