Carta Mensal Neo Investimentos - Fevereiro 2026 (cartas-do-gestor-janeiro-2026)
Janeiro 2026 · Neo Investimentos
Coletada em 31 de mai. de 2026 · histórico · ⓘ
- Ativos extraídos
- 4
- Publicada em
- 09 de fev de 2026
- Trechos únicos
- 4
Carta sobre janeiro/26 publicada 39 dias depois em fevereiro/26.
Resumo
A carta da Neo de janeiro de 2026, assinada pelo economista Luciano Sobral, aborda o rali de ativos emergentes e a desvalorização do dólar diante do hiperativismo da política externa de Trump, ao mesmo tempo em que avalia a resiliência da economia americana. No Brasil, a gestora destaca a desaceleração gradual da atividade econômica e projeta um ciclo de corte da Selic de até 3,5pp, com câmbio estimado em R$5,50 ao final de 2026, enquanto a visibilidade do cenário eleitoral permanece limitada.
Conteúdo
Ativos extraídos
Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.
“estimamos que seja possível cortar a Selic gradualmente em 3,5pp sem comprometer as projeções de inflação para 2027.”
Estima ser possível cortar a Selic gradualmente em 3,5pp sem comprometer as projeções de inflação para 2027, configurando seu cenário-base.
“Essa combinação de ciclo de corte de juros perto do fim e economia forte, na nossa visão, deve ajudar a conter o ímpeto da depreciação do dólar, sobretudo se a perda contínua (porém gradual) de popularidade de Trump levar a mais contestação de suas iniciativas – o que acreditamos que vai ocorrer gradualmente ao longo do ano.”
Espera contenção da depreciação do dólar, sustentada por fim próximo do ciclo de cortes do Fed, economia americana forte e perda gradual de popularidade de Trump.
“A precificação dos juros dos Fed Funds para o final de 2026 continua oscilando ao redor de 3%, e não mudou significativamente com a nomeação de Kevin Warsh para suceder a Jerome Powell. Essa combinação de ciclo de corte de juros perto do fim e economia forte, na nossa visão, deve ajudar a conter o ímpeto da depreciação do dólar.”
Vê os Fed Funds precificados ao redor de 3% para o final de 2026 e considera o ciclo de corte de juros próximo do fim.
“Este é o nosso cenário-base atualizado, agora assumindo a taxa de câmbio a R$5,50 no final de 2026 (ou seja, no mesmo patamar onde terminou 2025).”
Assume no cenário-base câmbio de R$5,50 ao final de 2026, mesmo patamar em que terminou 2025.
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