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Carta Mensal Neo Investimentos - Setembro 2026 (cartas-do-gestor-agosto-2026)

Agosto 2026 · Neo Investimentos

Carta de Agosto 2026· publicada em 10 de set de 2026

Coletada em 11 de set. de 2026 · ⓘ

Ativos extraídos
6
Publicada em
10 de set de 2026
Trechos únicos
6

Carta sobre agosto/26 publicada 40 dias depois em setembro/26.

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Resumo

Na carta de agosto de 2026, o economista Luciano Sobral, da Neo, destaca a continuidade da alta dos juros longos nos países desenvolvidos, impulsionada por fragilidades fiscais, preços elevados de petróleo — com o Brent operando ao redor de US$ 90/barril em razão do conflito no Oriente Médio — e pelo discurso de Kevin Warsh em Jackson Hole, que recolocou na mesa a possibilidade de novas altas dos Fed Funds ainda em 2026. No cenário doméstico, a gestora aponta o risco eleitoral como fator de pressão sobre o câmbio, com o real se desvalorizando frente a pares emergentes, enquanto o mercado de juros começa a incorporar sinais de desaceleração da atividade econômica, em um contexto de corrida presidencial que a Neo avalia como aberta até a data do pleito.

Conteúdo

Ativos extraídos

Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.

6
  1. “O risco eleitoral segue se manifestando de forma mais clara na taxa de câmbio, com o real se desvalorizando contra outras moedas emergentes.”

    Vê o real se desvalorizando frente a outras moedas emergentes, refletindo o risco eleitoral doméstico que se manifesta com mais clareza no câmbio.

  2. “Seguimos acreditando que a trajetória da inflação será compatível com os Fed Funds ao redor dos patamares atuais, mas mesmo ruídos na direção oposta podem levar a um cenário de uma ou duas altas ainda este ano.”

    Espera que a inflação seja compatível com Fed Funds nos patamares atuais, mas admite risco de uma ou duas altas adicionais ainda este ano.

  3. “seguem no ar os riscos de preços muito mais altos para outras fontes de energia, como o gás natural.”

    Vê riscos de preços muito mais altos para o gás natural, em meio ao conflito no Oriente Médio que limita a oferta de hidrocarbonetos.

  4. “Esse equilíbrio instável tem implicado uma limitação da oferta de hidrocarbonetos que leva o petróleo (Brent) a operar ao redor de US$90/barril e mantém prêmios elevados para o refino.”

    Vê o petróleo Brent operando ao redor de US$90/barril devido à limitação da oferta causada pelo conflito no Oriente Médio, com prêmios elevados no refino.

  5. “No mercado de juros, o foco parece estar se deslocando da inflação para sinais mais claros de desaceleração da atividade econômica, embora a dinâmica de curto prazo dificilmente se dissociará das eleições.”

    No mercado de juros brasileiro, vê foco migrando da inflação para sinais de desaceleração econômica, mas curto prazo permanece atrelado às eleições.

    • 0.0Juros globais desenvolvidosMACRO
    “Durante agosto, os juros locais da maioria dos países que acompanhamos continuaram subindo, com as taxas longas de vários países desenvolvidos testando os maiores níveis em muitos anos.”

    Observa continuidade da alta nos juros longos de países desenvolvidos, testando máximas de muitos anos, pressionados por fragilidades fiscais, petróleo elevado e discurso hawkish de Warsh.

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