Adam CapitalMultimercadoJun 2026

Adam Capital (carta mensal) - 2026-06

Junho 2026 · Adam Capital

Carta de Junho 2026· publicada em 02 de jul de 2026

Coletada em 09 de jul. de 2026 ·

Ativos extraídos
8
Publicada em
02 de jul de 2026
Trechos únicos
7

Carta sobre junho/26 publicada 31 dias depois em julho/26.

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Resumo

A Adam Capital discute as limitações do PIB como medida de prosperidade real, argumentando que o indicador subestima sistematicamente a riqueza gerada por economias com forte setor privado e ambiente institucional sólido — condições que sustentam a supremacia americana estrutural e a resiliência do dólar como moeda de reserva global. No cenário doméstico, a gestora aponta o expansionismo do Estado brasileiro como principal fator de compressão da poupança privada e da produtividade, comparando o modelo nacional desfavoravelmente tanto ao europeu quanto ao chinês. O portfólio reflete esse diagnóstico com posições compradas em ações de tecnologia americana e em dólar, e vendidas em bolsa brasileira e euro.

Conteúdo

Ativos extraídos

Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.

8
  1. Trecho compartilhado · 2 ativos

    seguimos alocados em ações de empresas americanas que estão gerando valor e explorando a fronteira tecnológica, pois seguimos vendo taxas de crescimento exponenciais na demanda por inteligência artificial.

    Tecnologia / Inteligência Artificial (EUA) ·Mantém alocação em ações de tecnologia americana na fronteira tecnológica, vendo crescimento exponencial da demanda por inteligência artificial.

    Bolsa americana ·Mantém posição comprada em ações americanas de tecnologia na fronteira, apostando em crescimento exponencial da demanda por inteligência artificial.

  2. E o dólar, como termômetro global dessa confiança, tende a refletir essa assimetria estrutural por muitos anos à frente.

    Vê o dólar refletindo a supremacia americana estrutural e mantendo força como moeda de reserva global por muitos anos à frente.

  3. Por fim, continuamos enxergando os ativos brasileiros como muito caros, em face do cenário que temos acompanhado.

    Considera os ativos brasileiros muito caros diante do cenário doméstico acompanhado, mantendo exposição líquida vendida no Ibovespa.

  4. Exposição líquida vendida no índice da bolsa brasileira e contra o Euro.

    Mantém exposição líquida vendida contra o Euro.

  5. seguimos com a percepção de que o dólar seguirá se fortalecendo, conforme já tem ocorrido com relação à expressiva maioria das moedas nestes últimos meses (o iene é o caso mais extremo, tendo atingido a mínima de 40 anos contra o dólar).

    Vê o iene como caso mais extremo de fraqueza frente ao dólar, tendo atingido mínima de 40 anos, e projeta continuidade do fortalecimento do dólar.

  6. o alto patamar relativo dos juros brasileiros é obviamente o efeito de uma economia em mau funcionamento, onde o aparato estatal se tornou grande o suficiente para sufocar a poupança privada, que segue espremida por uma das maiores cargas tributárias – senão a maior – entre as economias emergentes, e por uma cultura e ambiente de negócios hostis ao empreendedor que arrisca o seu tempo, capital e energia em projetos individuais que poderiam impulsionar a nossa anêmica produtividade.

    Vê os juros brasileiros estruturalmente elevados como reflexo de economia disfuncional, com Estado grande sufocando poupança privada, alta carga tributária e ambiente hostil ao empreendedor.

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