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Carta Mensal Neo Investimentos - Abril 2026 (cartas-do-gestor-marco-2026)

Março 2026 · Neo Investimentos

Carta de Março 2026· publicada em 08 de abr de 2026

Coletada em 31 de mai. de 2026 · histórico ·

Ativos extraídos
3
Publicada em
08 de abr de 2026
Trechos únicos
3

Carta sobre março/26 publicada 38 dias depois em abril/26.

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Resumo

A carta de março de 2026 da Neo, assinada pelo economista Luciano Sobral, tem como tema central os impactos da guerra no Golfo sobre os mercados globais e o cenário brasileiro. No âmbito local, a gestora revisou sua projeção de IPCA para próximo de 5% em 2026, incorporando petróleo a US$ 80/barril ao final do ano, sem alterações relevantes na trajetória esperada para a Selic, que poderia alcançar cerca de 12,5% até o fim do ano. O real foi destacado como a moeda de melhor desempenho acumulado no ano entre as acompanhadas pela gestora, com valorização de 6% frente ao dólar, enquanto o cenário eleitoral brasileiro foi descrito como indefinido, sem favoritismo claro entre os principais candidatos.

Conteúdo

Ativos extraídos

Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.

3
  1. No cenário que parece mais provável, de um cessar-fogo liderado pelos Estados Unidos, o Copom poderia, com certa tranquilidade, levar os juros a perto de 12,5% até o final de 2026.

    Projeta que, num cenário provável de cessar-fogo liderado pelos EUA, o Copom poderia levar a Selic a cerca de 12,5% até o final de 2026.

  2. A perspectiva de petróleo mais alto por bastante tempo, ao mesmo tempo evitando preços mais extremos e descartando uma volta rápida ao cenário de excesso de oferta do pré-guerra, abriu a possibilidade de cenários de impacto relativamente contido na inflação e um estrago maior na atividade, a depender da composição das matrizes energéticas regionais.

    Projeta petróleo mais alto por tempo prolongado, sem extremos nem retorno ao excesso de oferta pré-guerra, com impacto contido na inflação e maior na atividade.

  3. O real, em particular, tem o melhor desempenho acumulado no ano entre as moedas que acompanhamos, com valorização de 6% contra o dólar (e perda de apenas 1% em março).

    Destaca o real como a moeda de melhor desempenho no ano entre as acompanhadas, com valorização de 6% contra o dólar.

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