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Carta Mensal Neo Investimentos - Agosto 2026 (cartas-do-gestor-julho-2026)

Julho 2026 · Neo Investimentos

Carta de Julho 2026· publicada em 07 de ago de 2026

Coletada em 08 de ago. de 2026 ·

Ativos extraídos
4
Publicada em
07 de ago de 2026
Trechos únicos
4

Carta sobre julho/26 publicada 37 dias depois em agosto/26.

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Resumo

A carta de julho de 2026 da Neo, assinada pelo economista Luciano Sobral, tem como tema central o impacto da escalada de tensões entre Irã e Estados Unidos, que elevou o preço do petróleo em mais de 20% no mês e manteve o alerta para riscos inflacionários globais. No cenário doméstico, o alívio recente do IPCA e a estabilidade do dólar em torno de R$ 5,00 abriram espaço para o mercado precificar um corte marginal de 0,25 ponto percentual pelo Copom em agosto. A gestora destaca ainda o cenário eleitoral brasileiro, com disputa acirrada entre Lula e Flavio Bolsonaro, e prevê que uma eventual desvalorização do real pode encerrar a janela para novos cortes de juros no ano.

Conteúdo

Ativos extraídos

Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.

4
  1. Seguimos prevendo uma eleição indefinida até o último momento e uma consequente desvalorização relativa do real, que, se materializada, deve fechar a janela aberta para novos cortes de juros neste ano.

    Projeta desvalorização relativa do real diante de eleição indefinida, o que tenderia a fechar a janela para novos cortes de juros neste ano.

  2. a manutenção da cotação do dólar ao redor de R$5,0 abriu espaço para o mercado precificar mais um corte marginal (0,25pp) na reunião do Copom de agosto.

    Vê espaço para corte marginal de 0,25pp na Selic em agosto, favorecido pelo dólar estável em R$5,0, mas alerta que eleição indefinida pode fechar essa janela.

  3. A volta da troca de ataques entre Irã e Estados Unidos e seus aliados no Golfo fez com que o preço do barril de petróleo subisse mais de 20% em julho. Esse movimento manteve aceso o alerta dos mercados para riscos inflacionários, embora, até o momento, a contaminação dos preços de energia para os núcleos de inflação tenha sido baixa no mundo desenvolvido.

    Observa alta de mais de 20% no barril em julho devido a tensões entre Irã e EUA, mantendo alerta inflacionário, embora repasse aos núcleos permaneça baixo.

  4. Os dados mais recentes de inflação nos EUA surpreenderam para baixo, atenuando a urgência da necessidade percebida de altas de juros no curto prazo.

    Vê inflação recente nos EUA surpreendendo para baixo, o que reduz a urgência percebida de novas altas de juros no curto prazo.

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