Resumo
A carta de abril de 2026 da JGP tem como tema central o impacto do conflito entre EUA e Irã sobre os mercados globais, com destaque para a pressão nas commodities e nos juros diante da ausência de reabertura do Estreito de Hormuz. No Brasil, o Real registrou forte apreciação e o Banco Central cortou a Selic para 14,50%, enquanto as expectativas de inflação seguiram se deteriorando, reduzindo as apostas no tamanho do ciclo de cortes. A gestora ressalta o bom momento do setor de tecnologia americano e aponta prêmios expressivos nas partes intermediária e longa da curva de juros brasileira, condicionados à dissipação do choque de energia e ao maior clareza do cenário político.
Conteúdo
Ativos extraídos
Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.
“Continuamos acreditando no bom momento do setor de tecnologia nos EUA. As revisões nos ganhos das empresas têm sido marcantes e consistentes e o salto tecnológico trazido pela inteligência artificial vai ser muito significativo.”
Mantém visão positiva sobre tecnologia nos EUA, sustentada por revisões consistentes de lucros e impacto significativo esperado do salto tecnológico da inteligência artificial.
“Apesar das incertezas políticas com as eleições, o fluxo tem sido forte no ano e o principal beneficiário tem sido o Real e as bolsas de valores.”
Vê o Real como principal beneficiário do fluxo forte para emergentes no ano, apesar das incertezas políticas com as eleições.
“As partes intermediária e longa da curva têm mantido prêmios expressivos que podem vir a ser capturados quando se dissipar o choque de oferta de energia e clarear o cenário político.”
Vê prêmios expressivos nas partes intermediária e longa da curva, com potencial de captura após dissipação do choque de energia e maior clareza política.
“No início de maio, momento em que escrevemos essa carta, há uma esperança de acordo entre os dois países e reabertura do fluxo de comércio marítimo, mas que ainda não foi plenamente concretizada. No entanto, isso foi suficiente para trazer o Brent de volta para 100 dólares.”
Observa retorno do Brent ao patamar de 100 dólares diante da expectativa de acordo entre EUA e Irã e reabertura do fluxo marítimo.
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