Carta Mensal Neo Investimentos - Julho 2026 (cartas-do-gestor-junho-2026)
Junho 2026 · Neo Investimentos
Coletada em 01 de ago. de 2026 · ⓘ
- Ativos extraídos
- 5
- Publicada em
- 28 de jul de 2026
- Trechos únicos
- 4
Carta sobre junho/26 publicada 2 meses depois em julho/26.
Resumo
Na carta de junho de 2026, o economista Luciano Sobral, da Neo, destaca o recuo do preço do petróleo como principal termômetro do arrefecimento do conflito no Oriente Médio, avaliando que os fundamentos de oferta e demanda apontam para um período de preços relativamente baixos. No cenário externo, a gestora chama atenção para a postura de Kevin Warsh à frente do Fed, que mantém aberta a possibilidade de aperto monetário e sinaliza menor transparência na comunicação, enquanto sinais iniciais de reaquecimento do mercado de trabalho americano devem ser os principais balizadores dos próximos passos da política monetária. No Brasil, a Neo projeta depreciação adicional do real e avalia que os próximos movimentos relevantes da Selic devem aguardar maior clareza sobre o cenário eleitoral e a política econômica a partir de 2027.
Conteúdo
Ativos extraídos
Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.
Trecho compartilhado · 2 ativos
“com a aproximação das eleições e o aparente início de um período de dólar global mais forte, projetamos uma depreciação adicional do real até o fim do ano, o que inviabilizaria a continuidade desse ciclo gradual.”
Real brasileiro ·Projeta depreciação adicional do real até o fim do ano, diante da aproximação das eleições e do início de um período de dólar global mais forte.
Dólar (DXY) ·Vê início de período de dólar global mais forte, projetando depreciação adicional do real até o fim do ano.
“A velocidade da queda do petróleo, que já opera perto dos preços do fim de fevereiro, foi uma surpresa bem-vinda para a economia global e uma evidência de que os fundamentos (balanço entre oferta e demanda) apontam para um período de preços relativamente baixos.”
Vê queda recente do petróleo como sinal de que fundamentos de oferta e demanda apontam para período de preços relativamente baixos.
“O que parece ter sido descartado, ao menos no curto prazo, é o ambiente de volta aos cortes de juros que prevaleceu até março.”
Vê riscos mais equilibrados para os juros americanos e considera descartado, no curto prazo, o cenário de retomada de cortes que prevalecia até março.
“Os próximos grandes movimentos da Selic no Brasil, na nossa visão, devem ocorrer após a definição da corrida eleitoral, quando tivermos mais visibilidade sobre a política econômica a ser adotada de 2027 em diante.”
Vê próximos grandes movimentos da Selic condicionados ao desfecho eleitoral e à maior visibilidade sobre a política econômica de 2027 em diante.
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