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Carta Mensal Neo Investimentos - Março 2026 (cartas-do-gestor-fevereiro-2026)

Fevereiro 2026 · Neo Investimentos

Carta de Fevereiro 2026· publicada em 06 de mar de 2026

Coletada em 31 de mai. de 2026 · histórico ·

Ativos extraídos
3
Publicada em
06 de mar de 2026
Trechos únicos
3

Carta sobre fevereiro/26 publicada 33 dias depois em março/26.

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Resumo

Na carta de fevereiro de 2026, a Neo Investimentos aborda o desempenho do real, que acumulou quase 7% de valorização contra o dólar no ano, atribuindo o movimento a uma onda de opinião pública favorável à oposição — considerada conjuntural e não tendencial, com a corrida eleitoral de outubro ainda tratada como empate técnico. A gestora avalia que a precificação de cortes de juros nos contratos futuros tem pouco espaço para avançar, dado o aquecimento do crédito doméstico, e destaca no cenário externo a operação militar de Israel e Estados Unidos contra o Irã, cujo potencial de disrupção nos preços de petróleo e nos cenários de inflação segue monitorado.

Conteúdo

Ativos extraídos

Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.

3
  1. Com isso, a precificação de cortes de juros embutida nos contratos futuros parece ter pouco mais para avançar – também porque os dados de atividade econômica parecem indicar uma recuperação a partir dos últimos meses de 2025.

    Vê pouco espaço adicional para a curva de juros precificar mais cortes, diante de sinais de recuperação da atividade econômica a partir do final de 2025.

  2. a alta nos preços de petróleo (Brent a $77/barril enquanto escrevemos) não é forte o bastante para deslocar significativamente os cenários-base de inflação e crescimento, mas, evidentemente, o potencial para maiores disrupções está colocado.

    Vê a alta do petróleo, com Brent a US$77/barril após ação de Israel e EUA contra o Irã, como insuficiente para alterar cenários-base, mas reconhece risco de disrupções maiores.

  3. Em fevereiro, pela primeira vez desde junho do ano passado, o real teve um desempenho significativamente melhor que o das outras moedas que acompanhamos, acumulando em 2026 quase 7% de valorização contra o dólar americano.

    Vê a recente valorização do real como pico conjuntural ligado à queda de popularidade do governo, não início de tendência sustentada.

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