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Carta Mensal Neo Investimentos - Maio 2026 (cartas-do-gestor-abril-2026)

Abril 2026 · Neo Investimentos

Carta de Abril 2026· publicada em 18 de mai de 2026

Coletada em 31 de mai. de 2026 · histórico ·

Ativos extraídos
4
Publicada em
18 de mai de 2026
Trechos únicos
4

Carta sobre abril/26 publicada 2 meses depois em maio/26.

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Resumo

Na carta de abril de 2026, o economista Luciano Sobral, da Neo Investimentos, analisa o cenário macroeconômico marcado pela guerra no Oriente Médio e pelo petróleo elevado (Brent em US$120), que pressiona as projeções de inflação global e mantém a maioria dos bancos centrais em postura de espera. No Brasil, o Copom seguiu com cortes graduais da Selic, enquanto a gestora revisou para cima suas projeções de inflação (5,3% em 2026 e 4,0% em 2027), com a taxa básica estimada em 13,25% ao final do ano. O real se valorizou 5% no mês, voltando abaixo de R$5,0/US$, e o cenário eleitoral permanece polarizado, com os estímulos governamentais podendo ser neutralizados pelos efeitos da guerra sobre preços de combustíveis e alimentos.

Conteúdo

Ativos extraídos

Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.

4
  1. A postura mais acomodativa do FOMC e a percepção renovada de que a política americana é errática demais para o país ser um porto seguro inconteste podem ajudar a explicar mais uma rodada de desvalorização do dólar.

    Atribui a desvalorização do dólar à postura acomodativa do FOMC e à percepção de que a política americana é errática demais para ser porto seguro.

  2. O banco central americano é uma exceção, com uma maioria confortável do FOMC mantendo o viés para cortes de juros no futuro.

    Vê o Fed como exceção entre bancos centrais, com maioria confortável do FOMC mantendo viés para cortes de juros à frente.

  3. Essa relativa tranquilidade nas projeções centrais, porém, esconde o acúmulo de riscos na direção do preço de petróleo temporariamente muito mais alto (analistas de commodities têm enfatizado o imperativo dos limites impostos pelos estoques físicos – "Bancos centrais não podem imprimir moléculas", nas palavras do estrategista da Carlyle Jeff Currie) e das consequentes disrupções na atividade econômica que restrições de oferta poderiam causar.

    Vê riscos assimétricos de alta no preço do petróleo, com restrições de oferta e estoques físicos podendo gerar disrupções na atividade econômica.

  4. Novamente, o real esteve entre os destaques positivos, acumulando valorização de 5% no mês e voltando abaixo de R$5,0/US$.

    Vê o real entre os destaques positivos, com valorização de 5% no mês e retorno a patamar abaixo de R$5,0/US$.

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