Verde Scena XP - Fevereiro 2026
Fevereiro 2026 · Verde Asset
Coletada em 17 de mai. de 2026 · histórico · ⓘ
- Ativos extraídos
- 10
- Publicada em
- 09 de mar de 2026
- Trechos únicos
- 8
Carta sobre fevereiro/26 publicada 36 dias depois em março/26.
Resumo
A carta da Verde AM referente ao fundo Scena de fevereiro de 2026 aborda a continuidade da realocação de capitais para fora dos Estados Unidos e do dólar, com destaque para a alta do ouro (+7,7% no mês) e a boa performance dos mercados emergentes. O cenário foi interrompido ao final do mês pelos ataques de EUA e Israel ao Irã, que provocaram forte alta no petróleo (+35,6% na primeira semana de março) e elevação dos prêmios de risco globais. No posicionamento, o fundo manteve alocações em bolsa local e global, posição aplicada em juros nominais, compra de ouro e TIPs americanas, reduzindo a exposição ao real e iniciando posição vendida em euro contra o iene.
Conteúdo
Ativos extraídos
Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.
Trecho compartilhado · 2 ativos
- +2.5Inflação implícita americanaMACROcl82
- +2.5TIPSATIVOcl72
“Em juros globais mantemos posição comprada nas TIPs e na inflação implícita americana.”
Inflação implícita americana ·Mantém posição comprada em TIPs e na inflação implícita americana, apostando em alta dos breakevens dentro do livro de juros globais.
TIPS ·Mantém posição comprada em TIPs, apostando em alta da inflação implícita americana dentro do livro de juros globais.
Trecho compartilhado · 2 ativos
“Reduzimos a posição no Real, iniciamos posição vendida no Euro contra o Iene, zeramos posição comprada em Lira turca e mantivemos a compra de ouro, além de carregar pequena posição em cripto.”
Euro ·Iniciou posição vendida no Euro contra o Iene, expressando visão de depreciação da moeda europeia frente à japonesa.
Iene japonês ·Iniciou posição comprada em Iene contra o Euro, refletindo preferência pela moeda japonesa na carteira de câmbio.
“A posição aplicada em juros nominais foi mantida.”
Mantém posição aplicada em juros nominais no Brasil, sem alterações na alocação apesar da correção técnica recente nos mercados locais.
“O ouro é o termômetro mais claro dessa narrativa, subindo +7.7% no mês (depois de 13.4% em janeiro).”
Mantém posição comprada em ouro, vendo-o como principal termômetro da realocação de capitais para fora dos EUA e do dólar.
“Havia pouca gordura nos preços de ações, do câmbio e taxas de juros, e estamos vendo uma correção majoritariamente técnica, com redução de fluxos. Os ventos externos ditam a direção, enquanto o ciclo político mistura escândalos – reforçando a preocupação com deterioração institucional que mencionamos recentemente – e perda de popularidade do incumbente.”
Reduziu posição no real, vendo correção técnica nos ativos brasileiros diante de ventos externos adversos e deterioração institucional no ciclo político local.
“zeramos posição comprada em Lira turca”
Zerou a posição comprada em lira turca, encerrando a exposição à moeda no portfólio de câmbio.
“Os mercados emergentes também performaram bem, com um índice amplo de bolsas emergentes subindo +5.9% no mês, liderado pela Coreia +19.5%, com o Ibovespa +4.1%.”
Registra alta de 4,1% do Ibovespa em fevereiro, em linha com o bom desempenho das bolsas emergentes no movimento de realocação para fora dos EUA.
“A grande incerteza sobre o preço do petróleo (e seus derivados), com a parada do trânsito de petroleiros pelo Estreito de Ormuz, levou o barril do WTI a subir +35.6% para 91 dólares por barril na primeira semana de março, um movimento poucas vezes visto na história.”
Observa forte alta do WTI, que subiu 35,6% para US$91 após bloqueio do Estreito de Ormuz, elevando incerteza sobre inflação e juros globais.
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